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Mariana Nicoliello
  • Feminino
  • Belo Horizonte, MG
  • Brasil
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30 agosto 2009
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30 agosto 2009
A arte é um forma de se contar a história. As circunstâncias da criação da obra e as influências sociais, politicas e religiosas do artista dizem muito sobre a realidade daquele momento. Vamos falar sobre isso aqui!
30 agosto 2009
Mariana Nicoliello entrou no grupo de Paula...
Espaço destinado aqueles que estudam ou se interessam pela história do movimento de mulheres no Brasil.
30 agosto 2009
Grupo focado para discutir história e Filosofia. O que a nossão geração de historiadores tem a dizer sobre o pensamento filosofico na história? qual seria a importancia dos dialogos que a história faz com a Filosofia?
30 agosto 2009
Grupo de discussão e contribuição para desvendar a verdadeira história da macabra Operação que assassinou milhares de militantes e democratas na América Latina e na América Central.
30 agosto 2009
O grupo está sendo criado com o objetivo de debater e contribuir para desvendar a verdadeira História da Macabra Operação que assassinou milhares de militantes e democratas na América Latina e na América Central.
30 agosto 2009
Sem sombra de dúvida, um dos maiores historiadores e com certeza o mais importante ainda vivo !!!!!
30 agosto 2009
[...] na historiografia brasileira, daqui por diante, há duas fases: antes da História Nova e depois dela.(...)
30 agosto 2009
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30 agosto 2009
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28 agosto 2009
28 agosto 2009
Comunidade para o debate das relações entre mito, rito e história, estudo e troca de informações sobre as mitologias e os folclores de todos os tempos e culturas.
28 agosto 2009
27 agosto 2009
Este grupo tem a finalidade de reunir pessoas inconformadas com a situação da política Brasileira, a intenção é utilizar o espaço como forma de discussão positiva a ponto de que sejam tomadas iniciativas para reverter a Pornôpolítica instalada.
27 agosto 2009

Informações do Perfil

Sobre mim
Sou advogada, mas atualmente estudo para concursos. Paralelamente sou escritora. Sempre fui. Fui alfabetizada e já escrevia minhas poesias. Da poesia fui à prosa, pequenos contos e hoje escrevo um romance ainda sem nome.
Clara é a pessoa que vivo atualmente no meu romance ainda sem nome. Eurípedes é seu amor perdido, encontrado na época do golpe militar...
O romance é atemporal, embora transite entre 1976 até 1996 ou mais. Eram companheiros e amantes neste período que fugiram do Brasil em 1970.
Clara e Eurípedes se exilam no Chile e depois na Argentina, embora ambos os países vivam o regime militar. Na Argentina são presos.
E na Argentina é onde se passa a maior parte da história de amor e guerra. "Moram" na ESMA e têm um filho: Pedro. O filho roubado.
Onde estaria Pedro? Clara é quase uma das mães da Praça de Maio. Eurípedes, um amor de juventude, inteligente, mas instável. Desconexo.
De um amor despedaçado e de um sonho de liberdade, Clara tenta reconstruir sua vida. A vida longe de Eurípedes e longe de seus ideais.
Amor, ódio, dor, sonhos e até mesmo delírios de quem não se conforma são os elementos da história que começa nesse romance.
Atividade profissional
Pesquisador, outro
Formação
Pós-Graduado (L.Sensu)
Cidade em que moro
Belo Horizonte
Estado e país em que moro
Minas Gerais
Meu e-mail
mariana.nicoliello@gmail.com

Blog de Mariana Nicoliello

Mariana Nicoliello

Livro que estou escrevendo

A história não é de amor. Também não é de ódio. São cartas de Clara a Eurípedes em que há sim muito amor, algum ódio e muitas memórias daquela juventude fugidia desses revolucionários exilados, presos e amantes de um amor que sucumbe 20 anos depois do dia em que foram presos na Argentina no dia do golpe militar lá.
Foram revolucionários em 64 que fugiram e se exilaram no Chile e depois na Argentina. Na Argentina eles passam muito tempo presos, são torturados e são privados não apenas da liberdad… Continuar

