Não o adicionei como amigo por acaso. Pode-se conversar consigo de forma urbana, o que é excelente.
A unificação das "Alemanhas" foi o início dos problemas dos défices. A Alemanha e a França foram os primeiros países a ultrapassar os limites do défice (a Alemanha por uma boa causa, a unificação, quanto à França, não me lembro). Isso levou a que, países que não perceberam as causas desses "excessos", Portugal incluído, tenham entrado em derrapagens do défice, sem cuidar de perceber como iriam financiar esses excessos de défice face ao PIB. Só a Alemanha pagou a reunificação? Não! Mas, pelo menos em termos de paz, todos beneficiaram dela. Só nós portugueses beneficiamos com os excessos? Não! Basta ver a questão da compra dos célebres submarinos. Todos estes ziguezagues não explicam o fundamental e eu, como português, assumo esse 'mea culpa': nenhum país, senão em situações verdadeiramente excepcionais, deve gastar mais do que aquilo que produz. Não fora a crise do subprime, despoletada nos EUA, e ainda hoje estaríamos a viver acima das nossas possibilidades, apesar de todos os sinais de alerta. Esta crise, não sendo um bem, permitiu que países, como Portugal, parassem para pensar (este eufemismo quer dizer 'empobrecessem abruptamente') e tenham arrepiado caminho. Agora, se já reparou bem, de uma crise periférica, países do sul da Europa e Irlanda, a crise está a avançar para o centro (Espanha, Itália, Chipre - residual -, já se fala na França, Holanda, ...), o que está a tornar-se preocupante. Os alemães, tanto quanto tenho lido, sobretudo os bávaros, não estão dispostos a financiar outros estados da própria Alemanha por os considerarem gastadores. Perante tantos e tão grandes problemas, exige-se dos líderes dos países motores uma prática que não temos visto. Aliás, entendo que quem deveria estar a liderar este processo, a nível da UE, deveriam ser as suas instituições, e não grupos de países juntos 'ad hoc' e com interesses ora convergentes, ora divergentes e sem darem sinais de entendimento definitivo. O Sr. Draghi também anda errático. Enfim, já não há dirigentes como Schmidt, Kohl, Miterrand, Delors, para não ir mais atrás. Vamos ver o que isto vai dar.
Quando as críticas são razoáveis, mesmo que não concorde com a linha geral de pensamento da outra pessoa (seria pouco provável que eu votasse CDU se fosse alemão), o remédio é calar e aceitar a crítica. A Sra. Merkel não tem razão em todas as posições que toma (e quem tem?), mas há um direito que ninguém pode negar-lhe: a defesa das posições alemãs. Mas, há uma exigência que se lhe impõe: que futuro pretende a Alemanha para a UE? Há coisas na vida em que não podemos ter um pé em cada margem, ou seja, ser talvez sim e, em simultâneo, talvez não. No que se refere a nós portugueses, compete-nos resolver os nossos problemas e tentar contribuir para a resolução do problema global, uma vez que, sem este resolvido, dificilmente o primeiro terá solução. Religião. Defendo o direito à liberdade de culto do todas as religiões que não ponham em causa as liberdades individuais e colectivas dos povos. Este princípio tem-me permitido manter o respeito das pessoas com quem converso sobre religião e tem-me permitido respeitar as suas linhas de pensamento. Um abraço.
Acho que sim, porém só de vista. O Bom Jesus, independentemente do seu carácter religioso, é muito lindo e um bom lugar para visitar. Muito ar puro, muita calma, é um lugar em que nos sentimos em paz para connosco e para com os outros. A sua condição de antigo feirante, levou-o a conhecer as terras e as gentes. Gosto de saber tudo o que possa sobre outras religiões, porém sem procura. Se me vire ter à mão informação, não a desprezo. Leio e informo-me. Aprofundar o conhecimento seria mais difícil. Um abraço.
Enquanto foram meus vizinhos, fui visitado pelos miúdos que faziam proselitismo. Como sou Católico, por tradição e por vocação, não fui convencido a mudar. Foram sempre muito gentis para comigo e eu sempre correspondi com a mesma gentileza. Fiquei com simpatia pela Igreja, mas não mais que isso. Um abraço.
Embora tenha tido como vizinha a Igreja dos Santos dos Ùltimos Dias, na Rua Elísio de Moura, em Braga, que posteriormente mudou a sua localização para Lamaçães, sei muito pouco dessa Igreja e das suas raízes, pelo que lamento entender não dever aceder à sua solicitação. Um grande abraço.
Caro Joaquim estou de saida dos grupos que me querem ensinar como escrever os luteranos calvino e outro mas mantereios meus grupos apesar de estar de castigo ate retirar todos os meus textos para um blogg espanhol de caris religioso e com mais liberdade so terei de traduzir o que ja escrevi um abraço fica bem.
