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Comentário de Esclarecedor dos Fatos em 21 fevereiro 2013 às 14:08

Comentário de Thul Alger em 14 fevereiro 2013 às 12:27

Em verdade foi enviado um conjunto imenso de dados e fatos, todos eles aferíveis por via da capacidade intelectual do ler e digitar, aliás dados estes disponíveis em português, espanhol, inglês, alemão, francês, etc, etc, etc.

O único motivo para solicitar a ideia de uma expulsão, lida com o medo e receio de que os dados possam vir a causar o interesse de outras pessoas pelo que, anteriormente, com requinte de detalhes, foi enviando em minhas primeiras postagens, neste tópico.

Não foi surpresa que algo tão similar ao triste fim da biblioteca sob responsabilidade de Hipátia, tenha sido solicitado, afinal de contas é um costume do "...crer sem ver...", erradicar o que abala as estruturas do que se usa para sustentar suas muletas psicológicas.

Um abraço a todos os seres pensantes.

Bolthorn leyndärmal er mit.

.......

Blá, Blá, Blá! Continua sendo apenas palavras! E só!

Comentário de Thul Alger em 14 fevereiro 2013 às 12:27

Primeiro, salvaguardando as tolices escritas:

....

Comentário de Esclarecedor dos Fatos 17 horas atrás

Muito bom!!! Gostei muito desta matéria! Parabéns!

Quanto ao indivíduo que se manifestou de forma tão agressiva e preconceituosa (Thul Alger), observei que você só critica, não prova nada! Sou a favor de haver pena de exclusão da rede social a indivíduos assim como você! Esse seu ódio manifesto em suas palavras ainda irá lhe prejudicar muito!

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Em verdade foi enviado um conjunto imenso de dados e fatos, todos eles aferíveis por via da capacidade intelectual do ler e digitar, aliás dados estes disponíveis em português, espanhol, inglês, alemão, francês, etc, etc, etc.

O único motivo para solicitar a ideia de uma expulsão, lida com o medo e receio de que os dados possam vir a causar o interesse de outras pessoas pelo que, anteriormente, com requinte de detalhes, foi enviando em minhas primeiras postagens, neste tópico.

Não foi surpresa que algo tão similar ao triste fim da biblioteca sob responsabilidade de Hipátia, tenha sido solicitado, afinal de contas é um costume do "...crer sem ver...", erradicar o que abala as estruturas do que se usa para sustentar suas muletas psicológicas.

Um abraço a todos os seres pensantes.

Bolthorn leyndärmal er mit.

Comentário de Esclarecedor dos Fatos em 13 fevereiro 2013 às 18:56

Muito bom!!! Gostei muito desta matéria! Parabéns!

Quanto ao indivíduo que se manifestou de forma tão agressiva e preconceituosa (Thul Alger), observei que você só critica, não prova nada! Sou a favor de haver pena de exclusão da rede social a indivíduos assim como você! Esse seu ódio manifesto em suas palavras ainda irá lhe prejudicar muito!

Comentário de maria sonia em 26 maio 2012 às 21:41

Sao trechos de uma pesquisa:

“Jeová” é a pronúncia mais conhecida do nome divino, em português, embora a maioria dos hebraístas seja a favor de “Javé” (ou “Iahweh”). Os manuscritos hebraicos mais antigos apresentam este nome na forma de quatro consoantes, comumente chamadas de Tetragrama (do grego te·tra-, que significa “quatro”, e grám·ma, “letra”). Estas quatro letras (escritas da direita para a esquerda) são יהוה e podem ser transliteradas em portugues comoYHWH (IHVH, ou JHVH).

De fato, o nome era conhecido e usado por nações pagãs tanto antes da Era Comum como nos primeiros séculos dela. (The Jewish Encyclopedia [A Enciclopédia Judaica], 1976, Vol. XII, p. 119) Outra alegação é que o objetivo era proteger o nome contra o uso em ritos mágicos. Neste caso, trata-se de raciocínio fraco, pois é óbvio que, quanto mais misterioso se tornasse o nome por falta de uso, tanto mais serviria para os objetivos dos praticantes da magia.

Mas me esclareça "conhecer que meios"? Ou que verdade e inverdades?

Comentário de Thul Alger em 26 maio 2012 às 11:22

Háils!!!

Conhecer os meios de algo, entender os que o divulgam como verdade, e expor as verdades ocultas em afirmações dogmáticas, são sempre o meio pelo qual a verdade prevalece sobre a inverdade.

Desta forma a etimologia, a história, o conhecimento em si, levam-nos a saber desde sempre, que assim como os arqueólogos israelenses afirmam que jamais houveram abraão e moisés, igualmente jamais houve o uso de jeovah por quem quer que o fosse, antes de meados do ano 1000 da vulgar era cristã, tratando-se somente então de um neologismo, o qual tem por sua fonte "...JOVE..." da roma pagã, que é fonte para a inflexão "...yaveh..." usada anteriormente pelos rabinos.

Um abraço a todos os seres pensantes.

Bothorn leyndärmal er mit.

Comentário de maria sonia em 25 maio 2012 às 20:45

Querido Thul Alger

Pra quem nao gosta ta sabendo muito das TJs. Cuidado com o preconceito e que Jeová com J  te encontre sempre.

Comentário de maria sonia em 25 maio 2012 às 20:45

Querido Thul Alger

Pra quem nao gosta ta sabendo muito das TJs. Cuidado com o preconceito e que Jeová com J  te encontre sempre.

Comentário de Priscilla Porto em 8 abril 2012 às 22:35

Interessante!!!

Comentário de Luiz Fernando Almeida em 26 março 2012 às 20:50

Uma história interessante, que pode ser contada, de forma laica. 

Comentário de JORGE BARROS DE SOUZA LIMA em 19 março 2012 às 15:54

   Precisamos franquear oportunidades a outras facções religiosas no sentido de também exporem as suas doutrinas, idéias, sua base de fé, para que isso, não se torne uma apologia as "Testemunahs de Jeová". Vivemos em um Estado de Direito onde todos podem e devem ter as suas próprias escolhas.O próprio Deus nos dá o livre arbítrio. Sendo assim, como as "Testemunahs de Jeová" possuem a sua história, as outras também tem.

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