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Mário Maestri
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Por que não festejo e me faz mal o Natal Dezembro 24, 2009 por Mário Maestri Não festejo e me faz mal o Natal por diversas razões, algumas fracas, outras mais fortes. Primeiro, sou ateu praticante e, sobretudo, adulto. Portanto, não participo da…
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Correio da Cidadania - Via Política Por que não canto o Hino Nacional Escrito por Mario Maestri 15-Nov-2009 No início do século 19, os soldados franceses enviados por Bonaparte para vergar a barbárie e restabelecer a civilização na parte francesa…
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21 setembro 2009
Mário Maestri e DANIEL CASTRO agora são amigos
10 setembro 2009

Informações do Perfil

Atividade profissional
Historiador, Professor, Pesquisador
Formação
Pós-doutor
Cidade em que moro
Porto Alegre
Estado e país em que moro
RS
Meu e-mail
maestri@via-rs.net

Caixa de Recados (16 comentários)

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Às 19:11 em 3 janeiro 2010, ARIADNE DA SILVA ROCHA disse...
OLÁ MARIO,
MUITO TEMPO QUE NÃO APAREÇO AQUI NO CAFÉ HISTÓRIA.
TENHO TRABALHADO MUITO E REALIZADO MUITOS CURSOS PARA OS ALUNOS DE HISTÓRIA.
QUERO PRESTAR UMA HOMENAGEM MUITO JUSTISSIMA A VOCE, COMO HISTORIADOR E COMO AMIGO MAS AINDA NÃO TENHO TEMPO.....CERTAMENTE IREI FAZER AQUI NO CAFÉ HISTORIA.. CONSTANTEMENTE, NAS MINHAS AULAS DE HISTORIA NA FACULDADE CITO VOCE E SEUS LIVROS PARA MEUS ALUNOS E MAIS QUE ISSO, VOCE É MINHA REFERENCIA COMO PROFESSOR E COMO COLEGA E AMIGO.
DESEJO-LHE UM FELIZ ANO DE 2010 PARA VOCE, FLORENCIA E FILHOS.
bEIJOS
ARIADNE
Às 17:44 em 10 novembro 2009, DANIEL CASTRO disse...
Parabéns, pelo seu novo livro e sua entrevista no programa do Juremir. Gostei da sua sugestão de colocar no lugar o Laçador, um verdadeiro gaúcho, um negro. Continue a mostrar a verdadeira história, um abraço.
Às 18:50 em 26 setembro 2009, DANIEL CASTRO disse...
PREZADO MARIO, GOSTEI MUITO DO SEU TEXTO EM ZERO HORA, PRINCIPALMENTE DA FALTA DE MEMORIA DA CAPITAL DOS RIO-GRANDENSES, ONDE GAUCHO E AQUELE QUE LIDA COM O CAMPO OU O MARGINAL DO CAMPO, UM ABRAÇO.
Às 12:47 em 23 dezembro 2008, Alexandre Florez disse...
Prezado Mário, enviarei hoje para teu endereço de e-mail um rascunho - tosco é verdade espero que me perdoes os atropelos sintáticos, e demais subversões da língua, sobre meu trabalho investigativo em sua primeira etapa: colher e compilar dados probatórios da existência entre nós,na região centro do estado, dumadança dramática denominada Quicumbi (de cucumbre - comida dos Congos) possivelmente originária do Cucumbi baiano e posteriormente carioca, que iniciou a tradição dos ranchos e cordões de carnaval de rua popular no RJ desembocando finalmente no carnaval... Entre nós tudo indica um processo muito similar ao do RJ. Junto desse rascunho vou te enviar arquivos em mp3 contendo músicas de meu primeiro cd, Caminho dos Engenhos. Se gostares e quiseres obter o cd te envio o contato em Porto Alegre de meu amigo Giovanni Mesquita ,professor de história e compositor popular, e ele copiapara ti ou consegue um exemplar original. Um abraço. Alexandre Florez
Às 17:46 em 21 dezembro 2008, Alexandre Florez disse...
Caro professor, tenho,nos últimosmeses me valido muito de seus livros. Pesquisando os modos de vida dos negros no Rio Grande do Sul com vias de implementar um projeto musical baseado nas tradições do Quicumbi (dança dramática de origem angolano-conguesa, referente à coroação dos reis do Congo e reprodução "mimética" de suas epopéias), muito em voga cá na região central - Cachoeira e Rio Pardo desde o fim do século XVIII. A última notícia dessa dança dramática em Cachoeira datade 1907. Caso é que pretendo enviar um projeto visando captar recursos para gravar meu segundo cd baseado nessa tradiçao, que reputo ter sido a trilha original que influenciou sobremaneira nosso "estilo" de compor e executar o samba no RS. Também é meu desejo publicart à parte uma cartilha com informações sobre o que foi o Quicumbi, como surgiu e qual sua relevãncia/influência na nossa cultura. Peço ao senhor permissão para lhe enviar um rascunho do conteúdo dessa cartilha via e-mail, bem como umaamostragem de meu trabalho musical, no intuito de apreciação. Obrigado por sua atenção, respeitosamente Alexandre Florez. P.S Por não saber como funciona a rede,é a primeira vez que acessodeixo meu e-mail para contato: alexandre.florez@gmail.com
Às 8:12 em 30 novembro 2008, paulo henrique disse...
ola tudo bem mario maestri estou a le escrever pois achei seu perfil bastante interessante do ponto de vista intelectual e de conhecimento historicos eu me chamo paulo sou habitante da cidade de ribeirão das neves minas gerais se não fosse muito incomodo gostaria que me adiciona-se como seu amigo para podermos nos comunicarmos obrigado.
Às 16:22 em 25 novembro 2008, Renata Argemiro disse...
Se você puder enviar o link do blog para que eu possa fazer a leitura, ficarei muito grata. Meu email é renataprofhistoria@hotmail.com
agradeço por ter me adicinado.
Boa noite, luz e paz.
Às 6:27 em 25 novembro 2008, Renata Argemiro disse...
Li uma referência ao seu trabalho no livro "Mémórias do Cativeiro" de Ana Lugão Reis e Hebe Matos e busquei informações acadêmicas ao seu respeito. E, eis que me deparei com seu perfi laqui no Café. Espero que me aceite em seu perfil.
Atenciosamente,
Renata Argemiro
Às 22:54 em 15 novembro 2008, CA Barão disse...
Mario

