Causa e Efeito: A verdade sobre o mundo Árabe-Muçulmano

Causa e Efeito: A verdade sobre o mundo Árabe-Muçulmano

 “Por que o mundo árabe – falemos terrivelmente claramente – é tão atrasado? Por que tantos ditadores, tão ralos direitos humanos, tanta 'segurança' e tortura, tantos analfabetos?”  - Robert Fisk.

 
Já postei aqui um texto http://www.novae.inf.br/site/modules.php?name=Conteudo&pid=1319 de autoria de Robert Fisk e traduzido para o nosso querido português acerca dos aspectos nítidos, porém pouco citados e tratados do fracasso duplo tanto da cultura quanto dos valores ostentados pela civilização islâmica. Porém, os acontecimentos recentes vindos à baila em três continentes – África, Ásia e Oceania - provocados pela audiência de um pequeno, simples e tosco filme postado na internet me fez pôr em questão a utilidade e aplicabilidade das palavras do Sr. Robert Fisk.  Após pesquisar e refletir comigo mesmo, consciente e tristemente cheguei a uma triste conclusão: Não são os valores de civilização, os verdadeiros fatores-alicerces dos conflitos modernos que estamos a assistir e sofrer, e sim os sentimentos coletivos secretos (insegurança, medo, inveja, ciúmes, cabotinismo e egocentrismo frágil) despertados e alimentados nas populações integrantes da civilização islâmica oriundos da inevitável comparação  feita  com coexistência virtual proporcionada pela mídia global os verdadeiros causadores de conflito, insurgência e de todo esse terrorismo que estar aberta e ocultamente a assolar o mundo inteiro.
 
 
O que se viu nos últimos dias foi um espetáculo deplorável, patético, vergonhoso, sobretudo para as populações que direta ou indiretamente apoiaram essas turbas de vândalos miseráveis. Elas, as turbas, sem dúvida arrebanharam multidões à sua volta porque escolheu países “camaradas” que sofrem influência direta, sua e das elites islâmicas. 
"Como enfrentar as causas ocultas de nossa mediocridade e implantar mudanças reais ancoradas em cidadania sólida, economia produtiva e Estado estável continua a ser o enigma que continua a desafiar três gerações de árabes" - Rami Khouri, jornalista árabe.
Quando uma pessoa sofre algum tipo de complexo, sobretudo de inferioridade, - e isso já não é coisa boa -, faz de tudo para atrair a atenção sobre si, ao mesmo tempo em que aponta nos outros defeitos que são seus. Mas muito pior que uma pessoa, é um grupo, uma população, um povo, uma nação e mesmo uma civilização inteira e milenar construída, constituída, mantida e zelada sob os pilares de inconfessáveis e profundas (talvez até inconscientes) invejas coletiva e pública das conquistas e valores de um alheio intimamente bem conhecido e admirado e abertamente desprezado e odiado.
 Muçulmanos sentem inveja dos valores da civilização ocidental por seu enorme poder e riqueza, daí porque jogam pedras, ateiam fogo, aviões, bombas e outras cositas más  no “imperialismo cultural”  ocidental mas não boicotam os produtos e serviços ocidentais ou pedem para que seus governos rompam os contratos com as empresas do ocidente e em especial que as grandes corporações petrolíferas  mantém com eles porque sabe que isto representaria um rombo muito significativo em sua economia.
Nessa maratona intercontinental empreendida por essas turbas e corjas para empanar o brilho ofuscado de seu profeta, há duas questões subjacentes: a primeira, é a de posar como vítima do “imperialismo” que o persegue, planeja sua extinção e conspira com seus “lacaios” para destruir os valores islâmicos. Com isto as turbas de fracassados, ladrões, vândalos e terroristas islâmicas tentam encobrir seus próprios crimes, como roubos de mobília e pertences respectivamente das entidades que invadem e das pessoas que sequestram, assaltos, estupros, pilhagem e os de seus Governos e Estados como feroz perseguição à dissidência, presos-políticos (civis e militares), fraude eleitoral, destruição das instituições democráticas através da xaria que lhe dá poderes plenos e absolutos, doutrinação religiosa nas escolas e universidades. Além disso, oferecem apoio a jihad terrorista de todas as facções envolvidas nesse processo e fazem alianças com governos tiranos, como o da China, Irã e Rússia. Recentemente, além da monumental compra (com os petrodólares, é claro) de armamento, munições e equipamentos bélicos e tecnologia militar, Estados islâmicos como o Paquistão estão fornecendo urânio à facções terroristas e dando treinamento às mesmas para que atuem em âmbito global como força do tipo commando. Tudo isso feito com apoio, aprovação e aclamação de todo o povo paquistanês.

 
Os homens enfurecidos que saem às ruas para roubar, sequestrar, pilhar, depredar, estuprar, queimar e matar não o fazem por defesa de valores religiosos nem por falta de liberdade para se exprimir educadamente e sim, por uma inconfessável (talvez até inconsciente) e profunda inveja. Nada do que venham a ter os fará parar de matar, porque o que não suportam é a simples presença física daqueles que eles julgam superiores, não pelo que têm, mas pelo que são. E isso não é coisa que se possa tirar de alguém a não ser quando se lhe tira a própria vida. Matar a felicidade e a legitimidade alheias para depois imitar os seus portadores sem medo de parecer ser o que se é, um pirata chinfrim, gatuno mambembe – essa é a razão da violência que estamos a assistir naqueles cantos do mundo e buscamos evitar neste  país.

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