Paulo Monteiro
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O MST é um movimento marxista-leninista?

Iniciou esta discussão. Última resposta de Paulo Monteiro 28 Jun, 2009. 4 Respostas

 

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12 Jun, 2012
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10 Jun, 2012
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Há dois séculos e meio Rousseau criou o jovem e o cidadão

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5 Maio, 2012
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Entrevista: Padre Alcides Guareschi - O padre que nunca foi pároco

 “O período, entre 1970 e 1980, foi o da construção da Universidade de Passo Fundo, que se consolida em 1982. Entre este último ano e 1998, fui reitor, sempre com eleição direta da comunidade escolar. Enfrentei a oposição de grupos que queriam administrar a Universidade, o que é legítimo. Os mandatos eram de quatro anos. Só não enfrentei oposição em uma eleição, porque racharam. Quando deixei a Reitoria, fiquei mais dois anos na UPF.Apesar de toda a competição entre universidades e faculdades…Ver mais...
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16 Abr, 2012
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13 Abr, 2012
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9 Abr, 2012
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7 Abr, 2012
Paulo Monteiro postou um status
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29 Mar, 2012
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Alcêu Wamosy: o poeta chimango

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Sessão Solene da Academia Passo-Fundense de Letras

Convido todos os amigos do Café História para a Sessão Solene de Abertura do Ano Acadêmico de 2011, que será realizada no prédio sede da Academia, na Avenida Brasil Oeste, 792, em Passo Fundo, Estado do Rio Grande do Sul. O edifício foi um dos últimos redutos de resitência ao cerco da cidade, durante a Revolução Libertadora de…Ver mais...
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Josué Corrêa Fernandes curtiu a postagem no blog A Batalha do Pulador de Paulo Monteiro
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Informações do Perfil

Sobre mim
Nasci em Passo Fundo, Estado do Rio Grande do Sul, no dia 26 de setembro de 1954. Comecei a publicar poemas aos 13 anos, período em que me interessei pelo estudo da História, o que resultou em centenas de artigos e ensaios publicados, sobre literatura e história, além de dois livros "A Trova no Espírito Santo - História e Antologia", hoje disponível em Usina de Letras, e "Combates da Revolução Federalista em Passo Fundo". Quem me enviar um exemplar, não didático de obra sobre história, receberá, enquanto duarar os exemplares que ainda possuo, meu último livro "Combates da Revolução Federalista em Passo Fundo". Meu endereço para correspondência é: Paulo Monteiro - Caixa Postal 462 - CEP 99.001-970 - Passo Fundo - RS
Atividade profissional
Jornalista
Formação
E. Médio
Cidade
Passo Fundo

Enciclopédia do Futebol Gaúcho

Paulo Monteiro (*)

