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O FBI foi fundado em 1908. Neste momento os Estados Unidos já tinha passado por um processo de “encurtamento” territorial, ou seja, já havia meio de locomoção e comunicação, como: telégrafo, telefone, ferrovias e automóveis.
O processo de industrialização foi tão grande que os Estados Unidos estava extremamente rico e atraia imigrantes de diversas partes do mundo, entre eles os europeus, muitos com ideais anarquistas, comunistas, etc. Além disso, houve o fato de aumento populacional dentro da América, fora os imigrantes, e no geral essa população vivia em cortiços lotados e em grande pobreza. Atraídos pelas ideologias trazidas pelos imigrantes, principalmente o anarquismo, essa população começou a saquear e de certa forma tornou-se uma ameaça ao Estado norte-americano. Diante de todo esse pano de fundo, achou-se necessário fundar um orgão de Investigação, principalmente dos imigrantes, para expulsá-los do país e manter a ordem.
Antes de J. Edgar houve 5 diretores do Bureau, mas ele foi o que ficou mais tempo na diretoria do FBI, cerca de 48 anos.
O que é mais interessante no filme em relação ao desenvolvimento do FBI é que J. Edgar tem um papel importantíssimo na forma de investigação. Ele quer identificações com digitais e dados pessoais de todas as pessoas que vivem no país (RG) coletadas e arquivadas num banco de dados; desenvolve um laboratório de perícia que servirá para analisar todos os documentos encontrados nas cenas de crime; avaliará todos os agentes e exigirá qualificações como: formação universitária, aptidão física... PARA CONTINUAR LENDO CLIQUE AQUI
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
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