AS COMUNIDADES HUMANAS DO TERRITÓRIO ANGOLANO: OS KHOI-SAAM


Os khoi-saam, Bochimanes ou ainda Kamussequeles foram os 1º que habitaram em Angola, povos não bantos, não eram de raça negra mas sim boximanes. Existiam no sul de Angola, no
deserto do Namibe, mas as guerras, as doenças, a fome e a exploração colonial dizimaram
por isso são hoje muito pouco; falam a língua Oukancala, nunca formaram reino ou estado em Angola,
pós viviam em tribos sob forma da época primitiva.



Eles apresentavam as seguintes características;



Ø Estatura pequena ou pegmoides;



Ø Pele castanha, claros e livremente amarelados;



Ø Cabelos piquemos;



Ø Olhos orientais;



São conhecido como caçadores utilizando armas pequenas, arcos, flechas, e eram nómadas. Estrutura muito baixa, não falam a língua articulada mais sim por estalidos.



PRODUÇÃO E ACTIVIDADE



Com agricultura e a pastorícia tornaram-se sedentários e habitavam em savanas divididas em numerosas tribos, produziam massango, massanbala e carne que servia da base da sua
alimentação.



ARTE


Na arte os Khoi-saam utilizavam pinturas e escultura em rochas onde retratavam cenários de guerra, de caça, dança e cerimónias religiosas. Quando os primeiros indivíduos de raça
negra (os bantos), entraram em Angola habitaram em todo o território e os
khoi-saam tímidos foram obrigados a viverem em zonas escondidas como no semi-deserto
do sul de Angola.







Exibições: 1537

Tags: Angola, Bantos, khoi-saam, território

Comentar

Você precisa ser um membro de Cafe Historia para adicionar comentários!

Entrar em Cafe Historia

Links Patrocinados

Cine História

Sobrevivente

Chega aos cinemas o filme islandês "Sobrevivente", de Baltasar Kormákur. 

Sinopse: Durante o inverno de 1984, um barco pesqueiro naufraga no Atlântico Norte, nas proximidades da Islândia. Os tripulantes tentam sobreviver, mas as águas geladas impedem que essa tarefa seja facilmente concluída, restando apenas Gulli (Ólafur Darri Ólafsson), um homem bom, de fé, querido por todos, e com uma vontade de viver inacreditável. Após nadar por cerca de seis horas e enfrentar vários percalços, ele consegue contato com a civilização. Após a incrível experiência vivida, Gulli terá ainda que viver com a dor da perda dos amigos e, pior, a incredulidade de todos, que não entendem ele ter sobrevivido a uma situação tão extrema e insistem em fazer testes para saber como isso pode ter acontecido. Baseado em fatos reais.

documento histórico

Guerra do Paraguai: Prédios paraguaios após a Guerra do Paraguai s.l., [186-]. Arquivo Polidoro da Fonseca Quintanilha Jordão. Fonte: Arquivo Nacional

Conteúdo da semana

Leituras da escravidão: O mini-documentário 'Leituras da Escravidão' aborda a escravidão na província do Paraná através do relato de estudantes de História da Universidade Federal do Paraná, que pesquisam o tema em processos judiciais do século XIX no Arquivo Público do Paraná

Parceiros


Fotos

Carregando...
  • Adicionar fotos
  • Exibir todos

Política de Privacidade

Para ler nossa "Política de Privacidade", clique aqui.

© 2014   Criado por Bruno Leal.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço

body, .xg_reset .xg_module_body { line-height: 1.3; }