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Raphael Lugo Sanches
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novembro 23
Tem coerencia o q falou Flavita, pois sou membro de uma igreja evangélica e tb sou historiador e coincidencia ou não estou com um transtorno q engloba sindrome do panico, e por lgumas vezes assisto alguns trechos de programas, materias e estudos em…
outubro 6
Olá Raphael, volto aqui para tentar de alguma forma contribuir para o fórum, espero que entendas que meu conhecimento de maneira geral é menor do que gostaria... Confesso até, que tenho aprendido com muitos de vocês aqui no Café... Pois bem, me ocor…
outubro 4
Verdade que existem essas igrejas? Não sabia. Como disse, Pedro Paulo, "a que ponto chegamos". Ora, se eu não acredito nem em "igrejas físicas"(não necessariamente em Deus) imagina em Igrejas Virtuais, isso só aumenta religiosidade. Acho que existe…
outubro 3
Caro Raphael, como voçê já disse os meios de comunicações são fenômenos da pós-modernidade, e conseguentemente os mesmos acabam influenciando a sociedade de forma geral, chegando nos mais ditantes lugares e das mais fiferentes formas, no qual a pess…
setembro 25
Boa tarde Pedro; vou lhe contar minha experiência que envolve a temática em questão. Sou acadêmico de História, cursando o 3° ano, e trabalho lecionando em um colégio particular (6° ao 9° ano)as disciplinas de História Geogrfaia e Filosofia. Bom, o…
setembro 22
Só p complementar, um outro ponto importante, vc acaba conhecer o outro, por exemplo, eu como evangélico, gosto muito dos ensinamentos do Pe Fábio de Melo, cresco com ele. (acabei falando de mim), isso graças a veiculação das diversas denominações n…
setembro 21
Bem, p mim fica complicado responder ou tentar responder uma vez q sou cristão-evangélico, mas tb sou historiador. Vou tentar não influenciar minhas convicções religiosas. Pois bem como alguém disse em linhas acimas parece mesmo relativo, isto depen…
setembro 21
Apenas como complemento do comentário anterior (direcionado ao Pedro), caso queira conhecer uma destas instituições virtuais, basta acessar o google e digitar "Igreja Virtual", aparecerão várias delas; recomendo que busque conhecê-las antes de forma…
setembro 21
Bom dia Caro Pedro, obrigado por participar da discussão. Antes de mais nada queria salientar que não estou discutindo "fé", mas sim "História" (ciência da investigação); em segundo lugar, pergunto: em que momento de meu texto eu disse que tenho uma…
setembro 21
Inicio este comentário com uma preocupação: " Angariar fiéis"?!?... a que ponto chegamos ( e viva calvino). A palavra do Senhor é clara: " Eu sou a videira". Logo, todos que estão longe da videira, que no contexto é o Corpo de Cristo, não tem comunh…
setembro 20
Eu sou pelo afeto e carinho e amor. Cultos e novenas virtuais, não substitui o culto tradicionais. Mas e valido para o aconselhamento espiritual tipo urgente, assim eu concordo .
setembro 20
Na minha opinião esse tema é super relativo, veja, existem pessoas que não vêem mais as instituições denominadas por "Igrejas" com bons olhos, por vários motivos, dentre eles, vou citar um argumento muito utilizado, ok? Alguns falam que falta amor..…
setembro 19
Boa Noite Leandra; concordo com você, mas apenas até a terceira linha do seu discurso. Você coloca o politeismo com sendo uma concepção antiquaria, que já foi superada pela concepção monoteista e que, por fim, será superada pelo ateísmo. É como se a…
setembro 19
Raphael Lugo Sanches adicionou uma discussão ao grupo História das religiões
Bom dia a todos os colegas; estou levantando esta discussão em função do crescente aumento das comunidades religiosas virtuais - ou, melhor, Igrejas Virtais - nos útimos anos. As igrejas têm se apropriado dos mais divresos meios de comunicação para…
setembro 19
Creio que esse conceito "perfeição divina" é um ideal criado pelos homens, cada qual, a partir de sua formação educacional, religiosa, experiência de vida, experiências intelectuais, etc, vai conceber um significado distinto à esse conceito. Quanto…
setembro 11

Informações do Perfil

Sobre mim
Acadêmico do Curso de História da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul.
Atividade profissional
Professor
Formação
Graduando
Cidade em que moro
Campo Grande
Estado e país em que moro
Mato Grosso do Sul
Meu e-mail
raphaelhistorias@hotmail.com

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Às 20:42 em 23 junho 2009, Ricardo da Costa disse...
Caríssimo,

Boa noite.

A Igreja sempre tentou direcionar o que seus fiéis deveriam ou não ler.

Contudo, uma coisa é o historiador saber que há proibições; outra é descobrir até que ponto a proibição "x" ou "y" era obedecida na prática por aquela determinada sociedade!

Vou dar um pequeno exemplo: no final do século XIII, a Igreja proibiu a leitura de algumas obras de Aristóteles na Universidade de Paris. Pergunte se os alunos obedeceram...

Entende? Um historiador que se preza, ao saber de determinada sanção ou regra, deve tentar, na medida que a documentação o pemite, conferir a prática social, nunca LITERALIZAR e GENERALIZAR a lei a toda a sociedade. Isso vale não só para a Idade Média, mas para QUALQUER época.

Seria como dizer: "há uma lei em tal ano que proibia tal prática; logo, todos obedeciam". Isso é de uma burrice sem par!

No caso de Aristóteles em Paris, a produção dos intelectuais da época prova que não só o Estagirita, mas sobretudo seus intérpretes árabes(especialmente Averróis) foram MUITO lidos, em que pese a proibição papal.

Espero que tenha te esclarecido a questão.

Fica o lembrete: a existência de uma lei ou regra não significa que as pessoas a sigam! O gênero humano é dado a discordar!

Abraço
Às 18:53 em 22 junho 2009, Maxsuel Andrade Soares disse...
Olá Raphael... Que bom que você se interessou pelo tema. Sou graduado em História Pela FIC/FAVA Cassilândia MS. Pós-graduado em Didática e especializando em Teoria e Metodologia em História. Atualmente sou professor no Colégio Estadual em Aporé GO. Minha pesquisa em está na análisa do filme "O Nome da Rosa" como documento histórico para melhor compreender o controle do saber da igreja medieval do séc. XIV". Pretendo no momento analisar o livro de Umberto Eco.

Espero podermos trocar algumas idéias, referências, e outros.

Até mais. Um abraço.
 
 

Cinehistória

ADEUS, MENINOS

França, inverno de 1944. Julien Quentin (Gaspard Manesse) é um garoto de 12 anos que freqüenta o colégio Sr. Jean-de-la-Croix, que enfrenta grandes dificuldades devido a 2ª Guerra Mundial.

Lá ele se torna o melhor amigo de Jean Bonnett (Raphael Fejto), um introvertido colega de classe que Julien posteriormente descobre ser judeu. A tragédia chega à escola quando a Gestapo invade o local, prendendo Jean, outros dois alunos e ainda o padre responsável pelo colégio.

O filme explora um situação limite sob a ótica da universo a criança, como fizeram outros ótimos filmes, como os recentes "A Culpa é do Fidel" e "Machuca". Com uma direção segura de Louis Malle, o fracês "Adeus, Meninos" (Au Revoir les Enfants, 1987) é um filme antes de tudo humanista, que mostra o drama de uma populção civil que sofreu os males de uma guerra mundial implacável, sobretudo, dentro do contexto das amizades e da família.

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