SECRETARIA DA CULTURA SÃO PAULO *
Dir Barros Freire
Depoimentos
PROF.ROCHA CAMPOS- GEOCIÊNCIAS USP
PROF. GERALDO GARCIA - SALTO
SUPERVISÃO
PROF.VALDEREZ ANTONIO BERGAMO SILVA- UNICAMP
Parque Rocha Moutonnee - Estância Turística de Salto
O Parque Rocha Moutonnée, com 43.338 metros quadrados de área, é o primeiro
Parque Ecológico e Geo-Histórico do continente. Conta com completa estrutura
para o estudo e para o lazer. Foi tombado em 1990 pelo CONDEPHAAT
Com 500 milhões de anos, a Rocha Moutonnée é um granito róseo, em formato
acarneirado, com estrias e arranhões na superfície, que comprovam a glaciação na
era paleozóica
O Parque da cidade de Salto, distante 80 KL de São Paulo, recebe turistas do Brasil e geólogos de todo mundo

coordenação IVETE GONZALEZ
produção VERENA NASCIMENTO DOMITILA GONZALEZ
fotografia WILDNEY SILVEIRA WLADILTON SILVEIRA
audio ALVARO ANIBAL
edição - CIRO BUENO
arte DANIEL BUANAVOGLIO
sonorizaçao LUCIANO WIND
supervisao tec.- EDUARDO XOCANTE DE BARROS

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Comentário de Bruno Leal em 20 junho 2012 às 11:09

Muito interessante!

Obrigado por compartilhar com a rede!

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Cine História

Não pare na pista

Chega aos cinemas brasileiros o aguardado filme cinebiografia de Paulo Coelho, "Não pare na pista -  a melhor história de Paulo Coelho", dirigido por Daniel Augusto. 

Sinopse: Cinebiografia de Paulo Coelho, o filme se concentra em três momentos distintos da carreira do escritor: a juventude, nos anos 1960 (período em que é vivido pelo ator Ravel Andrade); a idade adulta, nos anos 1980 (Júlio Andrade); e a maturidade, em 2013, quando refaz o Caminho de Santiago (Júlio Andrade, maquiado). Usando como base depoimentos do próprio Paulo Coelho, a história perpassa os momentos mais marcantes da vida do autor, como os traumas, a relação com as drogas e a religião, sexualidade e a parceria com o músico Raul Seixas.

café história acadêmico

Ensino de História: Confira o artigo “A guerra das narrativas: debates e ilusões em torno do ensino de História”, da historiadora Christian Laville, da Universidade Lava, Quebec. Resumo: Em quase todas as partes do mundo, os programas escolares exigem que o ensino da história desenvolva nos alunos a autonomia intelectual e o pensamento crítico. Há muito tempo não se vê mais a missão de incutir nas consciências uma narrativa única glorificando a nação ou a comunidade. No entanto, quando o ensino da história é questionado nos debates públicos, é sempre com referência a esse tipo de narrativa: embora não fazendo mais parte dos programas, esse continua sendo o único objeto dos debates. Este artigo dá inúmeros exemplos atuais de tais debates, antes de concluir que são provavelmente vãos e que as pessoas se iludem sobre os efeitos reais da história ensinada. Alguns exemplos também são dados a esse respeito. Clique aqui para acessar.

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