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Sem dúvida, a escola é um dos locais mais resistentes à mudança no Brasil. Não escapa à lógica do capitalista, onde tudo vira lucro: o cliente tem sempre razão. Faculdades e escolas particulares fazem de tudo para aprovar os alunos sem muito esforço e deste modo não espantar sua fonte de lucro. Escolas estaduais que pretendem melhorar os índices de IDH forçam a aprovação de alunos incapacitados: são números, tidos por muitos como fatos, mas que escondem uma realidade complexa.

Mas, para além destes termos, temos que entender que o jovem recusa a escola. Grupos de jovens dizem um NÃO casa vez mais alto e sonoro, que na grande maioria das vezes ignoramos. As escolas particulares são frequentadas por alunos que a encaram muito mais como um lugar de sociabilidade, de mostrar novas roupas, novos video-games, etc. As escolas públicas são frequentadas por alunos desacreditos, que muitas vezes estão mais interessados na merenda que na sala de aula. Em ambos os casos, a escola está reproduzindo a sociedade que a envolve.

No entanto, ao manter práticas clássicas de ensino - a de um professor despejando conhecimento sobre seus alunos, que disciplinadamente devem absorver tudo - a escola cria um foco de resistência a mudanças inevitáveis nas formas de comunicação, Livros em preto e branco são incapazes de chamar a atenção das crianças. Não defendo que os livros devem ser extintos. Pelo contrário, eles continuam sendo uma importante fonte de conhecimento, mas não mais a única. Eles devem ser utilizados em associação com materiais digitais, mais interativos e mais visuais, ou seja, mais próximos com o que o aluno está acostumado a ver fora da sala de aula.

Não estou justificando o desinteresse dos alunos e as políticas de aprovação CQC (custe o que custar... hehe... piadinha tosca), mas não deixo de me preocupar com a falta de interesse dos educadores em se atualizar. Os intelectuais da educação devem aprimorar suas reflexões a este respeito, e os profissionais da educação devem problematizar seu dia a dia, constatar problemas, e tentar encontrar soluções para resolve-los. O aluno não pode mais ser visto como um absorvente de conhecimento, mas também como um produtor de seu próprio conhecimento, orientado pelo professor.

Isto é internet. Isto é comunicação no ciberespaço.

 

Criei recentemente um blog sobre este tema. O objetivo é apresentar infográficos interativos sobre diversos processos históricos, através de temas atuais, como meio ambiente, relações de gênero, o papel do corpo na sociedade, memmória, etc. Ou seja, trazer para a realidade do aluno aquilo que é visto em preto e branco nos livros. Quem se interessar e quiser colaborar, visite o blog e me escreva!

www.conexaohistoria.wordpress.com

 

Abraços!

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Tags: Ciberespaço, Didático, Educação, Ensino, Material, Tecnologia, de, e, ensino, historia

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Não pare na pista

Chega aos cinemas brasileiros o aguardado filme cinebiografia de Paulo Coelho, "Não pare na pista -  a melhor história de Paulo Coelho", dirigido por Daniel Augusto. 

Sinopse: Cinebiografia de Paulo Coelho, o filme se concentra em três momentos distintos da carreira do escritor: a juventude, nos anos 1960 (período em que é vivido pelo ator Ravel Andrade); a idade adulta, nos anos 1980 (Júlio Andrade); e a maturidade, em 2013, quando refaz o Caminho de Santiago (Júlio Andrade, maquiado). Usando como base depoimentos do próprio Paulo Coelho, a história perpassa os momentos mais marcantes da vida do autor, como os traumas, a relação com as drogas e a religião, sexualidade e a parceria com o músico Raul Seixas.

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Ensino de História: Confira o artigo “A guerra das narrativas: debates e ilusões em torno do ensino de História”, da historiadora Christian Laville, da Universidade Lava, Quebec. Resumo: Em quase todas as partes do mundo, os programas escolares exigem que o ensino da história desenvolva nos alunos a autonomia intelectual e o pensamento crítico. Há muito tempo não se vê mais a missão de incutir nas consciências uma narrativa única glorificando a nação ou a comunidade. No entanto, quando o ensino da história é questionado nos debates públicos, é sempre com referência a esse tipo de narrativa: embora não fazendo mais parte dos programas, esse continua sendo o único objeto dos debates. Este artigo dá inúmeros exemplos atuais de tais debates, antes de concluir que são provavelmente vãos e que as pessoas se iludem sobre os efeitos reais da história ensinada. Alguns exemplos também são dados a esse respeito. Clique aqui para acessar.

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