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Amanda Maria de O. W. G. Rosa respondeu à discussão 'Filme "O nome da rosa" baseada no romance policial homônimo escrito por Umberto Eco.' de Raphael Lugo Sanches no grupo História Medieval
"concordo... e vou além...a própria manipulação da arte plástica, escrita e oral como insignia de domínio sobre aqueles que não tinham acesso a instrução. Era também pelo visual…"
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Bruno Leal respondeu à discussão 'Filme "O nome da rosa" baseada no romance policial homônimo escrito por Umberto Eco.' de Raphael Lugo Sanches no grupo História Medieval
"Concordo com você, Léo."
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Breno Araujo respondeu à discussão 'Filme "O nome da rosa" baseada no romance policial homônimo escrito por Umberto Eco.' de Raphael Lugo Sanches no grupo História Medieval
"Se na Idade Média e até pouco tempo atrás a Igreja Católica sempre fez de tudo para dominar e brigar por pelo poder, não da fé, mas da econômia e da politicas, se foi assim no passado, imagine hoje com…"
29 Nov, 2010
ÍRIS MONTEIRO respondeu à discussão 'Filme "O nome da rosa" baseada no romance policial homônimo escrito por Umberto Eco.' de Raphael Lugo Sanches no grupo História Medieval
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História da Igreja

O grupo tem o objetivo de discutir sobre a Igreja como instituição social, derivada do homem, e seu papel nas diversas facetas da história humana.NÃO interessa aqui discutir questões de Fé!Ver mais...
16 Nov, 2010
Daniel Silva respondeu à discussão 'Filme "O nome da rosa" baseada no romance policial homônimo escrito por Umberto Eco.' de Raphael Lugo Sanches no grupo História Medieval
"E quando a religião serviu para empoderar grupos até então fora do jogo de poder em determinadas sociedades?"
16 Nov, 2010
Breno Araujo respondeu à discussão 'Filme "O nome da rosa" baseada no romance policial homônimo escrito por Umberto Eco.' de Raphael Lugo Sanches no grupo História Medieval
"Realmente o que o filme baseado no filme de Umberto Eco mostra quando retrata a realidade da Igreja na Europa Inquisitorial, para a atual com o Vaticano, é que a Igreja sempre quer de alguma maneira ainda interferir em assuntos…"
16 Nov, 2010
bruna nogueira de souza correa deixou um comentário para Raphael Lugo Sanches
"oi td bm? me add ai"
11 Nov, 2010
Daniel Silva respondeu à discussão 'Filme "O nome da rosa" baseada no romance policial homônimo escrito por Umberto Eco.' de Raphael Lugo Sanches no grupo História Medieval
"Ou não. Não sei se vale a pena naturalizar esse tipo de pensamento. Quando a religião se relaciona ao status quo, talvez; em outros casos, acho que ela até pode agir dessa maneira, mas não sempre."
24 Set, 2010
Breno Araujo respondeu à discussão 'Filme "O nome da rosa" baseada no romance policial homônimo escrito por Umberto Eco.' de Raphael Lugo Sanches no grupo História Medieval
"A Igreja sempre fez e ainda hoje de tudo para querer mostrar que tem poder, que usa da fé para manipular a mente das pessoas, e tem medo que todas as novidades que que são contra os principios deles, afastem mais ainda os seus…"
11 Set, 2010
Daniel Silva respondeu à discussão 'Filme "O nome da rosa" baseada no romance policial homônimo escrito por Umberto Eco.' de Raphael Lugo Sanches no grupo História Medieval
"Eu acho que o erro é tomar a Igreja como algo necessariamente bom ou mal. A Igreja é fruto de uma contexto extremamente complexo de analisar até os dias de hoje. Dizer que fundou Universidades, que preservou manuscritos, que…"
31 Ago, 2010
Fabio Carvalis respondeu à discussão 'Filme "O nome da rosa" baseada no romance policial homônimo escrito por Umberto Eco.' de Raphael Lugo Sanches no grupo História Medieval
"É interessante pensarmos o quanto a postura da Igreja Catolica foi decisiva para a construção do pensamento sobre a mulher no mundo, um arquétipo basico, no qual somos expostos desde crianças, meninos e…"
17 Jul, 2010
Deisiane Magalhães respondeu à discussão 'Filme "O nome da rosa" baseada no romance policial homônimo escrito por Umberto Eco.' de Raphael Lugo Sanches no grupo História Medieval
"É claro que a igreja também trouxe contribuições para a sociedade basta vermos as produções culturais religiosas, como igrejas, música e etc. Mas também não podemos negar que dutrante…"
28 Jun, 2010
Raphael Lugo Sanches respondeu à discussão 'Filme "O nome da rosa" baseada no romance policial homônimo escrito por Umberto Eco.' de Raphael Lugo Sanches no grupo História Medieval
"Putz, acho uma ótima idéia, você pode iniciar a discussão?"
8 Jun, 2010

