Silvaniza Maria Vieira Ferrer disse...
Denise Oliveira disse... Enrique, obrigada pelo comentário sobre o vídeo a Historia Sionista.
Sou frontalmente contra a ação de Israel não só contra a Palestina, mas contra todo Oriente Médio. Ser mais rico, organizado, poderoso não dá o direito de uma nação invadir e destruir as demais. Caso seja assim, então a Alemanha Nazista tinha razão em exterminar 6 milhões de judeus, 3 milhões de ciganos(ninguém fala nos ciganos), 1.500 de eslavos(ninguém fala nos eslavos), anarquistas, comunistas, deficientes físicos...se a lógica, for vale a lei do mais forte....então pra que liberdade não?
Olá Enrique.
Seja bem vindo ao grupo sobre a Igreja Católica Apostólica Romana.
Participe comentando e contribua com os teus conhecimentos para o enriquecimento do mesmo.
Um abraço.
Rodrigo Phanardzis Ancora da Luz disse... Exato! Acho que nenhuma ditadura presta. Nem a ditadura fascista e nem o comunismo. E hoje vejo alguns retrocessos no Ocidente enquanto o mundo árabe avança rumo à democracia. Por exemplo, decepciona-me ver o xenofobismo crescendo na Europa, o chavismo avançando na América do Sul (agora o Peru vai ser mais um aliado de Chávez) e os USA restringindo liberdades individuais por causa da guerra contra o terror. A própria restrição à liberdade de imprensa na Argentina é outra preocupação. Assim, espero que o Brasil mantenha o seu rumo de desenvolver a democracia E eue Deus nos livre de qualquer tipo de totalitarismo, de autoritarismo ou de fundamentalismo! Abraços.
Rodrigo Phanardzis Ancora da Luz disse... Olá amigo,
Como vai?
Penso que Getúlio não chegou a ser nazista, mas tinha forte admiração pelo fascismo e inspirou-se nesses regimes. Ao final, porém, aliou-se aos USA na 2ª Guerra. Talvez por livre e espontânea pressão.
É possivel qie os governos argentinos estiveram mais próximos do nazi-fascismo que o Brasil. Ainda assim, nos 15 anos da era Vargas, pode-se afirmar que metade (1937-1945), isto é, o Estado Novo, aproximou-se do fascismo.
Interessante seu relato sobre seus irmãos em Espanha. Metade da direita e a outra metade da esquerda...
Abraços.
Rodrigo Phanardzis Ancora da Luz disse... Olá, Enrique!
Como vai?
Respondi seu comentário lá debate sobre os Evangelhos aqui no Café História.
Um abraço!
mario americo de moura filho disse...
Alana Morgana disse... Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
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