Lulla e Stanley Gacek (AFL-CIO) – Ligações Perigosas - PARTE II



Lulla e Stanley Gacek (AFL-CIO)
 
– Ligações Perigosas - PARTE II






É fato que só dois estrangeiros estavam no palanque de Lulla, no comício da vitória. Luiz Favre (que nem no PT goza de confiança) e....Stanley Gacek...

De lá para cá é o que sabemos. Não foram contempladas NENHUMA das bandeiras de Reformas Estruturais e Apego à Ética, pregada na campanha deste que, afinal, fora eleito sob uma Agenda Popular e pelas Forças Populares...




Raymundo Araujo Filho
Médico veterinário homeopata e acha que o santo é mais “milagreiro” do que suspeitávamos.
   
___________________________________
  

Este artigo é fruto de uma pequena pesquisa sobre fatos já expostos na internet, apenas ainda não interpretados de forma sequencial, como aqui procuro fazer. Está sendo publicado em 3 partes.


[03.09.2009]

Parte II – A Execução

Parte I - A Trama

No mesmo ano de 2002, o da tentativa de deposição de Chávez, Lulla é eleito para o seu primeiro mandato, já sombreado pela Carta aos Brasileiros (na verdade uma Carta aos Estrangeiros), emitida apenas um mês antes das eleições, onde já apontava para a traição que ora nos impõe. E apoiado por gente que adora dizer que tem história na política brasileira, e ficam chateados quando os chamamos de pelegos. Meu voto em Lulla foi claro e declarado em artigos: Achava que o Brasil teria de passar por esta experiência, para tentar amadurecer politicamente. Mas está difícil este amadurecimento, com a inflexão francamente governista, haja o que houver, pela maioria das lideranças sociais e sindicais brasileiras. A locupletação é enorme!

É fato que só dois estrangeiros estavam no palanque de Lulla, no comício da vitória. Luiz Favre (que nem no PT goza de confiança) e....Stanley Gacek e sua esposa petista e brasileira (mas que adora os EUA). Ah! Não nos esqueçamos do vinho francês de R$65 mil a garrafa, oferecida pelo abjeto Duda Mendonça ao Lulla, em restaurante chique no Rio, logo em seguida. Um achincalhe emblemático à pobreza brasileira.

De lá para cá é o que sabemos. Não foram contempladas NENHUMA das bandeiras de Reformas Estruturais e Apego à Ética, pregada na campanha deste que, afinal, fora eleito sob uma Agenda Popular e pelas Forças Populares, incapazes de perceber a inflexão já feita por este Ovo de Serpente que se tornou o ex operário de São Bernardo, nascido em Garanhuns mas, ao que parece, tornou-se um agente da elite paulista e brasileira, além da estrangeira.

E sob a figura de Stanley Gacek a fazer sombra ao presidente ex operário brasileiro, Lulla visitou os EUA, antes de sua primeira eleição, para beijar a mão de Bush e, a meu ver, ser convidado para ser o líder dos países pobres, fazendo o contraponto aos radicais presidentes que começavam a serem eleito em nosso continente (o das Veias Abertas). Era o desfecho da cooptação que iniciou-se em Washington, dez anos antes. E assim, Lulla sucede FHC com discurso de oposição, mas para continuar a malfeitoria ao Brasil.

E a figura de Stanley Gacek, sempre presente. E como!

Ora, senhores e senhoras! Com atribuir a alguma paranóia ou às risíveis teses de Conspiração da História, estes fatos (e não imaginações) descritas acima? Como não entender como causa e efeito, unha e carne ou feijão com arroz, esta influência nefasta da AFL-CIO, patrocinadora da tentativa de golpe contra Chávez e das tentativas de desestabilização de tudo que cheire a autodeterminação Latino Americana e Caribenha, esta desnacionalização profunda que Lulla faz das riquezas estratégicas brasileiras, evidentemente em um cenário de algumas concessões às corporações sindicais, ONGs (mamadeiras do erário) e quetais, além das esmolas aos brasileiros excluídos, que são impedidos de não reconhecer Lulla como um ato contínuo de FHC e sua política teleguiada dos EUA, vítimas que são, os extratos populares e os mal informados, da Confusão Programada, agora também executada pela “esquerda” corporativa brasileira.