Informações do Perfil

Sobre mim
Professor de História (Licenciatura plena, Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - UFMS), estudante de Yoga, skatista, poeta por desescolha...
Atividade profissional
Professor, Pesquisador
Formação
Graduado
Estado
mato grosso do sul
Cidade
Campo Grande
Site \ twitter \ blog
http://www.paraversejar.blogspot.com/

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Queria saber o que é o amor mas não encontrava respostas. Então lembrei de um velho conselho: “a sabedoria está nos livros antigos”. Não hesitei, fui à biblioteca e separei apenas os livros que cheir…

Postado em 4 fevereiro 2010 às 21:18 0 Comentários

Queria saber o que é o amor

mas não encontrava respostas.

Então lembrei de um velho conselho: “a sabedoria está nos livros antigos”.

Não hesitei, fui à biblioteca e separei apenas os livros que cheiravam a mofo.

(Primeiro fui àqueles que mais cheiravam a mofo e gradativamente fui subindo)

Em Odisséia aprendi com Ulisses que o amor nada mais e que um ato heróico, digno de ser lembrado por seus posteriores. Um ato heróico, ou melhor, um amor, deve ser registrado na… Continuar

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Às 11:58 em 11 novembro 2010, bruna nogueira de souza correa disse...
oi td bm? me add ai
Às 20:42 em 23 junho 2009, Ricardo da Costa disse...
Caríssimo,

Boa noite.

A Igreja sempre tentou direcionar o que seus fiéis deveriam ou não ler.

Contudo, uma coisa é o historiador saber que há proibições; outra é descobrir até que ponto a proibição "x" ou "y" era obedecida na prática por aquela determinada sociedade!

Vou dar um pequeno exemplo: no final do século XIII, a Igreja proibiu a leitura de algumas obras de Aristóteles na Universidade de Paris. Pergunte se os alunos obedeceram...

Entende? Um historiador que se preza, ao saber de determinada sanção ou regra, deve tentar, na medida que a documentação o pemite, conferir a prática social, nunca LITERALIZAR e GENERALIZAR a lei a toda a sociedade. Isso vale não só para a Idade Média, mas para QUALQUER época.

Seria como dizer: "há uma lei em tal ano que proibia tal prática; logo, todos obedeciam". Isso é de uma burrice sem par!

No caso de Aristóteles em Paris, a produção dos intelectuais da época prova que não só o Estagirita, mas sobretudo seus intérpretes árabes(especialmente Averróis) foram MUITO lidos, em que pese a proibição papal.

Espero que tenha te esclarecido a questão.

Fica o lembrete: a existência de uma lei ou regra não significa que as pessoas a sigam! O gênero humano é dado a discordar!

Abraço
Às 18:53 em 22 junho 2009, Maxsuel Andrade Soares disse...
Olá Raphael... Que bom que você se interessou pelo tema. Sou graduado em História Pela FIC/FAVA Cassilândia MS. Pós-graduado em Didática e especializando em Teoria e Metodologia em História. Atualmente sou professor no Colégio Estadual em Aporé GO. Minha pesquisa em está na análisa do filme "O Nome da Rosa" como documento histórico para melhor compreender o controle do saber da igreja medieval do séc. XIV". Pretendo no momento analisar o livro de Umberto Eco.

Espero podermos trocar algumas idéias, referências, e outros.

Até mais. Um abraço.
 
 
 

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Somos tão jovens

Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.

Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.

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