enviei recentemente para você convites para que possa participar de um outro espaço de debate, que tenho certeza achará interessante. Além disso enviei convites para que participes de grupos sobre Pablo Neruda e Alvaro Cunhal.

abraço
CABarão
Às 10:10 em 15 novembro 2008, Oazinguito Ferreira da Silveira Filho disse...
Prezado Professor,

Trabalhava com História do Brasil em escolas de segundo grau da rede privada em Petrópolis desde 1980, desenvolvendo programas paralelos e estudo de textos com alunos que desejavam à época aprofundar-se na dinâmica da História da Escravidão visando o vestibular da UFF e da UFRJ, quando tomei contato em 87 com seu livro lançado pela Mercado Aberto que muito facilitou nosso trabalho de estudo comparativo no período.
Minha admiração e estima por suas idéias juntam-se ao prazer de nos encontrar nesta rede.
Sou pesquisador de História Local em Petrópolis.
Abraços,
Ferreira

Blog de Mário Maestri

Mário Maestri

Por que não festejo e me faz mal o Natal

Por que não festejo e me faz mal o Natal

Dezembro 24, 2009

por Mário Maestri

Não festejo e me faz mal o Natal por diversas razões, algumas fracas, outras mais fortes. Primeiro, sou ateu praticante e, sobretudo, adulto. Portanto, não participo da solução fácil e infantil de responsabilizar entidade superior, o tal de “pai eterno”, pelos desastres espirituais e materiais de cuja produção e, sobretudo, necessária reparação, nós mesmos, humanos, somos responsáveis.

Sobretudo como h… Continuar

Postado em 5 janeiro 2010 às 18:01 ‚Äî

Mário Maestri

Por que não canto o Hino Nacional

Correio da Cidadania - Via Política

Por que não canto o Hino Nacional

Escrito por Mario Maestri
15-Nov-2009

No início do século 19, os soldados franceses enviados por Bonaparte para vergar a barbárie e restabelecer a civilização na parte francesa da ilha de Santo Domingos, futuro Haiti, escutavam, ao longe, assustados e perplexos, o ressoar da canção querida que seus oficiais lhes proibiam cantar. Eram os negros insurrectos que, entoando a Marselhesa, surgiam da profundeza da noite par… Continuar

Postado em 20 novembro 2009 às 7:30 ‚Äî

Mário Maestri

As fronteiras do país farroupilha - Se os farroupilhas tivessem vencido ...

