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Comentário de Bruno Leal em 26 fevereiro 2014 às 9:41

Muito legal!

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Comentário de Adriane G Pucciani em 11 abril 2010 às 15:56

Comentário de Adriane G Pucciani em 11 abril 2010 às 15:56
O território do Egipto fica no Nordeste de África, ocupando o vale do Nilo, entre os desertos da Arábia e da Líbia. É o Rio Nilo, com as suas cheias periódicas e constantes, que alagam as margens numa vasta extensão, que fertiliza esta zona, além de servir de via de comunicação. Para melhor aproveitar o dom do Nilo, os Egípcios construíram diques e canais. Estas condições favoráveis à agricultura propiciaram que aqui surgisse, por 3500 a. C., uma nova civilização agrária, em que se cultiva o trigo, a cevada, o milho-miúdo, o linho, a vinha, os legumes, a oliveira, o papiro, além de também se dedicarem à criação de gado. Com o desenvolvimento da agricultura foram crescendo os excedentes, o que veio fomentar o comércio com os vizinhos. A madeira e os metais eram os principais objectos de troca. O Rio Nilo era a principal via de comunicação com o exterior.
O Rio Nilo, berço da civilização egípcia, foi durante muito tempo venerado pelas suas inundações regulares que irrigam os 6.671 km do seu percurso.
A agricultura do Antigo Egipto estava ligada às providenciais inundações do Nilo. O ciclo agrícola era constituído por três estações: Anket, a estação das inundações que começava a 19 de Julho; Perit, a estação da aratura e da sementeira que começava a 15 de Novembro; Shemu, a estação da colheita que começava a 16 de Março.
O limo transportado pelas águas e o controle de sua vazão, por meio de barragens, assegura a irrigação permanente das planícies por ele banhadas, que chegam a produzir três colheitas por ano: no inverno, trigo, cevada, cebola e linho; no outono, arroz e milho; no verão, algodão, arroz, cana-de-açúcar e oleaginosas.
Os egípcios também praticavam o comércio de mercadorias e o artesanato. Os trabalhadores rurais eram constantemente convocados pelo faraó para prestarem algum tipo de trabalho em obras públicas (canais de irrigação, pirâmides, templos, diques).
Durante os quatro meses em que a cheia do Nilo cobria os terrenos, os agricultores tinham que garantir a manutenção dos canais que distribuíam a água aos vários lotes ( canais de irrigação). Os egípcios tinham um arado bastante leve, com uma grelha de madeira, sendo puxado por uma junta de bois enquanto os camponeses espalhavam a semente. Paralelamente à atividade agrícola também surgiu uma certa atividade artesanal, principalmente na região do delta, sobretudo ourivesaria, tecelagem, olaria e metalurgia.
O Egipto é a mais característica das civilizações dos grandes rios e, também, uma das mais antigas, pois remonta ao 4 milênio a.C. Situado no nordeste de África, o Egipto antigo era um vasto território predominantemente desértico, cortado por um estreito e fértil vale cavado pelas águas do rio Nilo. Distinguiam-se duas regiões, nomeadamente, a do Vale, a sul (Alto Egipto), formada por uma faixa de terra apertada entre os desertos, e a do Delta, a norte (Baixo Egipto), de solo muito fértil e ricas planícies.
A situação geográfica do Egipto permitiu-lhe dispor de grandes recursos naturais: as montanhas, que o rodeiam, eram ricas em pedra e metais; no vale floresciam a tamareira e o sicômoro; nos pântanos crescia o papiro e nas zonas menos úmidas abundava a vinha e a palmeira. O rio Nilo, por sua vez, onde viviam muitos animais, punha o Egipto em contato com o Mediterrâneo, a principal via de comércio da Antiguidade. O rio Nilo teve um papel decisivo no desenvolvimento do Egito. Se o Egipto existe, deve-o a um rio.

O historiador grego Heródoto escrevia, em 450 a.C.: “O Egito é um Dom do Nilo”.

O Nilo uniu as diferentes regiões deste país, com mais de mil e duzentos quilômetros de comprimento. Divide-se também em duas zonas, ocidental e oriental, com características diferentes, nomeadamente, o sol nasce a Leste, e esta região é considerada o Império dos Vivos. Põe-se a Oeste, e daí resulta o Império dos Mortos. Esta diferenciação não era sempre estritamente observada, mas nota-se ainda de maneira impressionante em Tebas (hoje Lucsor), antiga capital. Se as mora

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A Oeste do fim do mundo

Está em cartaz nos cinemas brasileiros a co-produção Brasil-Aregentina, "A Oeste do fim do fo mundo", de Paulo Nascimento.

Sinopse: Leon (César Troncoso) é um homem introspectivo que vive em um velho posto de gasolina, perdido na imensidão da estrada transcontinental entre a Argentina e o Chile. Seu único amigo é Silas (Nelson Diniz), um brasileiro que volta e meia o visita para trazer peças para consertar a moto dele. Um dia, a paz de Leon é abalada com a chegada de Ana (Fernanda Moro), uma mulher que escapou da tentativa de abuso sexual de um caminhoneiro com quem tinha pego carona. Sem ter para onde ir e no meio do deserto, Ana recebe abrigo de Leon inicialmente para apenas um dia. Só que o tempo passa e ela não consegue sair do local.

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Felipe II: confira na íntegra a tese de doutorado do historiador José Carlos Vilardaga: "São Paulo na órbita do Império dos Felipes: conexões castelhanas de uma vila da América Portuguesa durante a União Ibérica (1580-1640)". O trabalho foi defendido em 2011 na Universidade de São Paulo.

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