Hoje, 15 de setembro, a humanidade e, mais profundamente, palestinos e libaneses, lembram os trinta anos do “Massacre de Sabra e Chatila”,um estúpido assassinato de cerca de 3.500 civis (os números não são precisos), refugiados nos campos de Sabra e de Chatila, situados nas proximidades da capital libanesa.
O crime ocorreu quando a região onde ficavam os “campos” estava sob o domínio (eles dizem PROTEÇÃO) do Exército Israelense, na época da invasão do Líbano,em 1982 e foi executado pela “milícia maronita”, comandada por Elie Hobeika.
A Suprema Corte de Israel apontou como pessoalmente responsável pelo morticínio o Sr, Ariel Sharon, então Ministro da Defesa Israelense, decisão que fez com que Sharon fosse demitido do cargo que ocupava.
Em dezembro daquele mesmo ano, a Assembléia Geral da ONU, em resolução tomada por 123 votos a favor e nenhum contra, com 22 abstenções, condenou o massacre declarando-o um “ATO DE GENOCÍNIO”.
O Sr.Ariel Sharon hoje se encontra em “estado vegetativo permanente”, decorrência de um AVC sofrido no início de 2006, quando era Primeiro Ministro de Israel.
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A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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