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Maria Renata
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Maria Renata da Cruz Duran

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Maria Renata

LES COMMEDIENS TROPICALES ENCENAM 2º D. PEDRO 2º E COLOCAM OS HISTORIADORES NO LAGO DE NARCISO




“Não existem fatos, só interpretações.”
Friedrich Nietzsche.


Semana passada fui ao Teatro Sérgio Cardoso, na rua Rui Barbosa, 153, Bela Vista, para assistir à peça 2º D. Pedro 2º, representada pela companhia Les Commediens Tropicales e financiada pela Lei de Fomento… Continuar

Postado em 21 abril 2009 às 15:36 ‚Äî 2 Comentários

Caixa de Recados (244 comentários)

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Às 14:24 em 8 dezembro 2009, Ana Maria disse...
querida, manda logo o recorte....
então, qto ao lançamento, logico que pode.
escreva diretamente aos diretores da casa, dayse
http://cafehistoria.ning.com/profile/DaysevonAnckenSalgado
email
dayse.salgado@gmail.com
bjimmmmmmmm

ps. tava no rio até ontem... lembrei de vc.
Às 7:12 em 8 dezembro 2009, Sérgio Montalvão disse...
Oi Maria Renata. Obrigado pela força. No final, depois de muito quebrar a cabeça, apoiado nos meus "grandes conhecimentos" de informática, salvei o texto original, que se encontra inclusive no site do CPDOC. Se quiser dê uma conferida. Abs, Sérgio.
Às 19:39 em 21 novembro 2009, Sérgio Montalvão disse...
Olá Maria Renata, obrigado pelo interesse. Estou escrevendo um texto para a jornada interna do CPDOC que aproveita as obervações da minha quallificação. Só que tive um acidente de percurso com um vírus no meu notebook (fique tranquila, não estou escrevendo nele agora) e perdi todo o texto. Fiquei tão p. que passei esta madrugada em claro. Hoje estou reescrevendo a comunicação, mas vai ficar bem inferior. Mesmo assim acho que o esforço foi gratificante. Afinal, consegui avançar na pesquisa e descobri coisas novas sobre dois personagens importantes da tese - Gustavo Capanema e Carlos Lacerda - e ainda desenvolvi algumas reflexões a partir das leituras do texto "História dos conceitos e história social" de Reinhardt Koselleck. Aliás, o que você acha dele ? Bjs, Sérgio.
Às 11:28 em 21 novembro 2009, Ana Maria disse...
oi lindona, então fecha mais um pouquinho, q aspectos pode tratar de mulheres no século XIX (o cotidiano, o amor, a moda, a vida privada, as conquistas sociais). Linda, gosto mto de vc... torço sempre para dar certo tudo tudo... vc. merece... quero mto q consigamos marcar esse tet a tet para o ano q vem.
bjs
Às 19:07 em 20 novembro 2009, Monique Generoso disse...
Eu que agradeço por deixar o meu desabafo...
Abraço!
Às 17:39 em 19 novembro 2009, Patricia Maria O.Teixeira disse...
Valeu, muito obrigada pela atenção!!!
Bjus...
Às 14:02 em 1 novembro 2009, Ana Maria disse...
oi lindona, topas dar uma palestra sobre mulheres e o divórcio na casa da palavra no ano que vem?
se sim, me manda um título fechado...
é ainda um projeto, vamos ver.
no mais, como está?
Manda notícias.

bjsssssssssssssss
Às 18:49 em 22 outubro 2009, Ernesto Rademaker Martins disse...
Cara amiga, infelizmente não.

Mas tenho um amigo que sabe TUDO !!!

Um grande abraço,

Ernesto.
Às 19:29 em 16 outubro 2009, Cristina Cardoso disse...
Oi Renata
Quanto tempo !!! Demorei mas, estou de volta.
Espero que tudo esteja bem com vc !!
Aguardo notícias.
Um beijo
Cristina
Às 8:11 em 29 setembro 2009, Sérgio Montalvão disse...
Olá Maria,bom dia ! Obrigado por ter aceitado minha solicitação de amizade. Atualmente curso o doutorado em História Política e Bens Culturais do CPDOC/FGV. Estudo a organização do ensino secundário, da lei orgânica do ministro Capanema (1942) até a LDB de 1961. Paralelamente, escrevo sobre cultura políica e história da historiografia.
 
 

Cinehistória

Cidadão Boilesen

O documentário revela as ligações de Henning Albert Boilesen (1916-1971), presidente do famoso grupo Ultra, da Ultragaz, com a ditadura militar, ajudando no financiamento da repressão violenta e também a sua participação na criação da temível Oban – Operação Bandeirante, espécie de pedra fundamental do Doi-Codi. (RC)

Cidadão Boilesen foi premiado no Festival Internacional de Documentários É Tudo Verdade, esteve no Festival do Rio e na Mostra de São Paulo. Sempre aplaudido pelo público e pela crítica, levanta o véu sobre a Operação Bandeirantes.

A Oban, como era chamada, foi um centro de informações, investigações e de torturas montado pelo Exército brasileiro no fim dos anos 1960 para combater organizações de esquerda que confrontavam o regime ditatorial que vigorava desde 1964 no País. O filme deixa claro que era financiada por empresários e banqueiros. O caso de Henning Boilesen, o cidadão Boilesen, é exemplar. Dinamarquês naturalizado brasileiro, ele virou empresário no País. Anticomunista ferrenho, ligou-se a grupos militares e paramilitares. Outros empresários e banqueiros - nomeados no filme - também fizeram isso, mas Boilesen se destacava por uma particularidade fartamente debatida no filme. Sádico, ele tinha um prazer especial em seguir as sessões de tortura, chegando a fornecer carros da empresa Ultragaz, do grupo Ulbra, que presidia, para operações de repressão. Em 1971, foi vítima de uma emboscada e morto por guerrilheiros.

Foram mais de 15 anos de pesquisa, que agora se concluem na estreia. Litewski elaborou uma lista de 200 possíveis entrevistados. Um terço lhe bateu o telefone na cara, tão logo ele anunciava sua intenção. Outro terço admitia dar depoimento, sem que fosse gravado ou filmado, certamente temendo represálias. O terço final, finalmente, deu a cara e a voz às denúncias formuladas no filme. Elas de alguma forma corrigem a história oficial. Mostram que a famigerada ditadura foi, na verdade, uma aliança civil-militar, incentivada e sustentada por setores de peso na sociedade, e não apenas empresários da Fiesp ou banqueiros da Febraban. Nem a imprensa é poupada. Litewski, que se autodefine como ‘rato de pesquisa’, só cita empresários e organizações que tenham sido mencionados por no mínimo três fontes diferentes.

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