Caros Leitores e alerto Joaquim mas cada um deve pensar o que devo fazer por minha esposa e se querem viver eternamente com elas e seus filhos basta seguir os propositos de a Historia da Familia pesquisadores la tem um linK que nos incentiva a sermos mais coriosos de nossa descendencia.
Joaquim, na parábola do rico e de Lázaro, Jesus está a afirmar apenas a condenação do rico por ser insensível mas quanto aos tormentos não podem ser entendidos literalmente. Pois de que adiantaria um pingo de água para quem estivesse em uma fogueira sobrenatural? No entanto, acredito que cada um pague pelos seus crimes no Juízo Final, como afirma a Bíblia em várias passagens como: ( Apoc.20:11-14). O lago de fogo é a destruição e não o tormento eterno. Quando Jesus fala do: bicho que nunca morre e a fornalha ardente, Jesus está utilizando imagens que eram conhecidas que se aplicavam á geena, onde eram atirados os cadáveres de criminosos e o lixo, da cidade. Não servia para torturar pessoas. Por isso, o inferno não pode ser provado á base da Bíblia. Se fossem torturados todos os ímpios a seguir á morte, não precisaria haver um Juízo Final. Um abraço: Isabel Santos.
O historiador Fábio Koifman (UFRRJ) conta ao Café História como transformou mais de sete mil documentos em uma pesquisa histórica bem sucedida e conversa sobre outros assuntos, como a sua relação com os arquivos no Brasil
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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Em nossa enquete anterior, perguntamos: de 0 a 5, que nota você daria para a edição da ANPU regional (2012)? 638 pessoas votaram na enquete. O resultado foi o seguinte: 0 (27,90%), 5 (22,24%), 3 (16,14%), 4 (15,05%), 2 (7,99%) e 1 (7,68%).
Comentários de Joaquim schieder da silva
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Joaquim
Bom dia.
Eu é que agradeço sua amizade.
Abraços
Olá Joaquim
é um grupo aqui do Café Historia
gostaria de te convidar para participar do meu grupo Guerra de Canudos. fiquei 1 semana na região e fiz uma extensa pesquisa na BN.
Boa tarde amigo Joaquim Schieder da Silva,
Não o adicionei como amigo por acaso. Pode-se conversar consigo de forma urbana, o que é excelente.
A unificação das "Alemanhas" foi o início dos problemas dos défices. A Alemanha e a França foram os primeiros países a ultrapassar os limites do défice (a Alemanha por uma boa causa, a unificação, quanto à França, não me lembro). Isso levou a que, países que não perceberam as causas desses "excessos", Portugal incluído, tenham entrado em derrapagens do défice, sem cuidar de perceber como iriam financiar esses excessos de défice face ao PIB. Só a Alemanha pagou a reunificação? Não! Mas, pelo menos em termos de paz, todos beneficiaram dela. Só nós portugueses beneficiamos com os excessos? Não! Basta ver a questão da compra dos célebres submarinos. Todos estes ziguezagues não explicam o fundamental e eu, como português, assumo esse 'mea culpa': nenhum país, senão em situações verdadeiramente excepcionais, deve gastar mais do que aquilo que produz. Não fora a crise do subprime, despoletada nos EUA, e ainda hoje estaríamos a viver acima das nossas possibilidades, apesar de todos os sinais de alerta. Esta crise, não sendo um bem, permitiu que países, como Portugal, parassem para pensar (este eufemismo quer dizer 'empobrecessem abruptamente') e tenham arrepiado caminho. Agora, se já reparou bem, de uma crise periférica, países do sul da Europa e Irlanda, a crise está a avançar para o centro (Espanha, Itália, Chipre - residual -, já se fala na França, Holanda, ...), o que está a tornar-se preocupante. Os alemães, tanto quanto tenho lido, sobretudo os bávaros, não estão dispostos a financiar outros estados da própria Alemanha por os considerarem gastadores. Perante tantos e tão grandes problemas, exige-se dos líderes dos países motores uma prática que não temos visto. Aliás, entendo que quem deveria estar a liderar este processo, a nível da UE, deveriam ser as suas instituições, e não grupos de países juntos 'ad hoc' e com interesses ora convergentes, ora divergentes e sem darem sinais de entendimento definitivo. O Sr. Draghi também anda errático. Enfim, já não há dirigentes como Schmidt, Kohl, Miterrand, Delors, para não ir mais atrás. Vamos ver o que isto vai dar.
Não quero aborrecê-lo mais. Um grande abraço.
