Página de Roseli Maria Bergozza

Informações do Perfil

Atividade profissional
Professor, Pesquisador
Formação
Mestrando
Cidade
Caxias do Sul

Caixa de Recados (8 comentários)

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Às 20:30 em 30 outubro 2010, SERGIO ROBERTO disse...
Roseli, eu sou seu colega no grupo "Era Vargas"
é o seguinte, eu postei um topico la
"Vargas e o coronelismo"
voce poderia ir la e responde-lo ?
Abraco
Às 7:19 em 29 junho 2010, Merilin Baldan disse...
Olá Roseli. Vi sua mensagem na página do Michel de Certeau, na qual você expõe o conceito de circularidade do autor e o uso que você faz na sua pesquisa. Eu trabalho com a história das idéias pedagógicas e a questão da representação e suas relações de continuidade, de ruptura e de circularidade são importantes. Li apenas uma obra do M. de Certeau (Escrita da História), mas fiquei curiosa para ler algo dele sobre representações e circularidade; poderia me indicar uma (ou mais) obras em que ele trata desse conceito?

Abraçs,

Merilin
Às 20:29 em 26 fevereiro 2010, Jorge Carvalho do Nascimento disse...
Roseli:
Não sei que aconteceu. O e-mail jocarna@uol.com.br está ativíssimo e com muio espaço na caixa. Vou pedir a você a delicadeza de envia-lo outra vez, com cópia para jocarnajorge@hotmail.com
Às 22:00 em 17 fevereiro 2010, Roseli Maria Bergozza disse...
Olá , vou mandar, porém está em fase de construção, estou trabalhando muito neste período ,( escrevendo, melhor tentando escrever artigos, e imersa nas fontes primárias), vou arrumar uns "cochilos de digitação" e assim que estiver pronto eu mando. A propósito meu aporte é a História Cultural, na dissertação também trabalho com cultura escolar, difícil as pessoas entenderem que a educação também "é filha do seu tempo"
e como diz Justino Magalhães " Nada na vida de uma instituição escolar acontece, ou aconteceu por acaso, tanto o que se perdeu ou transformou, como aquilo que permaneceu..." Parabéns pela diversidade de temas tratados no blog...
Obrigada.
Às 8:03 em 17 fevereiro 2010, Jorge Carvalho do Nascimento disse...
Não sei se você possui o trabalho em versão digital.... Mas, fiquei muito curioso e gostaria muito de ler... Se tiver em versão dgital pode manda-lo para o meu e-mail jocarna@uol.com.br
Às 8:40 em 16 fevereiro 2010, Jorge Carvalho do Nascimento disse...
Roseli:
Gratíssimo pelo seu nteligente comentário... De um modo gera, comungo com a posição que o seu comentário expressa... Apenas, peço-lhe desculpas pela minha desatenção e solicito a sua generosidade que me ajude a localizar a fonte exata da frase citada por você: "durante os seus momentos de formação, na sua linearidade temporal, a cidade foi conhecida por diversos nomes. Dentre eles..."
Às 21:26 em 28 janeiro 2010, Roseli Maria Bergozza disse...
Certo. Boa viagem!!! agradeço a gentileza.
Às 18:15 em 2 janeiro 2010, Jorge Carvalho do Nascimento disse...
Bem vinda ao grupo Norbert Elias. Contamos coma sua colabração....
 
 
 

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Não pare na pista

Chega aos cinemas brasileiros o aguardado filme cinebiografia de Paulo Coelho, "Não pare na pista -  a melhor história de Paulo Coelho", dirigido por Daniel Augusto. 

Sinopse: Cinebiografia de Paulo Coelho, o filme se concentra em três momentos distintos da carreira do escritor: a juventude, nos anos 1960 (período em que é vivido pelo ator Ravel Andrade); a idade adulta, nos anos 1980 (Júlio Andrade); e a maturidade, em 2013, quando refaz o Caminho de Santiago (Júlio Andrade, maquiado). Usando como base depoimentos do próprio Paulo Coelho, a história perpassa os momentos mais marcantes da vida do autor, como os traumas, a relação com as drogas e a religião, sexualidade e a parceria com o músico Raul Seixas.

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Ensino de História: Confira o artigo “A guerra das narrativas: debates e ilusões em torno do ensino de História”, da historiadora Christian Laville, da Universidade Lava, Quebec. Resumo: Em quase todas as partes do mundo, os programas escolares exigem que o ensino da história desenvolva nos alunos a autonomia intelectual e o pensamento crítico. Há muito tempo não se vê mais a missão de incutir nas consciências uma narrativa única glorificando a nação ou a comunidade. No entanto, quando o ensino da história é questionado nos debates públicos, é sempre com referência a esse tipo de narrativa: embora não fazendo mais parte dos programas, esse continua sendo o único objeto dos debates. Este artigo dá inúmeros exemplos atuais de tais debates, antes de concluir que são provavelmente vãos e que as pessoas se iludem sobre os efeitos reais da história ensinada. Alguns exemplos também são dados a esse respeito. Clique aqui para acessar.

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