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Lucila de Moraes
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Informações do Perfil

Atividade profissional
Historiador, Estudante
Formação
Graduando
Cidade em que moro
Monte Azul Paulista
Estado e país em que moro
São Paulo, Brasil
Meu e-mail
lucilamoraes@yahoo.com.br

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Às 8:55 em 8 novembro 2009, Geraldo V. de Jesus disse...
lucila, se vc tem orkut, pode me encontrar como DEUS da Silva, é fácil, só existe um Deus, Eu!
Às 8:53 em 8 novembro 2009, Geraldo V. de Jesus disse...
para vc, lucila:
Alô

Cristiane? Cristina? Selma?
O amor morreu ontem!
Ah! Lucila!

As brumas, a escuridão? A tristeza?
Triste.
Lucila!
E o amor?
Hello and good-bye!
Amor?
Parla.
Eu ainda te amo. Meu coração reside nas entranhas e eu vomito. É aí q te amo mais ainda.
Escatologia.
Verdade. A dor alimenta-me, faz-me sobreviver, sentir-me desejada.
Eu te vi há 2 dias...fugazmente, entre cactos e hiatos...
Gostei...
Foi na TV, vc surgiu e desapareceu...como sempre...
E o “nosso” capim, “nosso” feno?
Crescendo.
Certo.
Vc ainda sobrevive entre as torres e controles? Ainda usa óculos escuros ao entardecer? Ainda pertence aos degredos e logros? Sorri maliciosamente às 13:57 horas?
Envelhecemos, é inexorável.

Hemingway disse “Quero um copo d'água”
Eu quero uma dose de uísque.
Tolinha.
Somos tolos, amor.
Certo.
Adeus.
Adeus.
Às 8:50 em 8 novembro 2009, Geraldo V. de Jesus disse...
lucila, vc n é bela, é linda, e maravilhosa, prenhe de 'lucidez egípcia', e 'tacanha de nulidade'! posso te amar e, ao mesmo tempo ser seu amigo e admirador, linda?
Às 19:20 em 7 novembro 2009, José Leandro disse...


http://cafehistoria.ning.com/group/oromanceanegro


Olá boas tardes desde Portugal.

Apresento o fórum dedicado ao Romance a Negro (Literatura Policial) mas também à Literatura de Aventuras.

Histórias e livros que nos revelam outras formas de ver a vida, mas também de a sentir.

Ainda, a paixão de partilhar o gosto pelos livros!

Fica o convite. Se desejar partilhar connosco este grupo/fórum deverá procurar nos grupos - O ROMANCE A NEGRO - e solicitar a adesão.

Saudações do José Leandro
 
 

Cinehistória

Cidadão Boilesen

O documentário revela as ligações de Henning Albert Boilesen (1916-1971), presidente do famoso grupo Ultra, da Ultragaz, com a ditadura militar, ajudando no financiamento da repressão violenta e também a sua participação na criação da temível Oban – Operação Bandeirante, espécie de pedra fundamental do Doi-Codi. (RC)

Cidadão Boilesen foi premiado no Festival Internacional de Documentários É Tudo Verdade, esteve no Festival do Rio e na Mostra de São Paulo. Sempre aplaudido pelo público e pela crítica, levanta o véu sobre a Operação Bandeirantes.

A Oban, como era chamada, foi um centro de informações, investigações e de torturas montado pelo Exército brasileiro no fim dos anos 1960 para combater organizações de esquerda que confrontavam o regime ditatorial que vigorava desde 1964 no País. O filme deixa claro que era financiada por empresários e banqueiros. O caso de Henning Boilesen, o cidadão Boilesen, é exemplar. Dinamarquês naturalizado brasileiro, ele virou empresário no País. Anticomunista ferrenho, ligou-se a grupos militares e paramilitares. Outros empresários e banqueiros - nomeados no filme - também fizeram isso, mas Boilesen se destacava por uma particularidade fartamente debatida no filme. Sádico, ele tinha um prazer especial em seguir as sessões de tortura, chegando a fornecer carros da empresa Ultragaz, do grupo Ulbra, que presidia, para operações de repressão. Em 1971, foi vítima de uma emboscada e morto por guerrilheiros.

Foram mais de 15 anos de pesquisa, que agora se concluem na estreia. Litewski elaborou uma lista de 200 possíveis entrevistados. Um terço lhe bateu o telefone na cara, tão logo ele anunciava sua intenção. Outro terço admitia dar depoimento, sem que fosse gravado ou filmado, certamente temendo represálias. O terço final, finalmente, deu a cara e a voz às denúncias formuladas no filme. Elas de alguma forma corrigem a história oficial. Mostram que a famigerada ditadura foi, na verdade, uma aliança civil-militar, incentivada e sustentada por setores de peso na sociedade, e não apenas empresários da Fiesp ou banqueiros da Febraban. Nem a imprensa é poupada. Litewski, que se autodefine como ‘rato de pesquisa’, só cita empresários e organizações que tenham sido mencionados por no mínimo três fontes diferentes.

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