A ERA NAPOLEONICA E O CONGRESSO DE VIENA

Olá fico feliz em fazer parte do Café História e para começar mostro então um trabalho que fiz sobre a "ERA NAPOLEONICA".que foi do meu Segundo Semestre de 2008.

A ERA NAPOLEONICA E O CONGRESSO DE VIENA.


Resumo


A Era Napoleônica foi um período de grande desenvolvimento e conquistas para a França, através da liderança e genialidade de Napoleão Bonaparte. Ele conseguiu o domínio de praticamente todo território europeu como também do
comercio. As nações se viram obrigadas e sentiram a necessidade de se aliarem
para combater o forte inimigo que era a França , representada por Napoleão, por
isso surgiu a idéia do Congresso de Viena, onde foram discutidas ações e
articulações para enfrentar a França.


Palavras-Chaves: Era Napoleônica, Napoleão , Congresso de Viena.


1- Introdução


No inicio do século XIX a Europa inteira fervilhava por influencia dos ideais iluministas, que desencadeou a Revolução Francesa e acabou por derrubar o último monarca da
França, o Rei Luis XVI, que junto com
sua mulher, a rainha Maria Antonieta, foram degolados pela guilhotina, e além
deles também foram guilhotinados todos os membros da Nobre Família Real
Francesa e inclusive os intelectuais que
contribuíram para a eclosão da Revolução, como Robespierre e Danton.


Além disso, outra coisa que fazia fervilhar a Europa era um novo conceito de comercio que a Inglaterra havia criado, a Industria, onde a máquina passaria a substituir o sistema de mão-de-obra artesanal do
homem. Nesse momento também surge um dos
generais mais influentes que a França teve, com uma estratégia militar
inigualável e que fazia muitos lideres políticos do continente morrerem de medo
só de ouvir o seu nome: Napoleão Bonaparte.


Nascido no ano de 1769 na região de Ajáccio, no Arquipélago da Córsega, localizada no Mar Mediterrâneo, a oeste da Itália, com constituição administrativa da França. Aos 19 anos assumiu a patente de
Tenente de Artilharia do Exercito Francês, passando assumir como General
posteriormente ao 27 anos, onde acabou sendo vitorioso em várias batalhas na
Itália e na Austria.


Quando passou a assumir o importante cargo político de Imperador da França, passou a ser denominado como “Monarca Iluminado”, por ter aderido ao movimento filosófico do
iluminismo.


Napoleão esteve no poder durante 15 anos, e nesse tempo conseguiu a grande façanha de conquistar
grande parte da Europa. Na opinião de alguns biógrafos e estudiosos do assunto
Napoleão tinha uma estratégia militar e um espírito de liderança que era
inigualável, e com um talento de empolgar os soldados com promessas de riquezas
e glórias após as batalhas vencidas. Mas para entender a História, primeiro é
preciso entender os antecedentes que levaram
um jovem de 19 anos assumir o Posto de Tenente de Artilharia, até vir a
ser um dos grandes imperadores que o mundo já conheceu.


Napoleão era filho de um notário, cargo abaixo da hierarquia do Poder Judicial, , e se dizia descendente da aristocracia militar toscana (Itália), do século XII, que por argumentarem
que por ele pertencer a essa pequena nobreza, a Família Bonaparte podia
reivindicar alguns privilégios, principalmente depois que a Coroa Francesa
comprou a ilha da Córsega, que era então república de Genova, entre esses
privilégios estavas os que eram reservados aos bem-nascido sobre o Antigo
Regime Frances.


Aos 9 anos de idade, quando ainda usava o nome escrito em italiano de Napoleone Buonaparte, deu inicio a sua carreira continental quando o seu pai resolveu usar de contatos para lhes conseguir um
lugar num escola preparatória de Autun. Foi nessa escola que aprendeu a falar
francês além do seu italiano nativo e foi onde
resolveu modificar o seu nome. Pouco mais tarde seu pai Carlos Napoleão,
havia conseguido reconhecimento da Corte Francesa, que foi vital para a carreira
militar do seu filho que seria o futuro imperador da França, pois naquela época
só eram oficiais, quem fazia parte de uma Família Aristocrática , era tanto
que o rei chegava a oferecer bolsas de estudo aos filhos de nobres
pobres, e o jovem Napoleão Bonaparte passou a estudar numa escola mais
qualificada, em Brienne, na Champagne, região do leste da França.