É que rola muita grana, empregos, projeção política no poder, entre outras odiosas condutas, nesta operação de sequestro institucional, desmonte das bases reivindicativas populares e sindicais, para manter o Brasil como mero fornecedor de matérias primas para o primeiro mundo (aliás em patamares nunca d'antes visto neste país), oligoplizando não só indústrias de produtos elitizados e os “populares”, além do sistema financeiro, de acordo com os ditames da “crise” de acumulação de riquezas por poucos, em detrimento de muitos. E com avanço claro e aberto ao erário, através das concessões às grandes corporações, que todos vimos, as quais analisamos recentemente.

E chegamos no Pré Sal, o alvo central (além do Nióbio e outros metais, além da água doce de superfície e reservatórios subterrâneos, além da biodiversidade animal, vegetal e mineral) para nutrir a rapinagem secular que sofremos.

Dia 31 de Agosto de 2009 seria anunciado o modelo de exploração de nossas reservas petrolíferas. Muitas tergiversações e Fundos Soberanos, tudo para mascarar a intenção estratégica de esgotar o Pré Sal em cerca de 15 anos (dados do próprio presidente da AEPET- Assoc. Dos Engenheiros da Petrobrás, que insiste em não ver o Lulla como uma ameaça a tal soberania nacional).

O sindicalismo pelego brasileiro, notadamente os petroleiros, sequer foi ouvido, embora tenham bajulado Lulla e nos chamados de agentes da reação, em tentativas vãs de nos desqualificar ou mesmo intimidar. Até uma pauta prepararam para uma reunião prometida e agendada por Lulla, para antes do anúncio, afinal revogado. Mas, parece que foram outras, as ordens dos EUA, para onde foram a ministra Dilma e o seu par Lobão (Minas e Energia), para anunciar o plano, em primeira mão aos seus chefes ianques, e receber as ordens . Uma semana antes do malfadado anúncio que não houve (parece coisa do Barão de Itararé, o inesquecível Aparício Torelly), com a cara mais lavada do mundo, o presidente da AEPET anunciou no Programa Faixa Livre que o presidente Lulla desmarcou a reunião, deixando todos chupando os próprios dedos, enquanto ficaram a ver navios (petroleiros?) a sumirem no horizonte das promessas não cumpridas.

E, haverá “concessões” no novo texto, como a mudança do termo Concessão, para Partilha e outros pontos absolutamente periféricos, visando o calendário eleitoral (como bem denunciou dia 30-08-2009 o ex presidente defenestrado por telefone da Petrobrás, o Ildo Sauer). Este, deve saber o que diz, e é insuspeito de estar aliado aos interesses estrangeiros, como gostam de aventar o Lullo Petismo, contra todos aqueles que ousam crtíticas à condução política do país.


Continua...

 
 
17.04.2010 

______________________________
Fonte: Via correio eletrônico
Este texto encontra-se também em titaferreira.multiply.com/journal/item/2600

Exibições: 44

Tags: araujo, esquerdas, filho, gacek, ligações, lulla, perigosas

Os comentários estão fechados para esta mensagem de blog

LINKS PATROCINADOS

Conteúdo da Semana

O historiador Fábio Koifman (UFRRJ) conta ao Café História como transformou mais de sete mil documentos em uma pesquisa histórica bem sucedida e conversa sobre outros assuntos, como a sua relação com os arquivos no Brasil

Links Patrocinados

Cine História

Somos tão jovens

Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.

Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.

Enquete História

Você acredita que João Goulart foi assassinado por agentes da ditadura militar?

Sim
Não
Talvez


Resultado Parcial
Comentar esta Enquete
Recomendar esta Enquete

Em nossa enquete anterior, perguntamos: de 0 a 5, que nota você daria para a edição da ANPU regional (2012)? 638 pessoas votaram na enquete. O resultado foi o seguinte: 0 (27,90%), 5 (22,24%), 3 (16,14%), 4 (15,05%), 2 (7,99%) e 1 (7,68%).

Parceiros


NOSSOS OUTROS PROJETOS

Política de Privacidade

Para ler nossa "Política de Privacidade", clique aqui.

© 2013   Criado por Bruno Leal.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço

body, .xg_reset .xg_module_body { line-height: 1.3; }