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Comentário de Semíramis libonati em 2 abril 2012 às 9:18

 Sempre será muito interessante! Se o cemitério é tombado como patrimônio histórico e apresenta túmulos monumentos, além de ter em sua conformação espacial a segregação social, passa a ser um excelente recurso para o estudo da história,sociologia e antropologia, além da própria ciência da religião, haja vista que nos espaços de enterramentos, católicos, protestantes e judeus não se misturavam. Como procedimento metodológico, é importante os roteiros de observação. Professores devem mostrar que este espaço é comum a todos os habitantes de uma cidade. O medo da morte e dos seus fantasmas também devem ser encarados com naturalidade. É lógico que sempre haverá resistência, principalmente dos pais, a esse tipo de aula incrivelmente renovadora! Excelente!

Comentário de Lucia silva em 17 março 2012 às 17:36

É tudo uma questão de senso e renovação.

Comentário de Maria Amelia d` Escragnolle Card em 17 março 2012 às 17:28

E NO PÉRE LACHAISE ESTÁ O TUMULO DA ESCRITORA COLETTE E TB DE ROMEU E JULIETA

Comentário de alexandre heleno de castilhos em 11 março 2012 às 0:02

já fiz aulas em cemitério em cidade de luiz alves em santa catarina em 2004 foram aulas bem interessantes! sensibilizante,história plena ! AHC-DIUB FÔSTER.

Comentário de iolita maria zardo em 10 março 2012 às 14:01

 Òtima ideia. Seria muito bom que  algum colega paulistano ainda na ativa  , fizesse o mesmo aqui em São Paulo.

Sugestão:  Cemitério da Consolação, que tem  obras de arte maravilhosas,e grandes nomes da nossa história enterrados.

Comentário de Aline Lucio Xavier em 10 março 2012 às 10:39

Adorei a iniciativa do professor!

Comentário de Evaldo Alfredo Eickhoff em 10 março 2012 às 6:15

Magnifico, brilhante idéia só aplausos..

Comentário de Anibal Werneck de Freitas em 9 março 2012 às 19:36

Magnífica a ideia do professor ensinar História no cemitério, isto pode trazer benefícios para a memória da comunidade, é uma ideia nova, criativa e, coisas assim é natural assustar pessoas mais conservadoras, achando ser desrespeitoso tal ato, pois bem, como professor de História digo que é justamente o contrário, ou seja, um respeito pelos mortos que só são visitados no dia de Finados, quando visito um cemitério, ao ver o rosto do falecido no túmulo, aquela foto me faz lembrar de passagens interessantes do morto quando estava entre nós, parabéns para o professor Dilson Chaves.

Anibal Werneck de Freitas.

Comentário de Dulce Maria Puhlmann em 9 março 2012 às 14:30

Quero me desculpar, pois não pensem que gosto de ir ao Cemitério, só não tenho medo. Vai fazer dois anos que não vou. Teve um período após a morte de minha mãe, que eu não ia de forma alguma. Após um ano, retornei, para fazer uma visita formal. Um homem acompanhado com uma mulher, veio me perguntar se queria que desse um jeito, (não que estive ruim, mais precisava de uma limpeza). Contratei os serviços dele, paguei e continuei mantendo por alguns meses, um trabalho que não fui ver se ele realmente fazia. (uma manutenção). Já parei de pagar, ele queria que eu aumenta-se o valor, estava sempre cobrando, até que um dia meu marido, acabou com a festa do cara.. As pessoa se esquecem como vão ficar, brigam por dinheiro, por maldade, por ciúme, por raiva, depois que morre acabou, para alguns, para outros que acreditam em outra vida, isso é outra conversa.

Tenham todos um bom final de semana, beijos, Dulce

Comentário de Márcia Barbosa Silva em 9 março 2012 às 14:08

Já fiz um seminário  sobre arte no cemitério , foi muito rico!

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Acaba de chegar aos cinemas brasileiras a produção argentina “Relatos Selvagens”, dirigida por Damián Szifron e com Ricardo Darín como protagonista.

Sinopse: Diante de uma realidade crua e imprevisível, os personagens deste filme caminham sobre a linha tênue que separa a civilização da barbárie. Uma traição amorosa, o retorno do passado, uma tragédia ou mesmo a violência de um pequeno detalhe cotidiano são capazes de empurrar estes personagens para um lugar fora de controle.

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