Direção Jose Antonio Barros Freire
Roteiro Jonas Soares de Souza
Os Professores Percival Tirapeli e Wagner Correa descrevem a localização , percurso e o significado do RioTiete durante a época das Monções,
Ilustrado com mapas,telas,desenhos,aquarelas , do precioso acêrvo do Museu Paulista / Museu das Monções que eternizaram a saga dos monçoeiros séculos XVII e XVIII.

Edição / Finalização
Alfredo Emil
Roselane Correa de Lima
Supervisão Musical
Prof. Benedito Mariano de Campos
Participação especial :
Anna Maria Kieffer
Maestro Ricardo Bernardes
Conservatório Musical Tatuí
Coordenação- Ivete Gonzalez
Verena Nascimento
Domitila Gonzalez
Imagens aéreas - Comte. Uan Rocha
Arquivo de imagens -Haroldo Palo Jr
Fotografia / Audio -
Dario Jose Sako / Rogério Rocha./ WIildney S.Silveira
Veja os capítulos :
Igreja Matriz - Percival Tirapeli
e Azulejos de Bruno de Giusti

Secretaria da Cultura -São Paulo
UFDPC PROAC ICMS

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Cine História

Não pare na pista

Chega aos cinemas brasileiros o aguardado filme cinebiografia de Paulo Coelho, "Não pare na pista -  a melhor história de Paulo Coelho", dirigido por Daniel Augusto. 

Sinopse: Cinebiografia de Paulo Coelho, o filme se concentra em três momentos distintos da carreira do escritor: a juventude, nos anos 1960 (período em que é vivido pelo ator Ravel Andrade); a idade adulta, nos anos 1980 (Júlio Andrade); e a maturidade, em 2013, quando refaz o Caminho de Santiago (Júlio Andrade, maquiado). Usando como base depoimentos do próprio Paulo Coelho, a história perpassa os momentos mais marcantes da vida do autor, como os traumas, a relação com as drogas e a religião, sexualidade e a parceria com o músico Raul Seixas.

café história acadêmico

Ensino de História: Confira o artigo “A guerra das narrativas: debates e ilusões em torno do ensino de História”, da historiadora Christian Laville, da Universidade Lava, Quebec. Resumo: Em quase todas as partes do mundo, os programas escolares exigem que o ensino da história desenvolva nos alunos a autonomia intelectual e o pensamento crítico. Há muito tempo não se vê mais a missão de incutir nas consciências uma narrativa única glorificando a nação ou a comunidade. No entanto, quando o ensino da história é questionado nos debates públicos, é sempre com referência a esse tipo de narrativa: embora não fazendo mais parte dos programas, esse continua sendo o único objeto dos debates. Este artigo dá inúmeros exemplos atuais de tais debates, antes de concluir que são provavelmente vãos e que as pessoas se iludem sobre os efeitos reais da história ensinada. Alguns exemplos também são dados a esse respeito. Clique aqui para acessar.

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