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Maxsuel Andrade Soares
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Este é um espaço para discutirmos como a igreja controlava o saber no período medieval, através das estratégias labirínticas, arquitetônicas e inquisitórias, mantendo o poder da igreja permanente e sua inefabilidade inquestionável.
terça-feira
novembro 7
maiara entrou no grupo de Maxsuel Andrade Soares
Este é um espaço para discutirmos como a igreja controlava o saber no período medieval, através das estratégias labirínticas, arquitetônicas e inquisitórias, mantendo o poder da igreja permanente e sua inefabilidade inquestionável.
outubro 3
o problema está em que ainda há restrições; o filme ser visto como uma peça "ficcional/comercial", por exemplo. As vezes, pode ser prestada tanta atenção na historia narrada pelo filme, que ele acaba ficando desvalorizado enquanto documento historico
setembro 29
Todos podem e devem ser usados. Basta fazer uma contextualização do assunto. Deve-se tomar os mesmos cuidados básicos que devemos tomar com todas as demais fontes historiográficas e históricas.
setembro 29
Este é um espaço para discutirmos como a igreja controlava o saber no período medieval, através das estratégias labirínticas, arquitetônicas e inquisitórias, mantendo o poder da igreja permanente e sua inefabilidade inquestionável.
setembro 22
Concordo perfeitamente. Nenhum documento é inocente, ou "isento". O filme é produto de seu tempo, do diretor, da narrativa, do público a quem destinado; reflete a época em que foi feito. Como fonte que é, deve ser analisado, interpretado e context...
setembro 14
Em sua obra Cinema e História, Marc Ferro estabelece contatos iniciais para apropriação do cinema como um documento histórico, apontando alguns caminhos sobre a utilização do cinema como também um documento e que infelizmente alguns historiadores ...
setembro 14
Como já mencionado, filmes não podem ser considerados documentos, nem mesmo documentários. São pertencentes à uma determinada época e contexto, além de ser produzido segundo a visão de uma pessoa ou um grupo delas. Podemos usar os filmes pra ilust...
setembro 14
Antes da revolução causada pelos historiadores participantes da francesa Escola dos Annales, a ciência histórica utilizava como fonte de estudo e pesquisa apenas os documentos históricos escritos. Nada mais era considerado para análise dos acontec...
setembro 13
De fato caro Bruno Leal. Repensar é nescessário para reconceituarmos a importância/função dos historiadores em nosso meio. A profissão de historiador surgiu na Antiga Grécia com os primeiros relatos de viagens e durante muito tempo o historiador l...
setembro 12
setembro 12
Olá Fabio. Grato pela participação. Mas não compreendi. Afinal, você é a favor ou contra a ultilização de filmes de ficção como documentação histórica?
setembro 12
Este é um espaço para discutirmos como a igreja controlava o saber no período medieval, através das estratégias labirínticas, arquitetônicas e inquisitórias, mantendo o poder da igreja permanente e sua inefabilidade inquestionável.
setembro 7
Concordo! Como a maioria dos roteiros se adequam a público dentro do seu tempo, filmes podem apoiar na pesquisa no contexto em que foram produzidos. Não acredito que possam ser usados como documentos de pesquisa histórica.
setembro 5
Concordo. Pode ser tão válido quanto fonte/documento histórico quanto um registro escrito, ou iconográfico - estamos, aqui, partindo da premissa de Febvre de que a história é fruto do homem, e o homem, de seu tempo. Podem ser mudadas as tecnologia...
agosto 28

Informações do Perfil

Sobre mim
Sou graduado em História, pós-graduado em Didática e especialisando em Teoria e Metodologia em Historia.
Atividade profissional
Historiador, Professor, Estudante, Pesquisador
Formação
Pós-Graduado (L.Sensu)
Cidade em que moro
Cassilândia
Estado e país em que moro
Matogrosso do Sul - Brasil
Meu e-mail
maxsuelgg@hotmail.com

Quem sou:

Na casa da Suelen.jpg

Professor, pesquisador e um eterno aprendiz. Aprendo história, faço e refaço a minha História, e auxilio no repensar as histórias em suas pecularidades e pluraridades.

Gosto de ler, viajar, ouvir musicas e conversar com pessoas intelectuais.

Sou também, leal, devotado e sentimental, com tendência a ser possessivo com qualquer coisa pela qual tenho muito estima, seja ela uma pessoa, um lugar familiar ou um objeto. A bondade, a consideração e a ternura me impressionam e chamam mais minha atenção que qualquer outra classe de virtudes.