2- A Era Napoleônica.


Aos 15 anos Napoleão entrou para a prestigiosa École Militaire de Paris, onde um ano depois entraria como Segundo-Tenente
da Artilharia. Em 1785, a França já estava vivendo um clima de tensão, que
prenunciava a Revolução, mas mesmo naquele momento a vida nos quartéis
costumava ser mais sossegada. Napoleão tinha o costume de ler os relatórios dos
tenentes, começou a escrever uma longa história da Córsega e impregnou-se das
idéias liberais e reformistas que
varriam a França.


Durante o período da Revolução Francesa, Napoleão chegou a ser detido pela Guarda Francesa sendo acusado de traição, iria ser morto guilhotinado, mas por falta de provas, acabou solto. No momento posterior a
Revolução, já no inicio do século XIX, a França já vivia uma situação muito
grave, porque a Burguesia super apavorada e temerosa quanto a instabilidade
interna, e das derrotas sofridas por países inimigos, estava esquecendo seus
ideais de liberdade, defendidos alguns anos antes, e pensava em como fazer um
governo forte, tentando buscar no Exercito uma força capaz de reorganizar a
nação tentando fazer com que ela restaurasse a lei e a ordem. Napoleão surgia
como a única pessoa que poderia exercer um Governo por ter prestigio popular e
competência para liderar e conseguir manter a estabilidade do pais. A partir de
10 Novembro de 1799(o 18 de Brumário no calendário Revolucionario), Napoleão ao
retornar do Egito com apoio do Exercito e da Alta Burguesia, resolve dissolver
o Diretório e estabelece um novo governo, conhecido como “O CONSULADO”. Esse
período Revolucionário chegava ao fim e começa a partir daí um período de
consolidação do Poder e da Burguesia.



O Governo do Diretório estava em estado de crise crônica e o Primeiro Ministro britânico Willian Pitt organizara e financiara uma nova aliança contra a França: assim chamada Segunda
Coalizão, que incluía Nápoles, Áustria, Rússia e o Império Otomano. Alguns dos
membros do Diretório queriam ajuda militar para dar um golpe que desse a França
um regime mais estável. Bonaparte ficou entusiasmado: em Novembro de
1799, com a ajuda de suas tropas, foi proclamada uma nova constituição:
Três “cônsules” governariam nação e embora seus poderes fossem aparentemente
iguais, logo ficou claro qual era o cônsul que detinha a verdadeira autoridade:
Napoleão Bonaparte.



Um de seus feitos como imperador da França foi realizar as pazes com a Igreja Católica, a partir de 1792, o Governo Revolucionário havia então insistido para que o Clero fosse escolhido
pelo voto popular e não mais com a intervenção papal, foi nesse momento que
Napoleão celebrava tanto a paz entre a Igreja e o Estado, quanto a paz em toda
Europa.


Até 1802, o novo governo francês(Consulado) era comandado por 3 magistrados com o titulo de Cônsules, sendo o próprio Napoleão o primeiro a quem caberiam as decisões, enquanto os
outros dois teriam apenas o voto consultivo.



Toda estrutura da França estava sendo racionalizada. Em 1801, os pesos e medidas do antigo regime foram substituídos pelo sistema métrico decimal. Nos anos seguintes, criou-se uma
nova força de policia nacional e instituíram-se os liceus escolas públicas
secundárias em todo o pais. Mostrando que ele também se preocupava um pouco com a
educação, e também queria disponibilizar de mobilidade, com uma rede de grandes
estradas cobrindo agora o pais.


