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Rodrigo Phanardzis Ancora da Luz
  • 33, Masculino
  • Nova Friburgo, RJ
  • Brasil
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Página de Rodrigo Phanardzis Ancora da Luz

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Getúlio Dornelles Vargas foi o estadista que por mais tempo governou o Brasil no século XX. Este grupo propõe debater todos os momentos da era Vargas, desde a Revolução de 1930 até o suicídio(?) do presidente.
ontem
Getúlio Dornelles Vargas foi o estadista que por mais tempo governou o Brasil no século XX. Este grupo propõe debater todos os momentos da era Vargas, desde a Revolução de 1930 até o suicídio(?) do presidente.
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Getúlio Dornelles Vargas foi o estadista que por mais tempo governou o Brasil no século XX. Este grupo propõe debater todos os momentos da era Vargas, desde a Revolução de 1930 até o suicídio(?) do presidente.
dezembro 2
Este grupo tem por objetivo discutir a escravidão no Brasil, os seus reflexos sobre as condições de vida da população negra na era republicana e a trajetória do racismo até o momento presente das ações afirmativas
dezembro 2
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dezembro 1
Getúlio Dornelles Vargas foi o estadista que por mais tempo governou o Brasil no século XX. Este grupo propõe debater todos os momentos da era Vargas, desde a Revolução de 1930 até o suicídio(?) do presidente.
novembro 30
Olá para todos... sou graduada e hitória, e o tema da comunidade me interessa muito. Estou pesquisando a escravidão no Espirito Santo, em particular o processo de alforria e sua cosequência na vida do liberto. Gostaria muito de trocar experiências c…
novembro 28
Este grupo tem por objetivo discutir a escravidão no Brasil, os seus reflexos sobre as condições de vida da população negra na era republicana e a trajetória do racismo até o momento presente das ações afirmativas
novembro 28

Informações do Perfil

Atividade profissional
outro
Formação
Graduado
Cidade em que moro
Nova Friburgo
Estado e país em que moro
Brasil - Rio de Janeiro
Meu e-mail
rodrigoluz@yahoo.com

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Às 13:48 em 4 julho 2009, Andreia Christina dos Santos disse...
Olá,Rodrigo!

Obrigada por me add!

Abraços

Andreia
Às 22:27 em 26 janeiro 2009, Renata Marques disse...
Oi Rodrigo, olha não li seu perfil...mas analisei que temos gostos parecidos, histórias de guerras, inquisição...etc, gostaria de ser sua amiga, ok?
Às 15:28 em 2 outubro 2008, andréa cristina santos oliveira disse...
Oie, adorei o seu perfíl, principalmente sus grupos!!! Vcpode me add???rsrs...
Às 10:43 em 30 setembro 2008, Ernesto Neto- CUBA LIVRE disse...
Olá Rodrigo.
Criei um novo tópico para debates no forum: "Ditadura em Cuba: Fidel=Pinochet?"
Gostaria muito da tua participação neste tópico.
A seguir uma boa sugestão de fonte para pesquisas.
FONTE PARA PESQUISA:
Sugiro o site do ARCHIVO CUBA (=ARQUIVO CUBA), elaborado por refugiados cubanos nos EUA. Muitos deles foram prisioneiros políticos, torturados, tiveram familiares e amigos mortos durante o regime totalitário castrista.
Clique aqui para ir ao site do ARCHIVO CUBA
Neste site encontra-se todos os dados detalhados e documentados sobre os mortos e desaparecidos em Cuba.
Recomendo.
Abraços,
Ernesto
Às 10:10 em 24 setembro 2008, Libertad Libertas disse...
Olá Rodrigo.
A respeito do tópico:"Fidel Castro foi um bom líder para Cuba?"