A publicação de Enciclopédia do Futebol Gaúcho – Volume I – Ídolos e Craques, de Marco Antonio Damian e César Freitas, com lançamento no próximo dia 16 de julho na sede da Academia Passo-Fundense de Letras, revelará ao público um dos acontecimentos editoriais mais importantes da Capital Nacional da Literatura neste ano de 2009. Revela, ao mesmo tempo, Marco Antonio Damian um dicionarista que continua a tradição iniciada por nosso confrade Antonio Carlos Machado com sua Enciclopédia Sul-Rio-Grandense Ilustrada, publicada em fascículos, pela Gráfica Editora Berthier, de Passo Fundo, entre 1988 e 1989.
Não sei se o autor de Futebol de Passo Fundo – Contribuição à sua História conhece O Pampa Heróico (Esbôço geral da sociogênese riograndense), Rio de Janeiro, 1942, s/ed., mas há uma coincidência de idéias incríveis entre a Introdução do livro do Antônio, que já nos deixou e Apresentação do outro Antonio, que é um membro atuante de nossa Academia. Refiro-me à notícia-crime do descaso que havia para com os documentos referentes à história do Rio Grande do Sul, feita pelo autor de Seara Alheia, há 65 anos, e o que escrevem Marco Antonio Damian e César Freitas, quando ao descaso existente nos clubes rio-grandenses do sul, quanto à documentação interna.
Trata-se de uma tradição ancestral. Talvez preserve a herança das hordas selvagens, apagando os rastros para que não fossem seguidas por tribos adversárias, ou dos bandos armados que fizeram “o Pampa heróico”, decantado em prosa e verso, também para ocultarem seus objetivos táticos dos antagonistas, ou, ainda, para não deixarem provas das degolas e outras violências. Quaisquer que sejam os motivos dessa destruição das fontes históricas, Antonio Carlos Machado, a seu tempo, e Marco Antonio Damian, hoje, não se amedrontaram, conseguindo realizar obras imorredouras.
Mas entremos na essência mesma deste primeiro volume da Enciclopédia do Futebol Gaúcho.
Numa carta de Paris, dirigida a Gaspar da Silveira Martins, em 7 de abril de 1896, o Barão do Rio Branco narra que às 3 horas daquele dia, aconteceria última partida entre “os melhores jogadores de Paris e o Club de Coventry, que possui uma das mais célebres turmas de futebol da Inglaterra”. Revela, com certo orgulho, que seu “filho Paulo, estudante de medicina, é o arrière ou back da equipe francesa e é tido como o melhor arrière da França”. Traduzindo, historicamente, nos últimos anos do Século XIX o melhor zagueiro da França era um brasileiro. Não era, porém um dos nossos muitos afro-descentes, nascidos e crescidos nas periferias, mas um integrante da nobreza imperial. O futuro consolidador das fronteiras nacionais sentencia: “Esse gênero de esporte devia ser introduzido no seu Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Minas, onde o clima permite tais exercícios”. Quem revela esse documento é Lafayete Silveira Martins Rodrigues Pereira, à página 48 da Introdução aos Discursos Parlamentares de Silveira Martins, publicados pela Câmara dos Deputados em 1979.
Os aproximadamente 1500 verbetes enfeixados nesse tomo inicial da Enciclopédia do Futebol Gaúcho comprovam o acerto de Rio Branco. No Rio Grande do Sul de Silveira Martins nasceram ou se destacaram muitos dos mais importantes atletas brasileiros e firmaram-se duas das “célebres turmas de futebol” do Brasil em todos os tempos, Internacional e Grêmio. Certo é que poucos anos depois das proféticas palavras de Rio Branco, maristas franceses introduziam o “esporte bretão” em Passo Fundo. Ao que tudo indica a atual Praça Tamandaré, ao redor da qual nasceu a cidade nos dias finais de 1827 e onde acamparam exércitos farroupilhas e caramurus e tropas maragatas e pica-paus foi nosso primeiro “estádio”.
Marco Antonio Damian e César Freitas, com essa obra, resgatam uma dívida histórica dos gaúchos com seus ídolos e preservam seus nomes para as gerações futuras. Ali encontramos os grandes ídolos e os quase anônimos jogadores que fizeram e continuam fazendo a alegria dos torcedores nos quatro cantos do Rio Grande. Ler a Enciclopédia do Futebol Gaúcho é recordar craques que se tornaram ídolos e que fizeram, no Estado, a alegria e a tristeza de colorados e gremistas, ou de quatorzianos e periquitos, em Passo Fundo.
Apoiada em vasta e demorada pesquisa, que incluiu até mesmo pacientes investigações em cemitérios, para conferir datas de falecimento de atletas, o livro que será lançado na sede da Academia Passo-Fundense de Letras, será um clássico.
(*) Paulo Monteiro, autor de livros e centenas de artigos e ensaios sobre temas literários, culturais e históricos, é presidente da Academia Passo-Fundense de Letras e integra diversas entidades culturais do Brasil e do Exterior.

Blog de Paulo Monteiro

Alcides Maya: um clássico esquecido

Postado em 12 junho 2012 às 12:15 0 Comentários

Paulo Monteiro

 “É preciso reler Alcides Maya.”, a frase com que Augusto Meyer abre o ensaio que dedicou ao escritor gabrielense enfeixado em Prosa dos Pagos: 1941-1959 (Rio: Livraria São José, 1960, páginas 113 a 141) e dois anos depois aproveitado como prefácio à reedição de Tapera, tornou-se uma espécie de mantra. Nos últimos meses tenho me dedicado a reler o romance Ruínas Vivas, de 1910, e os livros de contos Tapera, de 1911, e…

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O churrasco que o Imperador não comeu