Durante o período de seu governo as pessoas que eram subversivas ao seu sistema autoritário se davam muito mal. Em seu governo ele implantou
o Código Civil que dava direito exclusivamente ao homem uma importância de
autoridade, privando as mulheres de muitos dos direitos que gozavam
anteriormente. Em uma lei de 1803, exigia que todos possuíssem uma carteira de
registro, carimbada pelo empregador . Sem esse passe, o trabalhador podia ser tratado como um
vagabundo. E em qualquer caso de litígio
senhor e servidor, a palavra do
empregador era aceita sem hesitação. Houve uma forte censura rígida a imprensa
e uma policia secreta altamente eficiente silenciava quem quisesse reclamar .


No entanto, a aprovação pública do governo havia trazido paz e estabilidade a França quase que por completo, a posição de Napoleão foi reforçada em Agosto de 1802, quando um plebiscito
quase unânime concedeu-lhe o consulado
vitalício. E em 1804, um novo plebiscito ratificou a decisão, tomada em maio,
de se tornar “imperador dos franceses”.


No período do Consualdo (1802-1804), na política interna na França, Napoleão fez uma administração centralizadora. O pais foi dividido em departamentos cujos governantes eram
nomeados e controlados diretamente pela égide de Paris. Como estadista,
Napoleão firmou uma lei ratificando, a distribuição de terras realizada durante
a reforma agrária do período do Terror, ganhando com isso o apoio de 3 milhões
de pequenos proprietários que temiam ter de devolver suas terras aos antigos
proprietários.


O seu governo deu grande impulso aos negócios e a industrias ao criar o Banco da França e a Sociedade de Desenvolvimento da Industria Nacional. O Sistema Tributário francês foi
reformado, com a criação de uma nova moeda : o franco, e o aumento na
arrecadação de impostos deu ocupação a milhares de desempregados através de um
programa de construção de obras públicas, estradas, canais, pontes, drenagem de
pântanos etc....


As mudanças implantadas em seu Governo beneficiaram principalmente a Burguesia, cujo poder consolidou-se com as Leis do Código Civil( ou Napoleônico),
elaborado entre 1804 e 1810 por
um corpo de juristas nomeados pelo governo.


Na Política Externa, Napoleão derrotou os austríacos na Batalha de Marengo, pouco tempo depois a
Rússia estabeleceu a paz com os franceses
e a consolidação contra a França acabou por se desfazer.


Em 1803, Napoleão planejava reconstruir seu Império Colonial e adotava medidas de proteção alfandegária que prejudicavam a liberdade Colonial Inglesa. Assim que foi coroado Imperador dos Franceses, recebeu o título de
Napoleão I, sua coroação presidida com a presença do Papa, para deixar claro
que o Estado não se submetia a Igreja, Napoleão colocou a coroa em sua própria
cabeça.


Assim que foi coroado Imperador da França em 1804, Napoleão recebeu o titulo de Napoleão I, sua coroação foi presidida com a presença do Papa , para deixar claro
que o Estado não se submetia a Igreja, Napoleão colocou a coroa em própria
cabeça. Com a criação do seu Império, Bonaparte centralizou todos os poderes do
Estado. Com isso pode agraciar seus familiares e agregados com títulos,
honrarias e altos cargos. Napoleão I empregou todas as suas forças no sentido
de liquidar o poderio inglês estabelecer um Império Universal, cujos objetivos significavam:


1) De um lado a luta de uma nação Capitalista Burguesa( a França) contra uma Europa
Continental Absolutista e Aristocrática.


2) De outro, a luta entre as duas nações burguesas( França e Inglaterra) pela
hegemonia político-econômico pela supremacia colonial.


Durante o período desse Governo, houve uma Terceira Coligação(Áustria, Rússia, Inglaterra, Suécia), atacou a França e sua aliada Espanha. Os ingleses venceram a marinha
franco-espanhola na Batalha de
Trafalgar(1805), acabando com as esperança napoleônicas de invadir as ilhas
britânicas. Em terra os franceses foram superiores derrotando os austríacos nas
Batalhas de Ulm e os austros-russos em Austerlitz.


Em 1806, Napoleão Bonaparte recebe o apoio de dezesseis príncipes alemães, criando assim a Confederação do Reno, que liquidou o Sacro-Império-Romano-Germanico.


