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LIVRO REGISTRA HISTÓRIA DA VIDA DOMÉSTICALAZER&CULTURA POR REDAÇÃO - 11/11/2011Conhecer o mundo lá fora é uma jornada fascinante, mas descobrir a própria morada pode ser tão interessante quanto. O livro Em Casa – Uma breve história da vida doméstica, do americano Bill Bryson, lançado em outubro pela Companhia das Letras, nos ajuda a percorrer esse universo, feito por algo a mais do que somente divisões internas, peças de mobiliário e um eventual jardim. LEIA MAISLivro de arquitetura raro ganha reediçãoLivro une decoração, cozinha e famososMaria Ignez Barbosa fala de décor e designLivro retrata jardins da virada do séc. 20Livro celebra criações Art Déco no RJ“Tudo o que é descoberto, criado ou ferrenhamente disputado – vai acabar, de uma forma ou de outra, na casa das pessoas. (…) Assim, a história da vida doméstica não é apenas uma história de camas, sofás e fogões, como eu vagamente supunha, mas, sim, do escorbuto e do guano, da Torre Eiffel e dos percevejos, dos ladrões de cadáveres e de mais ou menos tudo o que já aconteceu. As casas não são refúgios contra a história. É nelas que os fatos históricos vão desembocar.” O autor, o escritor Bill Bryson, lembra, por exemplo, que janelas eram, literalmente, um luxo. Em 1696, foi criado na Inglaterra um imposto para quem incluía essas aberturas em casa, e a taxa era tão pesada que os moradores as evitavam ao máximo. A situação perdurou até a metade do século 19, quando o imposto foi abolido. No decorrer da obra, Bryson transita por todos os ambientes da casa e passa também por locais praticamente extintos em construções modernas, como o porão. Ele nos lembra que, se hoje em dia casa é sinônimo de comodidade, até o século 18, a ideia de conforto doméstico era tão estranha que sequer existia uma palavra para esse conceito. (JENNIFER GONZALES)
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
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