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Luiz Ricardo Leite dos Santos
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Últimas atividades

Essa discussão não é nova, pois, a mais de duas décadas já previa a crise do livro didático. Inicialmente, o que é produzido atende a necessidade do mercado e não da real necessidade do ensino aprendizado do professor/aluno e a demais, as opções met…
9 dezembro 2009
Olá Luiz Ricardo, boa tarde. Os livros de maneira alguma deverão ser abolidos, o que nos deparamos nos terceiro milênio, foi com a era digital que trouxe aos novos leitores, a possibilidade de interação com outras pessoas e outros lugares, deixando…
8 dezembro 2009
BOm na minha opinião o livro didático, caro Luiz, não deve ser abandonado pois este serve de base para que o aluno possa se situar no contexto e ter uma idéia geral do que ocorre. É evidente que há muitos fatos ocultos na hitória e que muitas vezes…
8 dezembro 2009
Cada cabeça uma sentença, caros Ricardo e Luiz !
6 dezembro 2009
O livro didático fornece os alicerces do aluno quando o professor é incompetente. Talvez, ao considerar uma equipe de professores altamente qualificada (realidade dos autores europeus), seja possível excluir os livros didáticos das atividades em sal…
5 dezembro 2009
Luiz, O grande escritor Monteiro Lobato afirmou que, "um país se constrói com homens e livros", e os didáticos não podem ser excluídos desta regra. Avançamos consideravelmente no que diz respeito as temáticas abordadas nos livros didáticos nesses úl…
5 dezembro 2009
...por exemplo, Brasília. Um campo de extermínio da dignidade, onde pts, psdbs, demos, enfim, todos acabam mostrando o mesmo lado da moeda: corrupção. É preciso abrir uma mega discussão sobre a (des)importância do governo, pois, como diria Homer Sim…
5 dezembro 2009
Mais do que isso, é preciso saber que tipo de atrocidades estão ocorrendo dentro das bases da Marinha do Brasil? Fui marinheiro e, apesar das informações disponíveis, muitos erros ainda são cometidos. Em 1992, servi como recruta no 2° Distrito Naval…
5 dezembro 2009
Luiz Ricardo Leite dos Santos adicionou uma discussão
Hoje em dia, as discussões envolvendo o que se deve ensinar em sala de aula trazem à tona o entorno. O aluno deve se sentir tocado pelos assuntos ali encontrados. Como dizia Maitland apud Marc Bloch, no livro "A Sociedade Feudal": o livro deve despe…
5 dezembro 2009
Toda fonte histórica deve ser analisada com critério, certo? Um documento (qualquer que seja) pode ser forjado, pode ter sido falsificado, pode apenas demonstrar aquilo que quem o produziu queria que ele demonstrasse e assim por diante. Aquela "máxi…
2 dezembro 2009
Caro Luiz, Por muito tempo, o cinema do ignorado como fonte histórica. Isso muda significativamente a partir dos anos 1960 e, sobretudo, com o advento da História Nova, que repensou seus objetos. Acho que este é um marco importante. Hoje, acho que…
1 dezembro 2009
Eu acredito que o uso de filmes ajuda sim na assimilação do conteudo. Mas, é claro que essa psequisa tem que ser feita de forma muito criteriosa e minuciosa sabendo que muitos fatos relatados nos filmes tem um toque da imaginação do diretor. Mas é b…
30 novembro 2009
Caro Luiz Talvez o grande problema que vc encontre como já foi dito pelos colegas e a falta de interesse dos alunos ainda mais com a HIstória, me graduei ano passado e este ano consegui aulas em uma 2 escolas públicas de inicio vc recebera hostilida…
9 novembro 2009
Oi Luiz Ricardo quel lhe escreve é um professor veterano (32 anos de sala de aula). Concordo com os colegas que o maior desafio não é a parte burocratica (essa é a mais chata!) O maior desafio é vc querer ensinar a quem não está interessado em apren…
7 novembro 2009
Poxa, José, fiquei emocionado com o seu testemunho. Realmente. Seu depoimento me fez lembrar de um trecho de um texto de Freud que diz, mais ou menos, assim: "O professor precisa reencontrar a criança dentro dele". Acredito que poucos estão preparad…
7 novembro 2009
Meu início foi horrível. Fiz tudo errado. Entrei numa sala reproduzindo o comportamento dos meus professores da UFPE. Era arrogante, presunçoso, demasiadamente irônico e por isso, um fracasso na sala de aula. Quem me ensinou a dar aula foram as cri…
7 novembro 2009

Informações do Perfil

Sobre mim
Sou estudante de História e Artista Plástico, busco novas amizades onde possamos construir uma sociedade mais justa. Além disso, espero poder discutir sobre temas inerentes à pesquisa e ao ensino de História.
Atividade profissional
Estudante, outro
Formação
Graduando
Cidade em que moro
Capela
Estado e país em que moro
SE / Brasil
Meu e-mail
riccart@ibest.com.br

LENALDA LIMA CAMPOS
Uma enfermeira capelense no Teatro de Operações na Itália


LUIZ RICARDO LEITE DOS SANTOS



O mês de agosto de 1945 marcou o regressou dos nossos combatentes da Segunda Guerra Mundial. O dia 18 foi uma data que entrou para história. Há 64 anos, a praça Fausto Cardoso ficou pequena diante da multidão que ansiosamente aguardava a comitiva de recepção, formada por militares e civis. Estes traziam de Lagarto, uma pessoa muito especial, Lenalda Lima Campos.