Nesse mesmo ano a Inglaterra, Prússia, Rússia e Suécia formaram a Quarta Coligação Anti-Francesa. A Prússia foi derrotada na Batalha de Iena e Berlim foi
ocupada, pela Paz de Tilsit a Prússia foi desmembrada.


Mas um dos maiores feitos que Napoleão fez como Chefe de Estado foi decretar o Bloqueio Continental. Onde ele impôs que nenhum pais da Europa teria relações
comerciais com a Inglaterra, sua inimiga, se caso nenhuma dessas nações
européias aceitasse essa imposição ele ameaçaria invadir o pais com suas
tropas, iria causar uma destruição em massa, iria tirar o Rei do Trono e
exterminar todos os membros das dinastias.


Muitos países aceitaram participarem desse bloqueio, os únicos que se recusaram foram Portugal e a Rússia, que como
conseqüência foram invadidos pelas tropas de Napoleão, sendo que em ambas ele
acabou sendo derrotados, sendo que em Portugal ele foi enganado pelo Rei Dom
João VI, um monarca despreparado que usou de forma inteligente e estratégica
essa fuga para o Brasil para depois retornar a Portugal em 1821, ainda coroado
Rei, e do mesmo jeito aconteceu na Rússia, sendo que nesse o rei estava
presente, assim como em Portugal
Napoleão não enfrentou o rei diretamente, pois ele foi de surpresa por
um inimigo que era impossível do homem
combater, o clima, o rigoroso inverno russo contribuiu para ser o estopim para
ele ser derrotado, e assim começando os seus sinais de enfraquecimento.


CONGRESSO DE VIENA


Em 01 de Outubro de 1814, foi realizada em Viena, Capital da Áustria, uma confederação que reunia países europeus membros da Sexta Coligação, com objetivo de discutir
algumas mudanças no cenário da política européia pós-napoleonica, mundialmente conhecida como
o Congresso de Viena . Esse evento durou até Junho de 1815, quando Napoleão foi
derrotado na Batalha Marítima de Waterloo, que representou um grande fiasco nos
ideais de liberdade, fraternidade e igualdade que ecoavam por toda Europa
Pós-Revolução Frances. Nessa reunião foi discutida proposta sobre o retorno do
Antigo Regime Monárquico e o combate aos ideais de liberalismo e nacionalismo.
Além dessa proposta, também foi discutida na pauta dessa reunião:


1) O reconhecimento da legitimidade das dinastias depostas pela política
expansionista de Napoleão Bonaparte .


2) O restabelecimento do equilíbrio político-militar entre as nações européias,
promovendo a preservação da paz.


Foi durante essa reunião que houve um restabelecimento político das potencias participantes, como por exemplo:


a) A Rússia anexou parte da Polônia, Finlândia e Bressarábia.


b) A Áustria anexou a região dos Bálcãs.


c) A Inglaterra ficou com a estratégica Ilha de Malta, o Ceilão e a Colônia do Cabo,
o que lhe garantiu-lhe o controle das rotas marítimas.


d) União da Noruega e Suécia.


e) A Espanha e Portugal, que foram as mais prejudicadas por Napoleão, conseguiram
restaurar as suas antigas dinastias, no entanto não tiveram ganhos
territoriais.


f) Foi nesse momento que o Rei Português Dom João VI no Brasil, decreta a elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal e Algarves.




