carlos esteves disse...
Isabel Santos disse...
Isabel Santos disse... Joaquim, vou excluir o tópico onde falei na sua igreja.
Cumprimentos: Isabel.
carlos esteves disse...
Isabel Santos disse... Joaquim, disseste ao Carlos, que eu fui dura com a sua igreja e esperavas um pedido de desculpas. O que eu posso dizer é que me senti redicularizada por você, quando falei na teoria da Terra Oca. Deveria talvez ter me contido um pouco mais, sobre o que penso dos Mórmons. Somos cristãos e por isso, acho que não deve haver ressentimentos de parte a parte. Amigos?
Feliz Natal estimado amigo e felicidades pela nova casanao esqueças de ajoelhar no primeiro dia agradecendo a benção UM ABRAÇO FRATERNO
F EL I Z N A T A L
ISRAEL
carlos esteves disse... Joaquim, a Isabel abriu outro tópico espetacular sobre o bebê Lindberg.
Como sei que és uma pessoa instruída, convido-te a dares a sua participação.
Jefferson Evanio da Silva disse... Concordo em partes com voce meu amigo. Realmente as identidades culturais são preservadas em alguns encontros entre as culturas. Mas historicamente esses encontros vieram a constituir um complexo de relações subjetivas repletas de sentimentos como o etnocentrismo. Que por sinal, foi responsável pelas mudanças de identidade e extinção de costumes e do próprio povo. O mundo globalizado acelera os contatos entre os indivíduos e por conseguinte expõe todos os interesses individuais e colotivos, que estão refugiados nos interesses: econômicos, sociais, religiosos, ideológicos... enfim, os contatos repletos de subjetividades são responsáveis também pelo processo de transformações nas identidades, e isso é provado com uma simples análise temporal.
Brancaleone disse... Joaquim!!
Com todo respeito...
Deuses não me incomodam.
Pulgas, bicho de pé, bêbados, políticos, os hipocritamente corretos e outras coisinhas mais me incomodam sim pois existem e encontro-os com frequencia, já deuses não são encontrados uma vez que para mim não existem, logo não me incomodam.
Mas o colega Angelo exagera. Imagine só ele presidente da República Teológica Afro-Brasileira...
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Era uma vez na Anatólia
A novela pode ter acabado, mas a Turquia continua em cena no Brasil. Acaba de chegar aos cinemas do país o filme "Era uma vez na Anatília", co-produção Bósnia-Turquia.
Nas planícies da Anatólia, na Turquia, um grupo composto de um policial, um médico legista e um advogado conduz dois prisioneiros em busca do local onde enterraram sua vítima. Já é tarde da noite e, em meio à escuridão, eles não conseguem mais encontrar o local exato onde foi colocado o cadáver. Entre as divagações e os deslocamentos, o advogado e o médico começam a se conhecer melhor, percebendo que eles têm pontos de vista muito diferentes sobre a vida.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
Ativado por