Tenho grade afinidade pela música porque ela evoca e comunica sentimentos.
Sério, disciplinado e tranqüilamente ambicioso, sou uma pessoa instintivamente induzida a me autoprovar e disposto a lograr grandes realizações e êxito material. Quero que meu futuro trabalho (escritor) possa contribuir para que as pessoas encontrem seu significado, sentido, e principalmente, que possa ter um encontro com Deus. Persevero através das dificuldades e possíveis frustrações para alcançar um objetivo a que me proponho a conseguir.

Costumo jogar obedecendo às normas e regras. Sou tranqüilo, profundo, não permito pessoas que não tenho afinidade me conhecer intimamente, mas jamais sou superficial. Bastante autocrítico. Dando a mim mesmo - e aos outros - permissão para sentir, julgar e ser espontâneo me faz bem, apesar de saber, previamente, que isso não é uma tarefa fácil para mim. Meus pontos fortes são profundidade, paciência, apego, fidelidade. Meus principais defeitos: tendência para ser rígido e inflexível e ser demasiadamente sério. (estou tentando voltar a minha infância, onde eu era mais feliz, e “deixar a vida me levar”)

Sou capaz de me despojar de meus sentimentos e observar as coisas "de fora" e de forma muito pouco passional. Quando me dedico a um trabalho, dificilmente desisto. Penso em termos amplos e procuro integrar-me ao mundo ao meu redor de forma muito mais abrangente do que minha própria esfera pessoal. Por via de regra, procura me envolver em assuntos da sociedade, organizações sociais e grupos de todas as classes ou, pelo menos, tenho um grande interesse nisso.

Tolerante, sei perdoar e não é meu feitio julgar as pessoas. Aceito e trato as situações, também, de um modo incondicional, independentemente de suas limitações, erros ou aparência externa.

Amante da paz, procuro fazer o possível e o impossível para mantê-la. Dificilmente me irrito e, para que isso aconteça, é preciso alguém que seja tão perseverante quanto paciente. Ignoro os problemas de forma madura, na esperança de que eles mesmos se resolvam com o passar do tempo e muito poucas vezes os enfrenta de forma direta e objetiva.

Acredito, piamente, ser honesto, verdadeiro comigo mesmo, com visão e convicção própria, mesmo que os demais não me consideram assim. A nobreza de caráter, integridade, honra pessoal e autenticidade são essencialmente importantes para mim.

Amo Deus, amos as pessoas que estão a minha volta, amo as crianças que estão com aids e com fome na África, amo as prostitutas, amo os pobres e os ricos, amos os amigos e os inimigos, amos o homossexuais e os heterossexuais, amos os animais e as plantas, amo o céu e o mar. Amo amar. Amo contemplar. Amo viver a vida. Amo.

Este sou eu, o que não sou, estou lutanto para ser. Quero simplesmente ser. Quero estar em um lugar onde as pessoas não me nfluenciam, quero estar em Deus, porque Ele é. Simplesmente é. Assim eu também quero ser. Simplesmente ser

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Às 21:54 em 10 julho 2009, Fanzine Episódio Cultural disse...
O Episódio Cultural é um fanzine bimestral (2 mil exemplares), distribuído gratuitamente na região sul de Minas Gerais. Segundo o editor, Carlos Roberto de Souza, o objetivo é divulgar todas as manifestações culturais e as pessoas (profissionais ou não) que nelas atuam gratuitamente:
Poemas, contos, livros, escritores, cinema, teatro, esporte, moda, folclore, Artes Plásticas, grafiti, música, bandas, curiosidade, turismo... Entre em contato e participe...Divulguem-se!

Contatos;
Carlos (editor)
(35) 3295-6106 (Machado-MG)
machadocultural@gmail.com
http://www.fanzineepisodiocultural.blogspot.com
www.myspace.com/tarokid2003

FAVOR RESPONDER ATRAVÉS DO E-MAIL
machadocultural@gmail.com
Às 19:31 em 7 julho 2009, Themístocles Tolfo disse...
ahh blz cara, vo da uma olhada, eu to fazendo projetos sobre ensino de antiguidade classica didaticamente e também outro sobre patrimonio, pilhagens, apropriação de cultura, e por ai vai.... e núcleo vo começar sobre história cultural e ano que vem sobre imigração italiano no rio grande do sul... to indo pro 4 semestre ainda, mas ta massa.... abração!!!!
Às 7:37 em 30 junho 2009, Paulo Cesar Martins disse...
naõ tenho pesquisa Maxsuel apenas gosto do tema e da História
Às 10:53 em 24 junho 2009, Giba Oliveira disse...
ola maxsuel...
sobre o grupo de estudos, a sandra comentou que em agosto volta.. espero que nao seja a gosto de Deus.... ja recolhi assinaturas de alunos que se comprometeram em participar...