Zero Hora, Caderno Cultura, Sábado, 19 de Setembro de 2009

As fronteiras do país farroupilha
Mário Maestri

“Após concentrar suas forças na luta contra as insurreições do Pará, do Maranhão e da Bahia, os exércitos imperiais conheceram graves derrotas no Sul, concluídas com a rendição do barão de Caxias, após o desastre brasileiro na batalha do serro de Porongos, em 15 de novembro de 1845. Dois anos mais tarde, o Brasil reconhecia a independência e estabelecia relações com a República do… Continuar

Postado em 21 setembro 2009 às 17:08 ‚Äî

Mário Maestri

Nos tempos em que as estâncias eram de todos

Por Mário Maestri em 04/09/2009
consciencia.net

Em 1626, jesuítas cruzaram o rio Uruguai e fundaram missões, a partir do noroeste do atual RS, sobretudo com populações guaranis. Em 1634, os inacianos importaram 1.500 bovinos para formar os rebanhos dos dezesseis pueblos do Tape. Em 1636-38, o gado foi abandonado pelos guaranis missioneiros que retornaram para a outra banda do Uruguai, assaltados pelos paulistas escravizadores. O rebanho multiplicou-se, atravessou os rios Jacuí-Ibicuí em… Continuar

Postado em 10 setembro 2009 às 7:50 ‚Äî

Mário Maestri

1822: a Independência Escravizada

Por Mário Maestri em 08/09/2009
Consciência.net

Em janeiro de 1821, no Rio Grande do Sul, Auguste de Saint-Hilaire anotava em seu diário que o Brasil perigava ser “perdido pela casa de Bragança” e que “suas províncias” podiam explodir em nações independentes, “como as colônias espanholas”, considerando-se a tamanha diferença entre elas. Escrevia enfaticamente o arguto naturalista: “Sem falar do Pará e de Pernambuco, a capitania de Minas e do Rio Grande, já menos distanciadas, dife… Continuar

Postado em 10 setembro 2009 às 7:42 ‚Äî

 
 

Cinehistória

ABRAÇO PARTIDO

Ariel (Daniel Hendler) é um jovem de vinte e poucos anos, que largou a faculdade e ainda vive às custas da mãe (Adriana Aizemberg). Sua vida gira basicamente em torno de dois locais: a loja de lingeries de sua mãe e o cybercafe local, onde costuma encontrar sua namorada.

Ariel sempre estranhou o fato de nem sua mãe nem seu irmão falarem sobre seu pai, que nos anos 70 partiu para lutar na Guerra do Yom Kippur, em Israel, e nunca mais retornou. Com a crise econômica instalada na Argentina, que força o fechamento de várias lojas tradicionais no bairro onde está a loja de sua mãe, os amigos de Ariel sonham em conseguir a cidadania européia e partir do país em busca de emprego. Ariel também tem este sonho, mas cada vez mais alimenta o desejo de conhecer seu pai e também a verdade sobre seu afastamento da família.

"El Abrazo Partido", filme argentino de 2004 fez bastante sucesso aqui no Brasil. No fundo, sua trama gira em torno de Ariel, que não consegue aceitar o fato do pai tê-lo abandonado para ir lutar na guerra do Yom-Kippur. Essa rejeição à figura paterna também fica explícita no pouco conhecimento que Ariel tem do judaísmo. Face à crise que se abate sobre a economia de seu país, Ariel decide batalhar pelo passaporte polonês (seus avós eram poloneses) e, dessa forma, ter a possibilidade de entrar na Europa e viver com um seguro-desemprego.

Membros

  • Beatriz de Aguiar Hanssen
  • Dayse Araújo da Silva
  • Maria do Socorro Mafra de Andrad
  • Jose Flavio de Araújo
  • Lisete Silveira
  • Bruno Leal
  • Ademar Queiroz Ferreira
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  • Guida Linhares
  • Jorge Carvalho do Nascimento
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