Gonçalves
Boa tarde amigo Joaquim Schieder da Silva,
Quando as críticas são razoáveis, mesmo que não concorde com a linha geral de pensamento da outra pessoa (seria pouco provável que eu votasse CDU se fosse alemão), o remédio é calar e aceitar a crítica. A Sra. Merkel não tem razão em todas as posições que toma (e quem tem?), mas há um direito que ninguém pode negar-lhe: a defesa das posições alemãs. Mas, há uma exigência que se lhe impõe: que futuro pretende a Alemanha para a UE? Há coisas na vida em que não podemos ter um pé em cada margem, ou seja, ser talvez sim e, em simultâneo, talvez não. No que se refere a nós portugueses, compete-nos resolver os nossos problemas e tentar contribuir para a resolução do problema global, uma vez que, sem este resolvido, dificilmente o primeiro terá solução.
Religião. Defendo o direito à liberdade de culto do todas as religiões que não ponham em causa as liberdades individuais e colectivas dos povos. Este princípio tem-me permitido manter o respeito das pessoas com quem converso sobre religião e tem-me permitido respeitar as suas linhas de pensamento.
Um abraço.
Gonçalves
Boa tarde amigo Joaquim Schieder da Silva,
Acho que sim, porém só de vista. O Bom Jesus, independentemente do seu carácter religioso, é muito lindo e um bom lugar para visitar. Muito ar puro, muita calma, é um lugar em que nos sentimos em paz para connosco e para com os outros. A sua condição de antigo feirante, levou-o a conhecer as terras e as gentes.
Gosto de saber tudo o que possa sobre outras religiões, porém sem procura. Se me vire ter à mão informação, não a desprezo. Leio e informo-me. Aprofundar o conhecimento seria mais difícil.
Um abraço.
Gonçalves
Boa tarde amigo Joaquim Schieder da Silva,
Enquanto foram meus vizinhos, fui visitado pelos miúdos que faziam proselitismo. Como sou Católico, por tradição e por vocação, não fui convencido a mudar. Foram sempre muito gentis para comigo e eu sempre correspondi com a mesma gentileza. Fiquei com simpatia pela Igreja, mas não mais que isso.
Um abraço.
Boa tarde amigo Joaquim Schieder da Silva,
Embora tenha tido como vizinha a Igreja dos Santos dos Ùltimos Dias, na Rua Elísio de Moura, em Braga, que posteriormente mudou a sua localização para Lamaçães, sei muito pouco dessa Igreja e das suas raízes, pelo que lamento entender não dever aceder à sua solicitação. Um grande abraço.
Boa tarde,caros leitores.
Desde a semana passada que nao sou mais o primeiro conselheiro da minha unidade .
Espero agora que o presidente da estaca me deia um outro cargo ,que creio que vai ser na estaca .
cumprimentos
Obrigado pela sua ilustre participação, Joaquim. Fiquei honrado com o comentário feito por você. Obrigado e abraços!
Muito Obrigado, Joaquim...
Ok Joaquim, publiquei e espero que goste.
abraço
Olá Joaquim,
Muito obrigado por sua opinião no post sobre Nelson Mandela. Ainda sou novato no ramo...
P.S. Não revelo meu nome pois estou representando meu blog. Caso queira acessar, o site é: http://curiosocia.blogspot.com/
Caro Joaquim também sou português, já tentei enviar algumas mensagens para você neste site, mas por algum motivo não consigo.
Caro Joaquim estou de saida dos grupos que me querem ensinar como escrever os luteranos calvino e outro mas mantereios meus grupos apesar de estar de castigo ate retirar todos os meus textos para um blogg espanhol de caris religioso e com mais liberdade so terei de traduzir o que ja escrevi um abraço fica bem.
Israel.marques
Caros Leitores e alerto Joaquim mas cada um deve pensar o que devo fazer por minha esposa e se querem viver eternamente com elas e seus filhos basta seguir os propositos de a Historia da Familia pesquisadores la tem um linK que nos incentiva a sermos mais coriosos de nossa descendencia.
ISRAEL:MAERQUES
http://youtu.be/CLbrebynMrk agora sejam havidos de curiosidade
http://youtu.be/niLhn8ceohg caro joaquim sera que vais partilhar este video
http://youtu.be/ucyUT8tc7J4 mostrar para quem tem duvidas um abraço
feliz semana
Israel.marques
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Em nossa enquete anterior, perguntamos: de 0 a 5, que nota você daria para a edição da ANPU regional (2012)? 638 pessoas votaram na enquete. O resultado foi o seguinte: 0 (27,90%), 5 (22,24%), 3 (16,14%), 4 (15,05%), 2 (7,99%) e 1 (7,68%).
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