DAS IGREJAS AO CEMITÉRIO
Dentre outras questões, o livro de Vanessa, muito bem escrito e ilustrado na medida certa, expõe não só o ímpeto do projeto modernizador que varreu o mundo ocidental dos oitocentos, mas, sobretudo, a maneira como as idéias e ações (bem concretas!) desses projetos eram recebidas e encaradas pela população que, por sua vez, viu-se obrigada a redefinir e negociar suas crenças, nas palavras da autora, “adaptando suas visões escatológicas e soterológicas sobre o ato de morrer”. Comentar
Comentário de Bia Cardoso em 28 dezembro 2012 às 13:23 A Morte e as maneiras de morrer são, se fato, algo interessantíssimo de se pesquisar e ler. Tive uma pesquisa financiada pela FAPESB onde analisei as manifestações de devoção e ritos fúnebres em Cachoeira-Ba (recôncavo baiano) no século XIX, antes dessas discussões de higienização estar em voga. Para aqueles que apostam nesse assunto como uma boa leitura, ai vão algumas dicas.
ARIES, P (1977) – Homem diante da morte. Rio de Janeiro, Francisco Alves
ARIES, P. (1977) – História da morte no Ocidente. Rio de Janeiro, Francisco Alves.
CARVALHO, V. A. (1996) – Vida que há na morte. In: BROMBERG, M.H.P.F.; KOVÁCS, M..J.; CARVALHO, M.M.J.; CARVALHO; V.A. – Vida e morte. Laços da existência. São Paulo, Casa do Psicólogo.
Reis, João José: A morte é uma festa (Ritos fúnebres e revolta popular no Brasil do Séc. XIX. Cia das Letras, S.P.1991
Abraços a tod@s!
Comentário de sibeli aparecida da silva em 27 junho 2012 às 21:47 Fiquei muito empolgada com o assunto... Esse é um assunto que deveria ser mais abordado, assim como em outras culturas, sou professora e vejo como é rejeitado pelos alunos parecer ser algo que "mistico", não aceitam a realidade que a forte é um fato. Com livros como este, acredito ser um porta que abordar um assunto tão evitado.
Parabéns
Comentário de Izabel Cristina Castro em 1 setembro 2010 às 9:00
Comentário de Francisco Bonato Pereira em 2 março 2010 às 22:50 Bem-vindo (a) ao
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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