
A Família Real Fazendo Pose
D.Pedro, a família e seus pertences estão fazendo pose para a fotografia. É que o Museu Imperial está disponibilizando todo o seu acervo na internet. A idéia é aproximar o grande público da História do Império Brasileiro. Confira!
O boom de digitalização de arquivos históricos chegou à Família Real Brasileira. D.Pedro e sua família estão agora a um clique de distância de você. No ano em que comemora os seus setenta anos, o Museu Imperial de Petrópolis (Rio de Janeiro) ganhou de presente O Projeto DAMI (Digitalização do Acervo do Museu Imperial), idealizado para disponibilizar todo o acervo da instituição na internet. A idéia é oferecer ao amplo público acesso às imagens das peças e também conteúdo detalhado sobre cada uma. Com isso, o Museu ampliaria bastante o número absoluto de seu acervo atualmente exposto, que não ultrapassa os 7%. Mas esse presentão - comemorado por pesquisadores, estudantes, professores, público geral interessado em história - não é pouca coisa. O projeto está mobilizando vários profissionais.
No total, são onze profissionais, entre museólogos, historiadores e técnicos na área de imagem. As peças são trabalhadas em três laboratórios de digitalização, onde são fotografados e escaneados, inclusive peças frágeis. Segundo o cronograma do Museu, a cada quatro meses serão inserindo novas coleções na base de dados do projeto, objetivando tornar a visita do internauta uma experiência agradável e inovadora, oferecendo, para isso, um número superior a 360 mil itens distribuídos entre peças de natureza arquivística, bibliográfica e museológica.
Segundo a Equipe do Museu Imperial, a digitalização dos acervos de cunho patrimonial constitui "um imperativo às instituições que, reconhecendo a importância do meio virtual na sociedade contemporânea, anseiam por utilizar esta tecnologia como um meio de disseminação e conseqüente democratização do acesso à informação e ao conhecimento." E acrescentam: "a adoção destas novas tecnologias possibilita a implementação de uma eficaz política de preservação e proteção do acervo histórico e artístico, principalmente daqueles itens que se encontram mais frágeis e sujeitos à deterioração, devido ao seu constante manuseio.
O trabalho, porém, ainda está no momento inicial, haja vista a previsão da necessidade de, no mínimo, dez anos para a digitalização completa dos documentos, livros, periódicos e demais objetos de arte e história que compõem o riquíssimo e diverso acervo do Museu Imperial. No momento, O Museu Imperial apresenta a primeira etapa desse Projeto, com a disponibilização de três coleções: a Coleção Carlos Gomes, a Coleção Sérgio Eduardo Lemgruber e a Coleção Visconde de Itaboraí. A primeira coleção, por exemplo, de Carlos Gomes, é composta de 254 itens, dos quais 225 fazem parte do acervo arquivístico, 23 do acervo museológico e 6 do acervo bibliográfico. Essa coleção foi formada a partir de uma doação (legado) feita ao Museu Imperial, em 1947, por Ítala Gomes Vaz de Carvalho, filha do maestro. São documentos impressos e manuscritos, iconografias, objetos tridimensionais (moedas, medalhas, cerâmica, mobiliário, entre outros), livros e folhetos que se relacionam, principalmente, com a trajetória profissional e pessoal de Antonio Carlos Gomes.
A matemática é animadora: até o momento já são mais de trezentos e cinqüenta documentos manuscritos, livros, folhetos, periódicos e objetos tridimensionais, totalizando três mil e noventa e nove imagens. Em setembro, o Projeto prevê a realização da segunda etapa, com a disponibilização de um novo lote pertencente à outras três grandes coleções do arquivo.
No site da instituição (www.museuimperial.gov.br/portal/projeto-dami), o internauta pode ter mais informações sobre cada coleção e, claro, realizar sua própria pesquisa. No site, é possível realizar a busca combinando "Setor de Guarda", "Coleções/Arquivos", "Categoria" e "Período".
Acesse e compartilhe com a Família Real Brasileira a sua vida nos mínimos detalhes!
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Comentário de EDILZIMAR REBOUÇAS em 17 março 2012 às 15:00 NÓS futuros HISTORIADORES... estuda=mos, TODO TIPO DE época....a minha aréa que admiro é HISTORIA NA IDADE MÉDIA...
Comentário de Ana Carmem de Jesus em 9 outubro 2010 às 19:23
Comentário de Liberalino Junior em 12 setembro 2010 às 17:05
Comentário de Gustavo Aguiar Araujo em 10 setembro 2010 às 20:01
Comentário de Breno Araujo em 9 setembro 2010 às 13:43
Comentário de Adila Barretto em 9 setembro 2010 às 10:47
Comentário de Pedro Paulo Aiello Mesquita em 8 setembro 2010 às 2:36
Comentário de Rafael Leandro em 5 setembro 2010 às 23:43
Comentário de Elisabete Thaumaturgo em 31 agosto 2010 às 19:29 Bem-vindo (a) ao
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Somos tão jovens
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Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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