Postado em 27 agosto 2009 às 10:51 ‚Äî

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Às 18:28 em 30 agosto 2009, Wladimir Gomide disse...
Pois bem, cara "amiga" de Café. Vamos por partes.
Na mensagem abaixo, conforme podes constatar, limitei-me a convidá-la para "amiga" e para os grupos que fundei.
Tua mensagem fala de livros que não indiquei.
Perguntas onde moro. Em minha Página encontrarás informações mínimas no Perfil que preenchemos no ato de inscrição - inclusive a cidade em que resido - e bastante informação sobre minha pessoa e interesses logo abaixo em Quem sou.
Já que pesquisas a época mais negra de nossa História, no texto que redigi em "O Golpe Militar de 1964" encontrarás a relação de diversos documentários antológicos, dos quais apenas os de Silvio Tendler existem em DVD. O restante, somente em VHS. Será muito difícil encontrá-los, suponho. Tente instituições culturais e/ou cinematográficas que disponibilizem o acervo para consulta.
Sugiro a leitura de "Tempo Negro, Temperatura Sufocante. Estado e Sociedade no Brasil do AI-5", de Oswaldo Munteal Filho, Adriano de Freixo e Jacqueline Ventapane Freitas. Ed. PUC-Rio & Ed. Contraponto. RJ, 2008.
Jacqueline Ventapane é minha amiga pessoal e criou um grupo chamado "Cadernos do Terceiro Mundo", aqui no Café. Recomendo a iniciativa de Jac. E a de outro amigo, CA Barão, que criou o grupo "Cuba e o Socialismo".
Experimente as dicas.
Quanto aos meus objetivos neste espaço, costumo definir-me como um grande curtidor. Meu leque de interesses á vasto e eclético.
Hasta Siempre!
Às 20:18 em 28 agosto 2009, Wladimir Gomide disse...
Bem-vinda aos grupos "O Golpe Militar de 1° de Abril de 1964" e "1968 - O Maio Francês".
Neste último, encontrarás tópico intitulado "Os Anos 60 - Uma Década Experimental", que deve interessar-te também.
Além disso, convido-te para outro grupo, "Denys Arcand e o Cinema Canadense". Os filmes de Arcand, "O Declínio do Império Americano" (1986) e "As Invasões Bárbaras" (2003), formam o maior painel crítico de nosso tempo. Por conseguinte, ali se discute o ser e o modo de nossa época.
Em nome das afinidades eletivas, convido-te para "amiga" de Café.
Hasta Siempre!
Às 9:54 em 28 agosto 2009, Pedro Campos disse...
ok... no que me for possível ajudar, dentro das minhas modestas possibilidades, conte comigo
Às 15:41 em 27 agosto 2009, Pedro Campos disse...
ok.... e sobre o que é a tua pesquisa?
Às 4:44 em 27 agosto 2009, José Leandro disse...


http://cafehistoria.ning.com/group/oromanceanegro


Olá boas tardes!

Apresento o fórum dedicado ao Romance a Negro (Literatura Policial) mas também à Literatura de Aventuras.

Histórias e livros que nos revelam outras formas de ver a vida, mas também de a sentir.

Ainda, a paixão de partilhar o gosto pelos livros!

Fica o convite. Se desejar partilhar connosco este grupo/fórum deverá procurar nos grupos - O ROMANCE A NEGRO - e solicitar a adesão.

Saudações do José Leandro
 
 

Cinehistória

ABRAÇO PARTIDO

Ariel (Daniel Hendler) é um jovem de vinte e poucos anos, que largou a faculdade e ainda vive às custas da mãe (Adriana Aizemberg). Sua vida gira basicamente em torno de dois locais: a loja de lingeries de sua mãe e o cybercafe local, onde costuma encontrar sua namorada.

Ariel sempre estranhou o fato de nem sua mãe nem seu irmão falarem sobre seu pai, que nos anos 70 partiu para lutar na Guerra do Yom Kippur, em Israel, e nunca mais retornou. Com a crise econômica instalada na Argentina, que força o fechamento de várias lojas tradicionais no bairro onde está a loja de sua mãe, os amigos de Ariel sonham em conseguir a cidadania européia e partir do país em busca de emprego. Ariel também tem este sonho, mas cada vez mais alimenta o desejo de conhecer seu pai e também a verdade sobre seu afastamento da família.

"El Abrazo Partido", filme argentino de 2004 fez bastante sucesso aqui no Brasil. No fundo, sua trama gira em torno de Ariel, que não consegue aceitar o fato do pai tê-lo abandonado para ir lutar na guerra do Yom-Kippur. Essa rejeição à figura paterna também fica explícita no pouco conhecimento que Ariel tem do judaísmo. Face à crise que se abate sobre a economia de seu país, Ariel decide batalhar pelo passaporte polonês (seus avós eram poloneses) e, dessa forma, ter a possibilidade de entrar na Europa e viver com um seguro-desemprego.

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