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carlos pereira jr
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Este grupo destina-se a pesquisa sobre o mais importante fenômeno cultural do sec. XX, suas, transformações consequencias e desdobramentos ao longo das ultimas cinco décadas.
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novembro 4

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Atividade profissional
Outro
Formação
Graduado
Cidade em que moro
Rio de Janeiro
Estado e país em que moro
Brasil RJ
historiografia e pós identidade

Neste inicio de século, a fragmentação do universo historiografico em uma pluralidade de alternativas epistemológicas e recortes metodológicos quase infinita, torna impreciso falar de História no singular. É mais apropriado falarmos em ciências históricas que, em suas tantas variações e possibilidades, traduzem a busca de significados e sentidos que reduz cada um de nós a humilde condição de homens que se fazem no tempo; na temporalidade, procurando representar tal experiência, impor-lhe sentido e significado de modo diverso.
Em poucas palavras, ser historiador é buscara plenitude de si mesmo no tempo através da experiência coletiva e singular de estar e ser no mundo.
Esta é uma superficial definição de mim mesmo e, em certa medida, daquilo que poderiamos chamar aqui de individuação ou construção da consciência singular do mundo, da coisas e de si mesmo.... enquanto esvoadiço processo

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Às 19:37 em 6 novembro 2009, Patrícia Kyrah disse...
Parece que você gosta das idéias do Jung, certo? =)
Às 19:35 em 6 novembro 2009, Patrícia Kyrah disse...
Olá Carlos...
Li seus comentários no tópico de mitologias e fiquei interessada em trocar umas idéias a respeito...quero entender um pouco sobre essas entrelinhas presentes na linguagem mitológica, pois pretendo começar uma pesquisa sobre mitos amazônicos...conhece algo?
Às 7:35 em 5 outubro 2009, Camila F. da Rosa disse...
Eu que agradeço!
Ótima semana!
Abraços!!!!
Às 10:39 em 24 março 2009, Maria Renata disse...
Olá Carlos,


Não tenho condições de discutir as questões tratadas por você, o que posso dizer, todavia, é que, na minha opinião, as palavras fazem toda a diferença.
Às 18:51 em 21 março 2009, Maria Renata disse...
Ah não, eu aqui aonde judas perdeu as meias e vc vem me falar do show do radiohead!!!!!! Quer me causar um infarto, me matar de inveja ou o quê??????????????? Bem Lyotard não foi meu ponto de partida sobre a pós modernidade. Ouvi falar da "coisa" quando cursei 1 ano de jornalismo, mas lá a discussão era a reprodutibilidade técnica do Benjamim...assim, durante certo tempo, me foquei na percepção apocalíptica da questão. Só depois, pensando as "estruturas" (fiz parte de um projeto de cinema "estruturas da atualidade") é que desenvolvi algumas leituras sobre os aspectos educativos dessa nova (será? ) cultura. O problema é que grande parte da bibliografia lida com o tema numa linguagem, para mim, um tanto publicitária...se valendo dos louros da novidade para construir um lugar muito comum sobre a redução espaço temporal das relações hodiernas. Penso que a coisa não é por aí. Que o tempo tenha sido acelerado, ok...mas será que houve mesmo uma ruptura com a modernidade de Kant? Provocação por provocação, essa é a minha...quanto à música, ficarei em casa para não ser submetida ao sertanejo, "universitário", mas sertanejo....buáááááááááá!!!!!
Às 9:43 em 17 março 2009, Maria Renata disse...
Ainda estou pensando no que responder....
Às 13:12 em 10 março 2009, Licínio disse...
Olá Carlos,
obrigado pela acolhida.
O tema proposto por você muito me agrada.
Abraços.
Às 22:23 em 6 março 2009, Maria Renata disse...
Olá Carlos, agradeço pela sua resposta e, bem, nem foi um ano! Hahahaha....quanto às pesquisas, eu estudo o século XIX, o discurso também....essa coisa de um discurso pós-moderno já me pegou uma vez, hoje em dia nem tanto...bem, montei um grupo sobre concursos e vagas na área de HIstória, se puder participar, seria legal!
Às 12:57 em 5 março 2009, Priscila disse...
Olá Carlos Pereira seja bem vindo ao grupo William Shakespeare, suas sugestões e criticas são bem vindas!

Um abraço!!
Sinta-se a vontade para comentar!
Às 12:43 em 4 março 2009, Zé Raupp disse...
Ôpa! Obrigado!
Eu fui irônico - e muito - quando falei do sertanejo universitário. A música sertaneja é importante. Faz parte da cultura do nosso país. Agora, isso que tá sendo veiculado como sertanejo universitário, é ridículo.
Enfim.
Abraço!
 
 

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SANGUE NEGRO

Virada do século XIX para o século XX, na fronteira da Califórnia. Daniel Plainview (Daniel Day-Lewis) é um mineiro de minas de prata derrotado, que divide seu tempo com a tarefa de ser pai solteiro. Um dia ele descobre a existência de uma pequena cidade no oeste onde um mar de petróleo está transbordando do solo. Daniel decide partir para o local com seu filho, H.W. (Dillon Freasier). O nome da cidade é Little Boston, sendo que a única diversão do local é a igreja do carismático pastor Eli Sunday (Paul Dano). Daniel e H.W. se arriscam e logo encontram um poço de petróleo, que lhes traz riqueza mas também uma série de conflitos.

Livremente inspirado no romance "Oil!", escrito em 1927 por Upton Sinclair (1878-1968), Sangue Negro (There Will Be Blood, 2007) foi muito bem aceito pela crítica, sendo comparado, inclusive, com o clássico "Cidadão Kane". Dirigido por Paul Thomas Anderson, um dos mais cultuados diretores americanos dos últimos anos. Trata-se de um filme épico, que discute temas como poder, fé, família e o paradoxo de ter tudo e nada, ao mesmo tempo.

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