gostaria de saber um pouco mais sobre os "dinossauros positivistas" que tanto intrigaram vc e sua pesquisa....
ja me adicionei no forum...
minha pesquisa é sobre o filme é Narradores de Javé
abraços
Às 7:03 em 24 junho 2009, Giba Oliveira disse...
Olá Maxsuel...
é sempre bom reencontrar intelectuais como vc...
sempre que puder, visite o jornal universitario do curso de historia da fava, no site www.ficms.com.br/web la tem alguns artigos do nosso curso...
abraços e boas reflexões
Às 17:04 em 23 junho 2009, Sergio Alberto Feldman disse...
Eu trabalho com alguns temas. Mas meu focoatual são judeus e minorias (Hereges e outros).
Um abraço
Sergio
Às 15:03 em 23 junho 2009, Katia Costa disse...
Oi Maxsuel,

Meu Mestrado é na área de Epidemiologia / sub-área: Epidemiol. de Doenças Transmissíveis e estou propondo um modelo matemático p/ avaliar o impacto do ambiente hospitalar na dinâmica de transmissão de uma bactéria multirresistentes aos antibióticos, dentro de um CTI.

Sim, darei uma olhada na comunidade que vc criou.
Também adorei o filme Nome da Rosa. Excelente sim.
Abraço.
Às 13:59 em 23 junho 2009, Raphael Lugo Sanches disse...
Legal Maxsuel, eu sou acadêmico do curso de História da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (campus de Campo Grande) e também professor do ensino fundamnetal (6° ao 9° ano) de um colégio particular (Colégio Modelo).
Até logo...
Às 8:45 em 23 junho 2009, Léo Antonio Perrucho Mittaraquis disse...
Caro Maxsuel,

É com satisfação que aceito o seu convite para participar do grupo Nome da Rosa. O romance é de minha especial predileção e, creio, a partir desta referência, podemos estabelecer um profícuo debate.

Receba meu fraternal abraço,

Léo A. Mittaraquis
Às 21:03 em 22 junho 2009, Ricardo da Costa disse...
Atualmente, a minha área de pesquisa é a filosofia medieval.

Fiz dois pós-doutorados na Universitat Internacional de Catalunya.

Não há controle de saber na Idade Média. Caso encontre algum indício disso em fontes primárias, por favor me diga. Leio fontes medievais há mais de quinze anos e nunca encontrei nada que corroborasse esse mito difundido por professores em nosso país.

Não entendi as suas últimas duas frases: 1) "Primeiro analiseu o filme na graduação". Que filme? 2) "Agora pretendo montar um projeto da análise do Livro". Qual livro?

Bem, despeço-me agora.

Abraço,
Ricardo da Costa
www.ricardocosta.com
 
 

Cinehistória

SANGUE NEGRO

Virada do século XIX para o século XX, na fronteira da Califórnia. Daniel Plainview (Daniel Day-Lewis) é um mineiro de minas de prata derrotado, que divide seu tempo com a tarefa de ser pai solteiro. Um dia ele descobre a existência de uma pequena cidade no oeste onde um mar de petróleo está transbordando do solo. Daniel decide partir para o local com seu filho, H.W. (Dillon Freasier). O nome da cidade é Little Boston, sendo que a única diversão do local é a igreja do carismático pastor Eli Sunday (Paul Dano). Daniel e H.W. se arriscam e logo encontram um poço de petróleo, que lhes traz riqueza mas também uma série de conflitos.

Livremente inspirado no romance "Oil!", escrito em 1927 por Upton Sinclair (1878-1968), Sangue Negro (There Will Be Blood, 2007) foi muito bem aceito pela crítica, sendo comparado, inclusive, com o clássico "Cidadão Kane". Dirigido por Paul Thomas Anderson, um dos mais cultuados diretores americanos dos últimos anos. Trata-se de um filme épico, que discute temas como poder, fé, família e o paradoxo de ter tudo e nada, ao mesmo tempo.

Membros

  • Jaqueline Alves Silva
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  • Rodrigo Nogueira de Souza Júnior
  • Kenia Freitas
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  • sthenio de sousa everton
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