SERGIO ROBERTO
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Discussões de SERGIO ROBERTO

Pensando os "Coronéis de Barranco"

Started 19 Mar, 2013 0 Respostas

No Acre, existiram os chamados "coronéis de barranco", proprietários de seringais, lotes de terracom arvores que produziam o látex, para a fabricação da borracha, esses "coronéis" impunham…Continuar

Escravidões ???

Iniciou esta discussão. Última resposta de Brancaleone 13 Jun, 2011. 6 Respostas

No Brasil, houve aquela escravidão dos negros nas fazendas, eles trabalhavam odia todo, sem ganhar nada pelo seu trabalho e debaixo de chibata, mas houveoutros setores da sociedade que tinham…Continuar

Coluna Prestes: "troncos"

Iniciou esta discussão. Última resposta de Bruno Leal 18 Ago, 2014. 5 Respostas

Ouvi dizer que havia um estado brasileiro aí que nas vilas, ainda existiamos troncos, que os velhos proprietarios ainda usavam para castigar seusdependentes, e que a Coluna Prestes destruiu quando…Continuar

Em que casos era aplicada a pena de açoite ao escravo ?

Iniciou esta discussão. Última resposta de Bruno Leal 23 Jan, 2012. 6 Respostas

Quando o escravo matava seu senhor ou qualquer pessoa branca, ele era condenado a penade morte, mas havia uma outra pena judicial, a de açoite, que também era aplicadaao escravo.Em que casos era…Continuar

 

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Atividade profissional
Estudante
Formação
E. Médio
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CAMPINAS

Caixa de Recados (198 comentários)

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Às 6:00 em 24 dezembro 2016, LUIZ HENRIQUE DE SOUZA TEIXEIRA disse...

Quanto a segunda parte da sua pergunta, eram sim por que o "voto de cabresto" não se relaciona somente a possível ignorância daqueles que "se aprisionam", mas a condição de dependência; algumas novelas que falam dos imigrantes, vemos que havia uma clara divisão entre eles e isto ocorria dentro dos escravos, dependia do perfil psicológico de cada um. Os imigrantes eram europeus e asiáticos que também viviam situação de miséria nas suas terras de origem e viviam sob o "cabresto", então a simples vinda pro Brasil em busca de riqueza não significava especificamente libertação do "cabresto" imediato; além disso vieram para uma terra onde o "cabresto" era comum, diferentemente do USA, onde esta prática, embora existisse, não era comum.Portanto, respondendo diretamente, sofriam sim "esse abuso".

Às 5:49 em 24 dezembro 2016, LUIZ HENRIQUE DE SOUZA TEIXEIRA disse...

Sergio, bom dia! Antes de responder quero pedir desculpas por  embora estar online, não lhe ter respondido de pranto, por que estava online com diversas abas abertas e não vi o inicio da sua conversa; em segundo lugar lhe desejar um Natal cheio de alegria em felicidade e o um Ano Novo cheio de realizações.

Quanto a pergunta, inicio a minha resposta lembrando da cena final da novela "Escrava Isaura", cena esta que utilizo muito nas minhas aulas, quando Isaura mandou os ex-escravos irem embora e na saída o cortejo se depara com outro cortejo de homens e mulheres (brancos) também maltrapilhos que entravam na fazenda.

Esta cena, embora emblemática, mostra claramente o caráter economicista da escravidão e da abolição e esses escravos desqualificados que foram substituídos por uma mão de obra mais qualificada, detentora de novas técnicas foram parar nas cidades formando assim as favelas e expandido os cortiços, onde lá a incipiente classe média os absorveria como mão de obra serviçal barata.

Em alguns lugares os escravos foram substituídos por imigrantes, em outros por aqueles ex-escravos que se amoldassem aos "novos" modos produtivos e até por brancos e mestiços que não tivessem maior qualificações. Mas nas regiões sul do Brasil e parte do sudeste, grande parte dessa lacuna de mão de obra foi ocupada pelos imigrantes.

Espero ter contribuído  

Às 12:52 em 25 novembro 2016, Manuel Roberto Souto disse...
As respostas abaixo analisam com detalhes a situação da mão de obra brasileira depois da "abolição da escravidão". Era uma mistura de imigrantes europeus, antigos colonos e negros alforriados.
Às 15:07 em 4 novembro 2016, nilton ferreira do nascimento disse...

Eram imigrantes brancos e negros.

Às 9:59 em 27 julho 2016, Roberto Carlos Silva e Silva disse...