CONCLUSÃO


De onde se concluiu que a Era Napoleônica foi um período de grande desenvolvimento no comercio, cultura, educação e conquistas de territórios, e de
fundamental importância para quebra do regime absolutista dos reinados. Foi
também um período que a França conseguiu
se reerguer politicamente depois do período de total calamidade em que estava
encontrando depois da Revolução Francesa. Foi um período em que muita nações da
Europa tiveram um imenso temor em enfrentar um confronto contra as tropas de Napoleão, que eram extremamente
preparadas tanto em armamento bélico, quanto numericamente e estrategicamente
em combate, mostrando que Napoleão tinha uma excelente estratégia de comando militar e uma genialidade em
frente de batalhas que era extremamente inigualável e que na opinião unanime de
alguns estudiosos ele foi além de um gênio em batalha , foi também um
competente chefe de Estado que tinha um grande espírito de liderança muito
natural . E a respeito do Congresso de Viena, conclui-se que foi muito
importante para quê as nações européias
prejudicadas por Napoleão,
queriam de algum jeito uma forma de reerguerem os direito territoriais que foram perdidos depois de
terem sido derrotados por Napoleão, que
estas nações estavam propondo a volta de seus regimes monárquicos que foram
destituídos por Napoleão, e como forma de restabelecer um equilíbrio
político-militar para promover a paz entre as nações européias. Foi também
nesse momento do Congresso de Viena, que Napoleão estava sendo derrotado na
Batalha Marítima de Waterloo em 1815, que representou sua grande derrota
política e militar sobre a Inglaterra, sua arqui-rival. Além disso, durante o
período que durou o Congresso de Viena muitas nações européias tiveram alguns
ganhos territoriais, sendo que a Espanha e Portugal, foram as mais prejudicadas
não tiveram nenhum ganho territorial, em compensação restabeleceram suas
dinastias, e foi nesse momento que o Rei
Português Dom João VI, então
monarca do Brasil, decreta a antiga colônia a categoria de Reino Unido de
Portugal e Algarves.



Referencias:


ALLAN, Tony, O Império de Bonaparte, in A Força da Iniciativa, Time Life Books. Coleção da Abril Livros, Editora Abril, 1993.


http://pt.wikipedia.org/wiki/Congresso_de_Viena


http://pt.shvoong.com/humanities/h-history/707151-era-napole%C3%B4nica


http://www.historiadomundo.com.br/idade-contemporanea/eranapoleonica/

Exibições: 10572

Comentar

Você precisa ser um membro de Cafe Historia para adicionar comentários!

Entrar em Cafe Historia

Comentário de Marcelo Gomes da Silva Bruno em 5 setembro 2013 às 13:47

Breno,

 Um detalhe importante do Congresso de Viena que você esqueceu foi a criação do Reino Unido dos Países Baixos reunindo a antiga República Holandesa, a Bélgica e Luxemburgo e tendo como monarca Willem (Guilherme) I, Príncipe de Orange-Nassau.

Comentário de Breno Araujo em 7 setembro 2010 às 9:30
Muito Obrigado.
Comentário de Rafael Leandro em 6 setembro 2010 às 17:56
Muito interessante
Comentário de Breno Araujo em 24 agosto 2010 às 16:50
O episódio da derrota de Napoleão na Rússia inspirou uma das famosas músicas do maestro russo Piotr Ilych Tchaikosvsk, "ABERTURA-1812".

Links Patrocinados

Cine História

O Homem mais procurado

Acaba de chegar aos cinemas o filme "O Homem mais procurado", dirigido por Anton Corbjin ("Um Homem Misterioso" e "Controle - A História de Ian Curtis"). O filme traz Philip Seymour Hoffman ( em seu último papel), Rachel McAdams e William Defoe.  

Sinopse: Depois de ser brutalmente torturado, um imigrante de origem chechena e russa faz uma viagem à comunidade islâmica de Hamburgo, tentando resgatar a grande herança que seu pai teria lhe deixado. A chegada deste homem desperta a curiosidade das polícias secretas alemã e americana, que passam a acompanhar seus passos. Enquanto a investigação avança, todos fazem a mesma pergunta sobre o imigrante: seria ele apenas uma vítima ou um extremista com um plano muito bem elaborado?

café história acadêmico

Líbano e Egito: Leia na íntegra a dissertação "Alguns aspectos sobre o processo da democratização dos sistemas políticos no mundo árabe: Egito e Líbano como modelos de estudo", do pesquisador Younus Khalifa Haddood. O trabalho foi desenvolvido no Programa de Pòs-Graduação em Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Dissertação defendida em 2007. Clique aqui.

EVENTO EM DESTAQUE

Parceiros


Fotos

Carregando...
  • Adicionar fotos
  • Exibir todos

Política de Privacidade

Para ler nossa "Política de Privacidade", clique aqui.

© 2014   Criado por Bruno Leal.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço

body, .xg_reset .xg_module_body { line-height: 1.3; }