Meu nome é Libertad e sou participante deste forum.
Fiquei realmente chocada com a atitude virulenta e agressiva do senhor CABarão.. O que fiz nesse debate foi responder a uma pergunta sobre mortos e desaparecidos no Chile, Brasil e Cuba, além da duração de cada uma dessas ditaduras. Falei de todos estes 3 países.
O senhor CABarão ficou, pelo visto, furioso por eu mencionar os números de Cuba, mas nada falou sobre Brasil e Chile. Para o Sr. CABarão parece que falar mal de Cuba é como falar mal de um dogma da igreja, e o Sr. CABarão é o inquisidor- fogueira aos hereges.
Sou professora de história há mais de 20 anos, já sou avó, sempre primei pela educação e não estou acostumada a ser maltratada e chamada de mentirosa.
Quando pedi que o senhor CABarão me fornecesse os números que ele supõe serem os corretos com as fontes, ele surtou. Recusa-se a apresentá-los.
Parecia que eu o tinha ofendido e começou então uma verborragia sem fim.
Mas a resposta, as fontes, os fatos que solicitei a ele....NADA.
Já percebi como o Sr. CABarão atua, lendo esse forum, e é exatamente o que o senhor muito bem mencionou.
Abraços, Libertad
Às 15:51 em 31 março 2008, Fernando Penteado disse...
Gostaria de fazer parte de sua pagina,(Racismo e escravidão no Brasil). Sendo que para mim é o mesmo que advogar em causa própria.
Às 10:28 em 15 março 2008, Nego D'ajuda disse...
Bom dia amigo, boa proposta em trazer estes temas para a nossa comunidade.
Muinto Axé da Bahia.
Nego D'ajuda.
Às 20:51 em 3 março 2008, Renata Argemiro disse...
Quer seu meu novo amigo no Café História?
Às 23:03 em 29 fevereiro 2008, Café História disse...
Olá, Rodrigo! Seja bem-vindo ao Café História!

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Cinehistória

Cidadão Boilesen

O documentário revela as ligações de Henning Albert Boilesen (1916-1971), presidente do famoso grupo Ultra, da Ultragaz, com a ditadura militar, ajudando no financiamento da repressão violenta e também a sua participação na criação da temível Oban – Operação Bandeirante, espécie de pedra fundamental do Doi-Codi. (RC)

Cidadão Boilesen foi premiado no Festival Internacional de Documentários É Tudo Verdade, esteve no Festival do Rio e na Mostra de São Paulo. Sempre aplaudido pelo público e pela crítica, levanta o véu sobre a Operação Bandeirantes.

A Oban, como era chamada, foi um centro de informações, investigações e de torturas montado pelo Exército brasileiro no fim dos anos 1960 para combater organizações de esquerda que confrontavam o regime ditatorial que vigorava desde 1964 no País. O filme deixa claro que era financiada por empresários e banqueiros. O caso de Henning Boilesen, o cidadão Boilesen, é exemplar. Dinamarquês naturalizado brasileiro, ele virou empresário no País. Anticomunista ferrenho, ligou-se a grupos militares e paramilitares. Outros empresários e banqueiros - nomeados no filme - também fizeram isso, mas Boilesen se destacava por uma particularidade fartamente debatida no filme. Sádico, ele tinha um prazer especial em seguir as sessões de tortura, chegando a fornecer carros da empresa Ultragaz, do grupo Ulbra, que presidia, para operações de repressão. Em 1971, foi vítima de uma emboscada e morto por guerrilheiros.

Foram mais de 15 anos de pesquisa, que agora se concluem na estreia. Litewski elaborou uma lista de 200 possíveis entrevistados. Um terço lhe bateu o telefone na cara, tão logo ele anunciava sua intenção. Outro terço admitia dar depoimento, sem que fosse gravado ou filmado, certamente temendo represálias. O terço final, finalmente, deu a cara e a voz às denúncias formuladas no filme. Elas de alguma forma corrigem a história oficial. Mostram que a famigerada ditadura foi, na verdade, uma aliança civil-militar, incentivada e sustentada por setores de peso na sociedade, e não apenas empresários da Fiesp ou banqueiros da Febraban. Nem a imprensa é poupada. Litewski, que se autodefine como ‘rato de pesquisa’, só cita empresários e organizações que tenham sido mencionados por no mínimo três fontes diferentes.

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