Postado em 29 março 2011 às 19:22 1 Comentar 0 Curtiram isto
Perdemos nosso ex vice presidente,ou ganhamos um legado para a posteridade historica de nossa politica?
Bruno Leal disse...
Alessandra disse... Bom dia Flavio,
No século IV quando a religião foi declarada livre e o cristianismo religião oficial a população cristã era de 10%. A mãe de Constantino era uma cristã fervorosa, foi responsável por trazer de Roma vários artefatos. Não se sabe ao certo os interesses de Constantino diante dessa atitude. O que se sabe sobre sua vida em torno da religião é de que:
- Sua mãe Helena era uma cristã fervorosa;
- Antes da batalha contra Maxência vê o sol se pondo e enxerga "XP" (Christos) "sob este símbolo vencerás." Constantino usa este símbolo como o símbolo de guerra;
- Ele foi um dos responsáveis, e diria não foi o principal, na construção da Basílica de São Laterano (depois de 313) e a São Pedro (324-325) em Roma;
- Ele foi batizado no leito de morte, por razões teológicas da época.
Caso você tiver a oportunidade de ir para Roma, você se deparará com um monumento ao lado do Coliséu, o arco de Constantino. Normalmente este monumento é visto como um monumento cristão. Pois após vencer a batalha contra Maxêncio e declarar a religião cristã oficial, ele constrói este monumento. No entanto neste monumento você poderá notar um simbolo interessante o Sol Invictos (...) que não possui nenhuma ligação com a religião cristã. Por que Constantino construiria um monumento ao paganismo se ele teria adotado a religião cristã?
Outra problemática: Ele admitia outras religiões, o que um cristão fervoroso na época não admitiria.
Acredito que Constantino certamente tornou o cristianismo religião oficial por razões políticas, pois também a religião une ou não as pessoas. Razão pela qual ele inclusive convocou o Concílio Niceno.
José Otávio Aguiar disse...
Elizabeth W R Torresini disse... Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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