Ao leitor, este parece ser um nome comum. Entretanto, a coragem o distingue da maioria das pessoas. Lenalda, nascida em Capela no dia 09 de março de 1922, inscreveu-se no curso de Voluntária Socorrista na Cruz Vermelha do Brasil, em Aracaju. Apresentou-se como voluntária para a FEB, recebendo instruções no Exército no estado da Bahia. Após os primeiros contatos com a vida militar, Lenalda Campos partiu para o Rio Grande do Norte em busca de capacitação. Chegando lá, dirigiu-se para a base aérea de Parnamirim, na cidade de Natal, onde fez o curso de especialização de Enfermagem em Transporte Aéreo, recebendo a patente de tenente-enfermeira. A delicadeza dá lugar à força e determinação das mulheres brasileiras ansiosas para cumprirem com seu dever cívico. As enfermeiras, neste momento, são a representação do orgulho feminino estampado em todas as mulheres desse imenso país.

De todas as corajosas enfermeiras que foram voluntárias, 67 ao todo, apenas três eram sergipanas, Jane Simões, Isabel Novais e Lenalda Campos, sendo que das seis que eram especialistas no transporte aéreo de feridos, Lenalda era uma delas.
O objetivo deste texto é homenagear todas as mulheres brasileiras que tiveram a coragem de ajudar aos feridos do maior evento bélico do século XX, principalmente porque temos o hábito de esquecer de citar, nos acontecimentos históricos, alguns personagens importantes. Neste caso, as enfermeiras merecem todo o nosso aplauso.
Um bom exemplo, da valorização do papel da mulher, foi dado pelo governo britânico, que, ao fim da guerra, ergueu um monumento em homenagem às mulheres que lutaram bravamente por um ideal, a ajuda ao próximo. A Inglaterra sobre valorizar a memória daquelas que correram o risco para salvar vidas, com um marco que sempre lembrará as pessoas que passarem por aquele local, da importância da participação feminina naquele conflito. Aqui no Brasil a coisa foi um pouco diferente. Houve homenagens por toda a parte, mas poucas pessoas, hoje em dia, sabem do papel que as nossas enfermeiras desempenharam naquela época. Por isso, acreditamos que homenageando a Lenalda, estamos também prestando um agradecimento a todas aquelas que tiveram a coragem de participar da 2ª Guerra Mundial.

Em seu discurso de agradecimento, Lenalda pronunciou as seguintes palavras: Brasileiros: o que essa tremenda guerra representou para a gloriosa F.E.B. poderá ser dito neste verso de Olavo Bilac: “Foi uma porta de ouro para a glória”. Eu vos agradeço esta homenagem com um abraço fraternal e com o VIVA O BRASIL!

Lenalda Lima Campos, em função do seu gesto de desprendimento e coragem, não em matar, não em vencer uma batalha, mas, sobretudo, em lutar pela vida, deve ser (re)conhecida por todos os estudantes, pelas “autoridades”, enfim pela sociedade, como uma mulher que deu o exemplo e, por isso, deve ser lembrada como uma grande heroína, uma mulher a frente do seu tempo, que rompeu a veia do preconceito, sobretudo, por viver em um período onde o homem era quem ditava as regras sociais.

Lenalda faleceu no ano de 2005, na cidade do Rio de Janeiro onde residia.

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Às 12:23 em 26 outubro 2009, Jorge Carvalho do Nascimento disse...
Ricardo:
Lamentavelmente nunca me debrucei sobre esta grande figura que foi Lenalda Campos...
Às 17:26 em 25 outubro 2009, Jorge Carvalho do Nascimento disse...
Caro Ricardo:
Creio que agora no primeiro semestre de 2010 deverá sair um livro meu sobre o tema - MEMÓRIAS DA RESISTÊNCIA: O MDB/PMDB E A LUTA CONTRA A DITADURA MILITAR EM SERGIPE... Publiquei no meu blog EDUCAÇÃO É HISTÓRIA (http://jorge.carvalho.zip.net) uma série de artigos sobre o tema... As fontes possíveis estão no Arquivo Nacional, no Arquivo Público do Estado de Sergipe, no Artquivo do Poder Judiciário do Estado de Sergipe e através dos depoimentos das pessoas queviveram naquele período, participaram da luta (de um lado ou do outro) e ainda estão vivas...
 
 

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ABRAÇO PARTIDO

Ariel (Daniel Hendler) é um jovem de vinte e poucos anos, que largou a faculdade e ainda vive às custas da mãe (Adriana Aizemberg). Sua vida gira basicamente em torno de dois locais: a loja de lingeries de sua mãe e o cybercafe local, onde costuma encontrar sua namorada.

Ariel sempre estranhou o fato de nem sua mãe nem seu irmão falarem sobre seu pai, que nos anos 70 partiu para lutar na Guerra do Yom Kippur, em Israel, e nunca mais retornou. Com a crise econômica instalada na Argentina, que força o fechamento de várias lojas tradicionais no bairro onde está a loja de sua mãe, os amigos de Ariel sonham em conseguir a cidadania européia e partir do país em busca de emprego. Ariel também tem este sonho, mas cada vez mais alimenta o desejo de conhecer seu pai e também a verdade sobre seu afastamento da família.

"El Abrazo Partido", filme argentino de 2004 fez bastante sucesso aqui no Brasil. No fundo, sua trama gira em torno de Ariel, que não consegue aceitar o fato do pai tê-lo abandonado para ir lutar na guerra do Yom-Kippur. Essa rejeição à figura paterna também fica explícita no pouco conhecimento que Ariel tem do judaísmo. Face à crise que se abate sobre a economia de seu país, Ariel decide batalhar pelo passaporte polonês (seus avós eram poloneses) e, dessa forma, ter a possibilidade de entrar na Europa e viver com um seguro-desemprego.

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