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Comentário de Gisélia Monteiro Padilha em 9 março 2012 às 14:05

Num outro momento, no Cemitério da Santa Casa, em Porto Alegre, observamos túmulos positivistas (Julio de Castilhos), o setor dos indigentes, do séc, XIX. Ou seja, em uma quadra o túmulo do meio pertencia a uma família abastada e os da volta era para indigentes. No intuito da caridade e de "ganhar um lugar no céu".

Comentário de Gisélia Monteiro Padilha em 9 março 2012 às 13:58

Na minha graduação fiz uma atividade etnográfica. Deveria ser num local público e teríamos que observar as pessoas e buscar o "estranhamento". Escolhi um cemitério do tipo "Parque".  Foi durante uma manhã, havia 3 velórios nas capelas com um número razoável de pessoas. O "estranhamento" foi que não só nos velórios como em toda a área interna do cemitério não haviam crianças.

Comentário de Maria Amelia d` Escragnolle Card em 9 março 2012 às 10:29

Marianne Você entendeu muito bem essa iniciativa do professor. Muitos talentos se desenvolvem com essas aulas nas áreas de história e arquitetura, despertando interesses até então desconhecidos 

Comentário de Marianne K Junghans em 9 março 2012 às 10:07

Com certeza as aulas contextualizadas têm muito mais significado! Quando ainda trabalhava e morava em Curitiba, levava meus alunos da 8ª série até o Cemitério Municipal para explicar e explorar junto com eles a arquitetura e estilos arquitetônicos presentes na arte tumular. A riqueza da experiência gerou muitos frutos, pois muitos daqueles alunos acabaram se direcionando à area... Além de analisar os estilos arquitetônicos, que são diversificados e muito lindos, ainda se pode estudar a história da cidade e do estado, pois muitos "nomes de ruas e praças" estão enterrados lá!!! Valeu a iniciativa!!! Que continuemos, então, professores envolvidos e  interagindo com o meio. A sociedade agradece!!! O Brasil e a Educação precisam dessas iniciativas! Parabéns! 

Comentário de Dulce Maria Puhlmann em 9 março 2012 às 8:46

Querida Leda Maria

Gostei de saber, que em São Paulo e Porto Alegre, tem estas inovações. Pelo menos nestes cemitérios, existem pessoas que se dedicam, deve ser muito bonito. Próxima vez que eu for a Porto Alegre ou a São Paulo, vou incluir no meu roteiro. Obrigada por compartilhar. 

No Rio tem um cemitério vertical, no Caju, não sei como funciona, mais tem iluminação noturna, fica no meio do outro totalmente apagado, formando um contraste. Ao descer da ponte Rio-Niterói sentido Av. Brasil, dá para ver.

Comentário de Claudete Duarte em 9 março 2012 às 8:42

Pra mim, sem problemas, pois já fiz muito isso, quando fazia cursos de extensão sobre a Baixada Fluminense. Quando íamos vizitar as igrejas antigas, também entrávamos nos cemitérios, haviam pessoas que não entravam,

mas descobriámos algumas curiosidades bastante interessantes.

Comentário de Lucia silva em 9 março 2012 às 8:28

Caramba!!! muito bom!!! É um jeito simples de se  reviver á história. Parabens professor! Pena que não foi citado o seu nome na entrevista. Inovou,e fez acontecer!!!

Comentário de em 9 março 2012 às 8:03

Boa ideia!

Comentário de Alessandra Mara Rosa de Mello em 9 março 2012 às 7:42

Essa proposta de aulas no cemitério é muito rica, quando fiz a graduação em história aqui em Pouso Alegre na UNIVAS tive aulas no cemitério, este abre um leque de possibilidades a serem analisadas.

Comentário de Leila Ossola em 9 março 2012 às 6:47

Acho muito boa e interessante a iniciativa porque nos cemitérios tem muita informação histórica. Cito até como exemplo a genealogia, onde vamos nos cemitérios e ali através de fotos identificamos ancestrais e as lápides encontramos informações que julgávamos perdidas sem contar  que nos livros dos cemitérios temos muita informação familiar.

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Teorema Zero

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História Digital: Debate realizado e transmitido no dia 26 de novembro de 2013, a partir de uma parceria entre a rede social Café História e a Associação Nacional de História, seção Rio de Janeiro (ANPUH-RJ). Debatedores: Bruno Leal (UFRJ/CAFÉ HISTÓRIA), Lise Sedrez (UFRJ) e Keila Grinberg (UNIRIO). Mediação: Flávio Edler (FIOCRUZ/ANPUH-RJ). Produção técnica e artística: Fábio Leal e Felipe Menezes.

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