De acordo com a revista Billboard Brasil, das 50 "músicas" mais tocadas nas rádios brasileiras no último mês de outubro, apenas 3 são de "rock"... E olha que eles classificaram o NX Zero como "rock", sendo que, na verdade, os caras são EMO...
As 15 primeiras posições são dominadas pelos sertanojos Michel Teló, Victor & Leo e Luan Santana... Hahahahahahahahah !!! Depois ninguém sabe porque a educação, a saúde e a política estão uma droga! A opção cultural da maioria reflete a ignorância coletiva do povo!!!
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Comentário de Allan Russo Catto em 11 dezembro 2011 às 20:56 Fernando, foi exatamente isso que eu quis dizer! Você entendeu! É como aquele velho ditado: "o cachorro só róe osso porque nunca deram filé mignon ao bichinho". Exato, o povo é paciente mesmo! Mas, essa massa anestesiada deveria pensar individualmente, quando o assunto é cultura, e não seguir apenas o que a grande mídia impõe... Para isso é necessário consumir obras que estimulem o intelecto, obras que não fazem parte da cultura de massa, como uma boa MPB, ou um rock de contestação, ou um Beethoven, ou ler Clarice Lispector, Machado de Assis, Guimarães Rosa, Hermann Hesse, entre tantos outros...
Não vejo a opção cultural da maioria como reflexo da ignorância coletiva do povo. Nesse processo o povo é paciente. Ele ouve o que a indústria fonográfica, associada aos meios de comunicação, acha que ele quer ouvir. Como foi dito, foi feito um levantamento das 50 músicas mais tocadas nas rádios brasileiras. A culpa é dos programadores. O povo não se auto-impôs os sertanejos e pagodeiros da vida.
De fato eu entendo agora melhor o que você disse, só vejo que quando uma pessoa busca esse tipo de musica não tem a mente atrofiada por ela, por outros custumes e outras formas de manipulação da midia isso já aconteceu e ai sim por exemplo chegam ao ponto de entender até mesmo o funck como cultura.
Acho que o problema não é a a musica anestesiar o cerebro é que no fim é isso que busca quem escuta.
Comentário de Allan Russo Catto em 9 dezembro 2011 às 8:54 Ok Ingrid! Mas, acho que você não compreendeu bem o que escrevi... Jamais disse que "letras românticas são ofensivas"... O que eu disse é baseado nos estudos de pensadores da Escola de Frankfurt... Além disso, aqui no Brasil tem um estudioso importante sobre "indústria cultural", ele se chama Teixeira Coelho... Pesquise! Estude um pouco mais! As letras dos pseudo-músicos que citei não são ofensivas, elas apenas anestesiam a mente, não evoluem o cérebro, muito pelo contrário, atrofia a massa encefálica... Quem as ouve, fica sem capacidade intelectual de contestação...
Não estou defendendo apenas o rock... Por que a maioria do povo não ouve Chico Buarque, Raul Seixas, Marisa Monte, Tim Maia, entre tantos outros excelentes músicos da cultura popular brasileira??? A questão não é gosto pessoal, a maioria das pessoas acha que é, mas não é!!! A grande mídia dita o que a maioria do povão vai consumir como cultura, e para ela e os políticos não são interessantes músicas, livros ou filmes que fazem o povo pensar!
Pesquise, estude um pouco mais sobre o tema "indústria cultural".
Valeu! Grande abraço!
Gosto muito de rock porém não consigo concordar com tal colocação, afinal letras românticas são vazias mas não me parecem ofensivas a mente de ninguém.
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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