A D. Carmelita com o retrato do seu pai Camilo da Silva Oliveira, que foi escravo de João do valle no distrito de Engenho Novo em Mar de Espanha MG. Uma Joia...
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Comentário de Antonio Cancela em 15 outubro 2012 às 9:27 Registro vivo da História, parabéns.
Comentário de Dhamarys Xavier B. Teixeira em 13 abril 2012 às 17:37 Linda a D. Carmelita, parabéns
Comentário de Lucia silva em 13 novembro 2011 às 16:11 A entrevista foi de excelente gosto. parabens!!!
Comentário de sergio braga osorio em 10 novembro 2011 às 19:45 Grande abraço amigo Hélio.
Conte sempre comigo,estarei à disposição no que estiver ao meu alcance.
Bragga
Comentário de Hélio Sérgio Ferreira Teixeira em 10 novembro 2011 às 18:00 Olá amigo, fiquei muito feliz pela gentileza do seu comentário sobre um tema tão polêmico. Um grande abraço, Hélio Sérgio.
Comentário de sergio braga osorio em 8 novembro 2011 às 19:52 Em tempo: A figura linda de Dª Carmelita( de novo o nome português), me faz lembrar minha avó,
mineira de Vila Rica (+1886) que se chamava Rosinda. Estas são as nossas histórias brasileiras,
quase todas com alguma passagem mostrando este tipo de envolvimento. Muito lindo tudo isto.
Comentário de sergio braga osorio em 8 novembro 2011 às 19:40 Caro Hélio,saudações.
Sua abordagem do tema apresentando Dª Carmelita, negra, filha do escravo
chamado Camilo da Silva Oliveira ( quer nome mais aportuguesado?), vem de encontro ao que eu
a alguns meses atrás coloquei no Café com respeito ao nome de Zumbi. Os escravos que aqui chega-
vam em razão de facilitação mercadológica, tinham seus nomes africanos trocados por nomes por-
tugueses,por esta razão tínhamos então Antonios, Beneditos, Fransciscos, Camilos e outros mais.
E todos carregavam consigo uma história de vida, de saudades, de dores, sofrimento, tudo isto
permeado de fome,maus tratos,trabalhos forçados,estupros e tudo mais de ruim que pudermos ima-
ginar. Por isto fiquei tão feliz quando li parte de sua matéria,penso que ela tenha vindo corroborar
minhas convicções a respeito do mito chamado Zumbi.
Grande abraço, Bragga.
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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