Wilson J. de A. Teodoro
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Sobre mim
Sou um apaixonado por História
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outro
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Pós-Graduando (L.sensu)
Estado
Rio de Janeiro
Cidade
Niteroi

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Às 10:25 em 30 abril 2012, João Roberto Laque disse...

Olá!

Enquanto as comissões da verdade pipocam pelo Brasil, um herói desconhecido de nossa história inspirou o livro que está servindo de guia para quem quer saber tudo sobre as ações guerrilheiras que atazanaram os militares durante os Anos de Chumbo.

Veja: guerrilhanobrasil.blogspot.com.br/

Às 9:32 em 27 abril 2012, Bruno Leal disse...

Salve, Wilson! Bom dia!

Queria parabeniza-lo por suas ótimas intervenções em fóruns e grupos do Café História. É muito bom contar com a presença de colegas interessados no bom debate. Sinta-se em casa aqui na rede. Um grande abraço,

Às 18:16 em 23 abril 2012, Wladimir Gomide disse...

Peguei carona no papo sobre o Para-Sar. Quando voltei com material para postar, achei que o papo tinha acabado. Convidei Lilian para conversar e passei-lhe as mesmas informações que deixo aqui.

Quem de vocês sabe o que foi o "Caso Para-Sar"?

Êste texto foi publicado pela Isto É sob o título "A Morte do Carrasco".

Desde 1964, o brigadeiro João Paulo Moreira Burnier era conhecido na Força Aérea Brasileira como “o carrasco”. O apelido, dado por seus subordinados, o acompanharia pela vida. Sua morte, no último dia 13, foi misteriosa como as missões que planejou no temido Centro de Informações e Segurança da Aeronáutica (Cisa), nos anos 60 e 70. Ultimamente, segundo oficiais da Aeronáutica, ele atacava o “excesso de liberdade no País”. Burnier morreu de câncer, aos 80 anos, mas o fato só foi divulgado, por militares, no dia 19. O brigadeiro foi mentor de um plano para explodir o gasômetro do Rio de Janeiro, pôr a culpa na esquerda e causar uma comoção nacional, o que levaria à radicalização do processo político. A tragédia foi evitada pelo capitão Sérgio Miranda de Carvalho, o Sérgio “Macaco”, que comandava o Para-Sar, grupo de elite da Força Aérea, e se recusou a participar da eliminação de opositores da ditadura militar. Na lista dos alvos estavam o ex-governador Carlos Lacerda, o ex-presidente Juscelino Kubitschek e o líder estudantil Vladimir Palmeira.
Hélio Contreiras

http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9rgio_Ribeiro_Miranda_de_Carvalho

http://pt.wikipedia.org/wiki/Caso_Para-Sar

http://www.arqanalagoa.ufscar.br/pdf/recortes/R04919.pdf

Grande abraço.

 

 
 
 

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Cine História

Não pare na pista

Chega aos cinemas brasileiros o aguardado filme cinebiografia de Paulo Coelho, "Não pare na pista -  a melhor história de Paulo Coelho", dirigido por Daniel Augusto. 

Sinopse: Cinebiografia de Paulo Coelho, o filme se concentra em três momentos distintos da carreira do escritor: a juventude, nos anos 1960 (período em que é vivido pelo ator Ravel Andrade); a idade adulta, nos anos 1980 (Júlio Andrade); e a maturidade, em 2013, quando refaz o Caminho de Santiago (Júlio Andrade, maquiado). Usando como base depoimentos do próprio Paulo Coelho, a história perpassa os momentos mais marcantes da vida do autor, como os traumas, a relação com as drogas e a religião, sexualidade e a parceria com o músico Raul Seixas.

café história acadêmico

Ensino de História: Confira o artigo “A guerra das narrativas: debates e ilusões em torno do ensino de História”, da historiadora Christian Laville, da Universidade Lava, Quebec. Resumo: Em quase todas as partes do mundo, os programas escolares exigem que o ensino da história desenvolva nos alunos a autonomia intelectual e o pensamento crítico. Há muito tempo não se vê mais a missão de incutir nas consciências uma narrativa única glorificando a nação ou a comunidade. No entanto, quando o ensino da história é questionado nos debates públicos, é sempre com referência a esse tipo de narrativa: embora não fazendo mais parte dos programas, esse continua sendo o único objeto dos debates. Este artigo dá inúmeros exemplos atuais de tais debates, antes de concluir que são provavelmente vãos e que as pessoas se iludem sobre os efeitos reais da história ensinada. Alguns exemplos também são dados a esse respeito. Clique aqui para acessar.

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