A verdade, é que Ronald D Feo, matou os pais a sangue-frio, porque queria as apólices de seguro deles e
sua irmã e amante DaW, também participou da tragédia matando os 3 irmãos.
Todos os assassinatos recaíram sobre ele, porque após matar os pais, quando soube que a irmã havia matado os irmãos, ele a matou porque a morte dos irmãos não estava nos planos dele.
A prova de que ela participou dos assassinatos é que foram encontrados vestígios de pólvora na roupa dela e isso prova que também disparou uma arma.
Aliaís a mesma arma, pois todos foram mortos com a mesma arma. Ele matou os pais, e ela sem lhe dizer nada pegou na arma e matou os restantes membros e de seguida foi morta pelo irmão.
Essa versão, o próprio contou muitos anos depois á um amigo que o foi visitar, e dentre as várias versões apresentadas por ele ( que sempre mudou a versão dos acontecimentos) esta é a que se encaixa melhor , pois ele também admitiu nessa conversa privada que tinha 2 cúmplices.
Ele desmentiu isso, mas conceguimos entender porque:
Um dos cúmplices ainda está vivo, e Ronald não quer correr o risco de ser morto na prisão, á mando da família do cúmplice, por isso é que desmentiu oficialmente essa conversa em que conta a verdade á um amigo.
Haveria influências satânicas? Creio que sim, pois ninguém na vizinhança ouviu os disparos e o rifle usado para a matança, era muito potente e ficou provado que não foi equipado com um silenciador.
Só o sobrenatural, poderia abafar o som daqueles tiros.
Cliquem no link, abaixo e ficarão exclarecidos.
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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