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William Vianna Pimenta
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Este grupo foi criado tendo como objetivo principal a aproximação entre estudantes universitários e pesquisadores autônomos para debates e troca de material na linha dos Estudos Célticos e/ou áreas afins.
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7 dezembro 2009
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30 novembro 2009
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24 outubro 2009
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21 outubro 2009
Que os Celtas influenciaram na magia Wicca isto é certo, mas até que ponto essa influência se estendeu?
20 outubro 2009

Informações do Perfil

Atividade profissional
Estudante
Formação
Graduando
Cidade em que moro
Rio das Ostras
Estado e país em que moro
Brasil - Rio de Janeiro

Sinto-me como um exilado nesta terra mítica do Oeste celto-tupiniquim...
Mais alguém por aqui que se dedique à pesquisa ou no mínimo tenha algum interesse no âmbito dos Estudos Célticos?
Sintam-se a vontade para entrar em contato!
Grande abraço a todos,
William

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Às 16:01 em 11 setembro 2008, Michele Magalhães disse...
saudades de ti meu lindo, qnd estarás no RJ?!

bjs
Às 20:49 em 27 fevereiro 2008, Danilo Antunes disse...
Opaaa...
não to acostumado também ...rsrsrs
mais achei super interessante esse CAFÉ HISTORIA... td de bom ...
valeu..
Às 18:53 em 24 fevereiro 2008, Saulo de Souza Bento disse...
Eu estou ótimo Will, tudo na paz ai contigo tb?

Claro, to entrando lá no tópico pra ver como tá a comunidade.

Qualquer coisa a gente se esbarra na faculdade. Abraços.
Às 10:21 em 22 fevereiro 2008, Ricardo da Costa disse...
William,

Espero que todos duvidem de mim. Quem sabe assim, com ceticismo saudável, "eles" irão às fontes para conferir e confrontar o que digo?

Infelizmente, para se estudar o mundo antigo e medieval deve-se ter um cartão de crédito internacional - e gastar...

Bem, muitas fontes estão publicadas. O problema é que os professores raciocinam em termos bibliográficos para o terceiro grau e pouco trabalham com fontes em sala...

Vou te dar um exemplo. Estou com um excelente aluno de graduação que deseja estudar a cultura nórdica.

O que eu aconselhei? Pesquisar quais as fontes disponíveis. Ele encontrou várias, e está com uma, a Saga de Egil Skalla-grimsson, de Snorri Sturlusson. Encontrou-a em inglês, espanhol e nórdico antigo.

Pedi a ele que começasse a estudar a língua. Apaixonado, encontrou na Internet um curso e está malhando...

Além disso, e enquanto lê a fonte, pedi para ele para procurar quem a estudou, uma bibliografia erudita. Aconselhei-o a procurar um professor brasileiro especialista em vikings para ver se ele publicou algo, se analisou algum aspecto desse importantíssima fonte.

O que o rapaz descobriu? NADA. O especialista brasileiro nunca escreveu uma linha sobre aquela fonte. Tudo se resume a uma discussão bibliográfica. Pobre de nós...

Ele ficou espantadíssimo. Expliquei-lhe que, se estudar, vai percorrer um caminho inédito no Brasil, pois o que tem aqui de garganta...

Quais editoras publicam fontes? A GREDOS, a BAC, a Siruela (está tudo na Internet, até a saga ele encontrou), enfim, muitas.

O importante é ler bons livros, em que os autores trabalhem com fontes para embasar sua pesquisa, fichar as que são citadas e procurá-las - e ignorar solenemente os livros que não citam/trabalham com fontes.

Leia seus livros com esse olhar, abra a cabeça para as possibilidades (em uma hagiografia medieval você pode encontrar - e encontra - dados para uma história da alimentação, por exemplo), e SÓ DEPOIS de uma razoável leitura documental é que você DEVE escolher seu tema. Mas leia de tudo: cartas, crônicas, etc.

Um último exemplo. Outro aluno está pesquisando Filosofia grega. Queria começar com um manual. Proibi. Mandei ler Platão e Aristóteles. Adorou - e até corrigiu uma informação contida em um livro...

Abraço - vou almoçar.

Ricardo
Às 9:32 em 22 fevereiro 2008, Ricardo da Costa disse...
William,

Estou agora mesmo lendo o novo livro de Jacques Le Goff "A longa Idade Média" (um conjunto de artigos e entrevistas) e vejo o principal ponto que falta aqui em nosso meio historiográfico: o trabalho com as fontes.

De fato, aprendemos a raciocinar inicialmente em termos bibliográficos, quase nunca com fontes primárias. Isso é o senso comum nosso. Por isso, você me pergunta se conheço um livro, uma obra.

O ideal é: você conhece alguma fonte que trata disso? Pois é só depois do levantamento das fontes disponíveis de uma determinada época que selecionamos o assunto - igualmente disponível na fonte.

Bem, precisaria te perguntar "QUAL ÉPOCA?", "ONDE?", para depois "o que você entende por práticas mágicas?", e, mais importante, "os daquele tempo também pensavam assim?".

De qualquer modo, caro William, penso que vocês estão "queimando os neurônios" porque "pensaram" o tema primeiro, para ver depois se o encontram. Eu hoje faço o contrário: primeiro leio uma fonte para ver o que ela trata, e depois escolho o tema.

Me estendi demais. Mas acho que isso é uma forma mental nossa (brasileira) de trabalhar equivocada, pois idealizamos a realidade, ao invés de simplesmente ir em busca dela.

Receio não ter me expressado muito bem, mas, é isso que consigo passar com uma só mão (ainda me recupero do AVC sofrido em dezembro último...).

Abraço
Ricardo da Costa
www.ricardocosta.com
Às 8:15 em 22 fevereiro 2008, Ricardo da Costa disse...
Tecendo a teia e assim divulgando nosso trabalho.

Abraço,
Ricardo da Costa
www.ricardocosta.com
Às 20:24 em 20 fevereiro 2008, Michele Magalhães disse...
Olha onde eu te acheiiiiiiiiiiiiiiiiiiii...
saudades amigo....
bjs
 
 

Cinehistória

ABRAÇO PARTIDO

Ariel (Daniel Hendler) é um jovem de vinte e poucos anos, que largou a faculdade e ainda vive às custas da mãe (Adriana Aizemberg). Sua vida gira basicamente em torno de dois locais: a loja de lingeries de sua mãe e o cybercafe local, onde costuma encontrar sua namorada.

Ariel sempre estranhou o fato de nem sua mãe nem seu irmão falarem sobre seu pai, que nos anos 70 partiu para lutar na Guerra do Yom Kippur, em Israel, e nunca mais retornou. Com a crise econômica instalada na Argentina, que força o fechamento de várias lojas tradicionais no bairro onde está a loja de sua mãe, os amigos de Ariel sonham em conseguir a cidadania européia e partir do país em busca de emprego. Ariel também tem este sonho, mas cada vez mais alimenta o desejo de conhecer seu pai e também a verdade sobre seu afastamento da família.

"El Abrazo Partido", filme argentino de 2004 fez bastante sucesso aqui no Brasil. No fundo, sua trama gira em torno de Ariel, que não consegue aceitar o fato do pai tê-lo abandonado para ir lutar na guerra do Yom-Kippur. Essa rejeição à figura paterna também fica explícita no pouco conhecimento que Ariel tem do judaísmo. Face à crise que se abate sobre a economia de seu país, Ariel decide batalhar pelo passaporte polonês (seus avós eram poloneses) e, dessa forma, ter a possibilidade de entrar na Europa e viver com um seguro-desemprego.

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