Olá Sérgio, tudo bem cara? Me desculpa não ter te respondido. Eu estava em reunião pedagógica.
Antes de mais nada espero estar respondendo o Sergio Roberto certo (haha). Eu não estou mais encontrando a caixa de diálogo em que recebi a pergunta.
Bom, vamos lá. 
Ao longo do processo de abolição da escravidão no Brasil (vale salientar que esse processo não começa e termina no ato da assinatura da Lei Áurea pela princesa Isabel mas se inicia muito antes e será lentamente posto em prática após a assinatura do documento) o governo brasileiro e os fazendeiros já foram pensando em um perfil de trabalhador que viesse substituir a mão de obra escrava africana. É aí que aparecem os imigrantes italianos em sua maioria, acompanhados de alguns austríacos que se estabeleceram no Rio de Janeiro, alemães, etc. 
Mas e os escravos que trabalhavam nas fazendas? Essa questão é muito delicada e os destinos dessas populações foram diversos. Nem todos puderam voltar pra sua terra natal e se viram obrigados a continuar trabalhando nas fazendas, muitas vezes para o mesmo senhor que até pouco tempo lhe tinha como escravo. Veja bem: e você é um escravo por décadas, fez as mesmas funções dentro da fazenda por bastante tempo, o que tu vai fazer somente com a liberdade se o Estado não te der uma assessoria, um acompanhamento, pra que tu possa reorganizar tua vida e seguir em frente? Então nas fazendas tínhamos uma presença maior de imigrantes que vieram trabalhar nas lavouras de café, mas também poderia ocorrer a presença de escravos africanos e mestiços (filhos de europeus com africanas, de africanos com indígenas, etc). O voto na época do coronelismo era restrito: analfabetos não podiam votar, nem mulheres. Os coronéis controlavam os votos, inclusive forjando os resultados das eleições: analfabetos acabavam votando, contanto que votasse no candidato do seu patrão, algo que não se tinha como esconder já que o voto era aberto e os coronéis tinham como saber em quem seus empregados votavam. Um grande abraço cara.

Às 13:49 em 26 julho 2016, Renato Romano Monteiro disse...

aro Sérgio, estes camponeses, mesmo após a Abolição da escravatura,  formavam e formariam  a massa de deserdados, fora da cadeia produtiva principal, a qual se constituía das posições extremas da cadeia, que seriam os grandes fazendeiros cafeicultores e os escravos negros, estes depois substituídos pelos imigrantes alemães e italianos. Abolida a escravidão e uma vez fora do ciclo produtivo principal,  continuaram na sua condição de população semi-invisível, constituindo, por outro lado, um elemento estratégico para as diferenças entre os grandes proprietários, advindas de conflitos fronteiriços durante a expansão da fronteira agrária. Quanto à composição étnica e de nacionalidade, há muitos livros , dentre eles o de Vitor Nunes Leal, que trata do coronelismo, que retratam que os abusos e maus tratos, dispensados aos escravos, foram estendidos aos mesmos. Porém uma  parcela branca imigrante e pobre da população, uma vez fora dos grandes circuitos produtivos e restabelecendo-se em pequenas propriedades, juntando-se  aos negros recém-alforriados e os próprios autóctones, serão alvo das investidas políticas dos coronéis, tendo-se porém uma certa estratificação, pois os europeus, dada uma formação política mais consistente, serão um foco de resistência e questionamento ao domínio político das elites rurais. Espero ter ajudado! Abraço.

Às 12:01 em 16 julho 2016, Maria Francisca Gomes de Sousa disse...

oi..boa tarde..entendi...os livros didáticos são bem suscintos e se concentram muito nos chamados aspectos mais relevantes, deixando para trás outros que melhor poderiam auxiliar no processo de aprendizagem...e você não esta errado na sua imprenssão...quanto mais dependente era o pequeno produtor mais submisso tornava-se.

Às 21:35 em 15 julho 2016, Gutemberg Batista da Silva disse...

Os imigrantes europeus. Segundo a constituição de 1891  garantia a nacionalização dos estrangeiros que residiam no Brasil a dois anos, se esse imigrante fosse alfabetizado poderia votar,  sofriam abusos os que não tinham consciência politica e estavam submisso a um "coronel".

Às 20:28 em 15 junho 2016, Hilmar Ilton Santana Ferreira disse...

Certo, Sergio.

Sou  aposentado, desde 2006. 

Fui agrônomo e economista rural.

Tenho curiosidade por História e por tantas coisas.

Sua demanda é interessante. 

O que a nossa historiografia conta sobre isto na república velha?

E qual mesmo o papel do que se pode chamar "coronel" neste período histórico?

Gostaria de saber.

Abraços.

Hilmar 

Às 20:37 em 13 junho 2016, Hilmar Ilton Santana Ferreira disse...

Caro Sérgio Roberto,

Não tenho conhecimento para lhe responder.

O período de toda a "República Velha" é relativamente um grande lapso de tempo, 41 anos, num espaço  em mudança ( qual o tipo de mudança? Qual a velocidade? ) E, será que não haveria grandes diferenças entre as várias regiões?  Ter-se-ia a figura do "Coronel" típico em toda a parte. Verdade que os Coroneis da Guarda Nacional deveria havê-los em toda a parte. Mas a variação do Meio não influenciava no modo de ser dos Coronéis?

Verdade que neste tempo, como sói acontecer, houve muito atrito entre os homens, nas suas diferentes situações, não é?  É deste período a Guerra de Canudos, a Revolução Federalista...    E como estavam então as Relações de Produção?            

Você estuda o assunto? Quais os seus métodos?

Parece tema interessante.

Abraços

Hilmar 

 
 
 

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