Página de William Vianna Pimenta

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Atividade profissional
Estudante
Formação
Graduando
Cidade
Rio das Ostras

Sinto-me como um exilado nesta terra mítica do Oeste celto-tupiniquim...
Mais alguém por aqui que se dedique à pesquisa ou no mínimo tenha algum interesse no âmbito dos Estudos Célticos?
Sintam-se a vontade para entrar em contato!
Grande abraço a todos,
William

Caixa de Recados (9 comentários)

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Às 19:39 em 28 setembro 2010, Angela Cristina Ferreira MCcall disse...
Obrigada por se adicionar a minha página.

Participe também de meu grupo HISTÓRIA DO RÁDIO NO BRASIL .
Abraços, Angel
Às 0:23 em 11 abril 2010, Lucas Suhett disse...
Com licença,

Sou estudante de História, tenho grande interesse pela história e cultura dos povos celtas e penso em, talvez, fazer minha monografia ou tese de mestrado na área dos estudos célticos.
Gostaria de saber se você pode me indicar algumas referências ^^ (por exemplo sobre fontes, autores, estudo de línguas, enfim...)
Li seu post sobre celticidade na Europa Ocidental e foi ali que o encontrei.
Posso adicioná-lo?

Grato,

Lucas
Às 16:01 em 11 setembro 2008, Michele Magalhães disse...
saudades de ti meu lindo, qnd estarás no RJ?!

bjs
Às 20:49 em 27 fevereiro 2008, Danilo Antunes disse...
Opaaa...
não to acostumado também ...rsrsrs
mais achei super interessante esse CAFÉ HISTORIA... td de bom ...
valeu..
Às 18:53 em 24 fevereiro 2008, Saulo de Souza Bento disse...
Eu estou ótimo Will, tudo na paz ai contigo tb?

Claro, to entrando lá no tópico pra ver como tá a comunidade.

Qualquer coisa a gente se esbarra na faculdade. Abraços.
Às 10:21 em 22 fevereiro 2008, Ricardo da Costa disse...
William,

Espero que todos duvidem de mim. Quem sabe assim, com ceticismo saudável, "eles" irão às fontes para conferir e confrontar o que digo?

Infelizmente, para se estudar o mundo antigo e medieval deve-se ter um cartão de crédito internacional - e gastar...

Bem, muitas fontes estão publicadas. O problema é que os professores raciocinam em termos bibliográficos para o terceiro grau e pouco trabalham com fontes em sala...

Vou te dar um exemplo. Estou com um excelente aluno de graduação que deseja estudar a cultura nórdica.

O que eu aconselhei? Pesquisar quais as fontes disponíveis. Ele encontrou várias, e está com uma, a Saga de Egil Skalla-grimsson, de Snorri Sturlusson. Encontrou-a em inglês, espanhol e nórdico antigo.

Pedi a ele que começasse a estudar a língua. Apaixonado, encontrou na Internet um curso e está malhando...

Além disso, e enquanto lê a fonte, pedi para ele para procurar quem a estudou, uma bibliografia erudita. Aconselhei-o a procurar um professor brasileiro especialista em vikings para ver se ele publicou algo, se analisou algum aspecto desse importantíssima fonte.

O que o rapaz descobriu? NADA. O especialista brasileiro nunca escreveu uma linha sobre aquela fonte. Tudo se resume a uma discussão bibliográfica. Pobre de nós...

Ele ficou espantadíssimo. Expliquei-lhe que, se estudar, vai percorrer um caminho inédito no Brasil, pois o que tem aqui de garganta...

Quais editoras publicam fontes? A GREDOS, a BAC, a Siruela (está tudo na Internet, até a saga ele encontrou), enfim, muitas.

O importante é ler bons livros, em que os autores trabalhem com fontes para embasar sua pesquisa, fichar as que são citadas e procurá-las - e ignorar solenemente os livros que não citam/trabalham com fontes.

Leia seus livros com esse olhar, abra a cabeça para as possibilidades (em uma hagiografia medieval você pode encontrar - e encontra - dados para uma história da alimentação, por exemplo), e SÓ DEPOIS de uma razoável leitura documental é que você DEVE escolher seu tema. Mas leia de tudo: cartas, crônicas, etc.

Um último exemplo. Outro aluno está pesquisando Filosofia grega. Queria começar com um manual. Proibi. Mandei ler Platão e Aristóteles. Adorou - e até corrigiu uma informação contida em um livro...

Abraço - vou almoçar.

Ricardo
Às 9:32 em 22 fevereiro 2008, Ricardo da Costa disse...
William,

Estou agora mesmo lendo o novo livro de Jacques Le Goff "A longa Idade Média" (um conjunto de artigos e entrevistas) e vejo o principal ponto que falta aqui em nosso meio historiográfico: o trabalho com as fontes.

De fato, aprendemos a raciocinar inicialmente em termos bibliográficos, quase nunca com fontes primárias. Isso é o senso comum nosso. Por isso, você me pergunta se conheço um livro, uma obra.

O ideal é: você conhece alguma fonte que trata disso? Pois é só depois do levantamento das fontes disponíveis de uma determinada época que selecionamos o assunto - igualmente disponível na fonte.

Bem, precisaria te perguntar "QUAL ÉPOCA?", "ONDE?", para depois "o que você entende por práticas mágicas?", e, mais importante, "os daquele tempo também pensavam assim?".

De qualquer modo, caro William, penso que vocês estão "queimando os neurônios" porque "pensaram" o tema primeiro, para ver depois se o encontram. Eu hoje faço o contrário: primeiro leio uma fonte para ver o que ela trata, e depois escolho o tema.

Me estendi demais. Mas acho que isso é uma forma mental nossa (brasileira) de trabalhar equivocada, pois idealizamos a realidade, ao invés de simplesmente ir em busca dela.

Receio não ter me expressado muito bem, mas, é isso que consigo passar com uma só mão (ainda me recupero do AVC sofrido em dezembro último...).

Abraço
Ricardo da Costa
www.ricardocosta.com
Às 8:15 em 22 fevereiro 2008, Ricardo da Costa disse...
Tecendo a teia e assim divulgando nosso trabalho.

Abraço,
Ricardo da Costa
www.ricardocosta.com
Às 20:24 em 20 fevereiro 2008, Michele Magalhães disse...
Olha onde eu te acheiiiiiiiiiiiiiiiiiiii...
saudades amigo....
bjs
 
 
 

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Sinopse: Durante o inverno de 1984, um barco pesqueiro naufraga no Atlântico Norte, nas proximidades da Islândia. Os tripulantes tentam sobreviver, mas as águas geladas impedem que essa tarefa seja facilmente concluída, restando apenas Gulli (Ólafur Darri Ólafsson), um homem bom, de fé, querido por todos, e com uma vontade de viver inacreditável. Após nadar por cerca de seis horas e enfrentar vários percalços, ele consegue contato com a civilização. Após a incrível experiência vivida, Gulli terá ainda que viver com a dor da perda dos amigos e, pior, a incredulidade de todos, que não entendem ele ter sobrevivido a uma situação tão extrema e insistem em fazer testes para saber como isso pode ter acontecido. Baseado em fatos reais.

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