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Todas as mensagens de blog com a tag 'cordel' (5)

Glícia  Lima POESIA

REISADO BUMBA - MEU – BOI Raimundo Alves de Araújo - Eterno estudante do CEJA/Projeto FORMAR- Aposentado FUNASA I Vou participar do boi Na cultura popular Junto com outras pessoas Alegremente a brincar II Não tenho nada de prática Mas presto bem atenção Porque o bumba - meu – boi Traz boa recordação III Eu sou neto de vaqueiro Que muito boi derrubou Nas quebrada do sertão Quebrou mato e aboiou IV Eu estou muito feliz Em poder participar Resgatando as belezas Da cultura popular V E peço aos… Continuar

Adicionado por Glícia Lima em 17 março 2009 às 7:13 — Sem comentários

Gustavo Dourado Cordel para Carlos Drummond de Andrade

Cordel para Carlos Drummond de Andrade A Vida Passada a Limpo Casa: Morte do Leiteiro A Puta... A Morte a Cavalo A Palavra Minas por inteiro... Carlos Drummond de Andrade: Bom-DiaAmante brasileiro... Poeta do Meio do Caminho Para o que der e vier... Alguma Poesia: Infância Numa Cidadezinha Qualquer Carlos Drummond de Andrade: Quadrilha: Pintor de Mulher. .. Mundo Grande: Nudez bela... Esquecer para Lembrar... Os Ombros Suportam o Mundo: Sou Fã.zen.deiro do Ar... Boitempo a Rosa do Povo : Num… Continuar

Adicionado por Gustavo Dourado em 8 novembro 2008 às 18:12 — Sem comentários

Gustavo Dourado Cordel das Festas Populares

Cordel das Festas Populares Gustavo Dourado A Ciência do Folclore: Aprendi com o Cascudo... Patativa deu o mote: Ariano conteúdo... Vitalino esculpiu: Cartola nos disse tudo... Baião de dois:Farinhada A sagrada rapadura Bebo uma talagada Gole de cachaça pura Para cantar o Brasil: E os festejos da cultura... Conhecimentos e crenças: Conjunto das tradições... Danças, ritmos e lendas: Fábulas...Superstições... Comidas e vestimentas: Mitos...Advinhações... São muitos ciclos festivos: Ano-Nov… Continuar

Adicionado por Gustavo Dourado em 4 novembro 2008 às 22:57 — 2 Comentários

Gustavo Dourado Cordel reforça voz no mundo virtual

Cordel reforça voz no mundo virtual 30/10/2008 01:29 Cordel reforça voz no mundo virtual Publicado por Marco Polo em 28 de outubro, 2008 Por Bruno Ribeiro - Correio Popular Entre as tradições populares mais antigas do Brasil está a literatura de cordel. Sua origem está localizada no período colonial, quando à trova portuguesa somou-se a poética nativa do caboclo. Da mistura do épico medieval com o olhar picaresco sobre o cotidiano nascia não somente um novo tipo de poesia naïf, mas um ritmo es… Continuar

Adicionado por Gustavo Dourado em 4 novembro 2008 às 13:07 — Sem comentários

Gustavo Dourado Cordel para Paulo Freire

Cordel para Paulo Freire Gustavo Dourado Paulo Reglus Neves Freire Foi um ás da Educação Em Recife...Pernambuco Deu-se a concepção Veio ao Mundo Paulo Freire Pra fazer renovação... 1921...19 de setembro Nasceu o gênio educador Paulo Freire, mestre célebre Revolucionário professor Um destaque universal De pensamento inovador... No Colégio Oswaldo Cruz: Em Recife estudou Ainda era aluno: A língua experimentou Criativo e analítico: Sempre o verbo pesquisou... Em 1946 Em Direito se Diplomou A… Continuar

Adicionado por Gustavo Dourado em 15 outubro 2008 às 8:42 — Sem comentários

Cinehistória

Cidadão Boilesen

O documentário revela as ligações de Henning Albert Boilesen (1916-1971), presidente do famoso grupo Ultra, da Ultragaz, com a ditadura militar, ajudando no financiamento da repressão violenta e também a sua participação na criação da temível Oban – Operação Bandeirante, espécie de pedra fundamental do Doi-Codi. (RC)

Cidadão Boilesen foi premiado no Festival Internacional de Documentários É Tudo Verdade, esteve no Festival do Rio e na Mostra de São Paulo. Sempre aplaudido pelo público e pela crítica, levanta o véu sobre a Operação Bandeirantes.

A Oban, como era chamada, foi um centro de informações, investigações e de torturas montado pelo Exército brasileiro no fim dos anos 1960 para combater organizações de esquerda que confrontavam o regime ditatorial que vigorava desde 1964 no País. O filme deixa claro que era financiada por empresários e banqueiros. O caso de Henning Boilesen, o cidadão Boilesen, é exemplar. Dinamarquês naturalizado brasileiro, ele virou empresário no País. Anticomunista ferrenho, ligou-se a grupos militares e paramilitares. Outros empresários e banqueiros - nomeados no filme - também fizeram isso, mas Boilesen se destacava por uma particularidade fartamente debatida no filme. Sádico, ele tinha um prazer especial em seguir as sessões de tortura, chegando a fornecer carros da empresa Ultragaz, do grupo Ulbra, que presidia, para operações de repressão. Em 1971, foi vítima de uma emboscada e morto por guerrilheiros.

Foram mais de 15 anos de pesquisa, que agora se concluem na estreia. Litewski elaborou uma lista de 200 possíveis entrevistados. Um terço lhe bateu o telefone na cara, tão logo ele anunciava sua intenção. Outro terço admitia dar depoimento, sem que fosse gravado ou filmado, certamente temendo represálias. O terço final, finalmente, deu a cara e a voz às denúncias formuladas no filme. Elas de alguma forma corrigem a história oficial. Mostram que a famigerada ditadura foi, na verdade, uma aliança civil-militar, incentivada e sustentada por setores de peso na sociedade, e não apenas empresários da Fiesp ou banqueiros da Febraban. Nem a imprensa é poupada. Litewski, que se autodefine como ‘rato de pesquisa’, só cita empresários e organizações que tenham sido mencionados por no mínimo três fontes diferentes.

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