Postado em 10 junho 2012 às 13:36 0 Comentários

Paulo Monteiro (*)

 A carne constituiu-se no principal alimento dos habitantes da Pampa, imensa planura que hoje abarca a metade meridional do Rio Grande do Sul, praticamente toda a República Oriental do Uruguai e grande parte da República Argentina. Tau Golin (Passo Fundo: O povo do pampa: uma história de 12 mil anos do Rio Grande do Sul para adolescentes e outras idades. EDIUPF, 2ª Edição, 2001) reúne os…

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O cônego João Pedro Gay e o general David Canabarro

Postado em 10 junho 2012 às 13:31 0 Comentários

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 A história do Rio Grande do Sul tem alguns assuntos que são verdadeiros tabus. Três deles envolvem uma das mais estranhas personalidades do século XIX: David Martins da Silva, que entrou para o panteão rio-grandense com o nome de David Canabarro, adotado ao aderir à Revolução Farroupilha. O saque ou massacre de Imaruí, ocorrido em 9 de novembro de 1839; o massacre de Porongos, a 14 de novembro de 1944, e as acusações de…

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Há dois séculos e meio Rousseau criou o jovem e o cidadão

Postado em 15 maio 2012 às 10:04 0 Comentários

 

Paulo Monteiro

 

Jean-Jacques Rousseau nasceu em Genebra no dia 28 de julho de 1712, data que está perto de completar trezentos anos, e faleceu em 2 de julho de 1778, em Ermeninville, na França. Ficou órfão muito cedo e teve uma vida aventureira que deixou registrada em um interessantíssimo livro, intitulado As Confissões, escrito entre 1765 e 1770, mas somente publicado, postumamente, em 1782.

Além do…

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Os 250 anos do Emílio ou da Educação e Do Contrato Social

Postado em 5 maio 2012 às 21:28 0 Comentários

Paulo Monteiro

 

No dia 4 de abril de 2012 Do Contrato Social, de Jean-Jacques Rousseau, completou 250 anos. Já no dia 22 de maio será a vez de Emílio ou da Educação alcançar a mesma idade. Com esses dois livros o pensador genebrino criou o cidadão e o jovem. A segunda obra, que deveria ser a primeira em ordem de publicação, lançou as bases da pedagogia contemporânea; a primeira instituiu a cidadania e a…

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Às 13:50 em 15 dezembro 2010, Leandro Santos disse...

Olá.

 

Prazer é todo meu.

Um grande abraço.

 

Leandro Santos.

Às 16:16 em 26 maio 2010, Edna Campos lima disse...
Parabéns Paulo pela sua bagagem de enorme conteúdo.
Pessoas como você fazem este mundo melhor.
Grande .Abraço Edna.
Às 16:50 em 15 maio 2010, SERGIO ROBERTO disse...
valeu Paulo, me responde so mais uma coisa:
quem eram esses trabalhadores "livres" das fazendas dos coroneis ?
os ex escravos ? os imigrantes europeus que vieram substituir
os escravos ? quem eram eles ?
Às 20:43 em 13 maio 2010, SERGIO ROBERTO disse...
Paulo, me responda uma dúvida que tenho:
qual a relação entre o coronel e o fazendeiro escravocrata ?
muitos acham que eles são exatamente o mesmo
personagem né ? mas NÃO E VERDADE (PELO MENOS TOTAL!)
veja so;

1ª diferença:o traje:o escravocrata vestia tipo um terno
com uma gravata esquisita, um laço assim no pescoco
ja o coronel usava chapeu com outro tipo de terno

2ª;a população da fazenda:o escravocrata tinha escravos
mas a população da fazenda do coronel eram pessoas
"livres" (camponeses")

No Imperio, alguns fazendeiros eram coroneis porque
ganhavam tal titulo da Guarda Nacional, mas quando
se fala em coronelismo deve-se pensar na REPUBLICA
VELHA que foi o apogeu do mesmo, e nessa epoca
o traje era o estilo cowboy (chapeu e tal) e a popu
lação da fazenda era a "livre", então qual a relação
entre eles ? mesmo personagem ? 2PERSONAGENS
DISTINTOS MAS ATRTELADOS ? NÃO ATRELADOS?
 
 
 

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