Corrida de Sapos 

 

 

O objetivo era atingir o alto de uma grande torre. Havia no local uma multidão assistindo. Muita gente para vibrar e torcer por eles. Começou a competição. Mas como a multidão não acreditava que os sapinhos pudessem alcançar o alto daquela torre, o que mais se ouvia era: 

Que pena !!! esses sapinhos não vão conseguir...não vão conseguir..." E os sapinhos começaram a desistir. 

Mas havia um que persistia e continuava a subida em busca do topo. A multidão continuava gritando: 

"... que pena !!! vocês não vão conseguir !...". E os sapinhos estavam mesmo desistindo, um por um, menos aquele sapinho que continuava tranquilo ... embora cada vez mais arfante. Já ao final da competição, todos desistiram, menos ele. A curiosidade tomou conta de todos. Queriam saber o que tinha acontecido. E assim, quando foram perguntar ao sapinho como ele havia conseguido concluir a prova, descobriram que ele era surdo.

 

 

 

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Tags: objetivos, otimismo, persistência, reflexão, sonhos

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Não pare na pista

Chega aos cinemas brasileiros o aguardado filme cinebiografia de Paulo Coelho, "Não pare na pista -  a melhor história de Paulo Coelho", dirigido por Daniel Augusto. 

Sinopse: Cinebiografia de Paulo Coelho, o filme se concentra em três momentos distintos da carreira do escritor: a juventude, nos anos 1960 (período em que é vivido pelo ator Ravel Andrade); a idade adulta, nos anos 1980 (Júlio Andrade); e a maturidade, em 2013, quando refaz o Caminho de Santiago (Júlio Andrade, maquiado). Usando como base depoimentos do próprio Paulo Coelho, a história perpassa os momentos mais marcantes da vida do autor, como os traumas, a relação com as drogas e a religião, sexualidade e a parceria com o músico Raul Seixas.

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Ensino de História: Confira o artigo “A guerra das narrativas: debates e ilusões em torno do ensino de História”, da historiadora Christian Laville, da Universidade Lava, Quebec. Resumo: Em quase todas as partes do mundo, os programas escolares exigem que o ensino da história desenvolva nos alunos a autonomia intelectual e o pensamento crítico. Há muito tempo não se vê mais a missão de incutir nas consciências uma narrativa única glorificando a nação ou a comunidade. No entanto, quando o ensino da história é questionado nos debates públicos, é sempre com referência a esse tipo de narrativa: embora não fazendo mais parte dos programas, esse continua sendo o único objeto dos debates. Este artigo dá inúmeros exemplos atuais de tais debates, antes de concluir que são provavelmente vãos e que as pessoas se iludem sobre os efeitos reais da história ensinada. Alguns exemplos também são dados a esse respeito. Clique aqui para acessar.

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