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James Emanuel de Albuquerque
  • Masculino
  • Rio de Janeiro, RJ
  • Brasil
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SOCIEDADE E CULTURA

Informações do Perfil

Sobre mim
Graduação em História - IFCS - 1997 - 2002 (UFRJ)
Mestrado Historia - IFCS - PPGHIS - 2004 - 2006 (UFRJ)

Desde março de 2007 edito um blog sobre sociedade e cultura: o REFLEXÕES
onde procuro difundir os conhecimentos que recebi na Academia.


“Aquele que é fundamentalmente mestre só leva a sério as coisas por causa de seus alunos – inclusive ele próprio.”
( NIETZSCHE, F. Além do Bem e do Mal. Tradução de Antonio Carlos Braga. São Paulo:Editora Escala, s/data.)


EPICTETO – MÁXIMA 175
“Acusar os demais das próprias desditas é coisa de ignorante; acusar apenas a si mesmo é coisa de homem que começa a instruir-se; não acusar nem a si próprio nem aos outros é coisa de homem já instruído”.
(EPICTETO. Máximas. Tradução de Alberto Denis. São Paulo: Ed. E Pub. Brasil Editora, 1960)


“Para possuir o mundo da cultura precisamos reconquistá-lo incessantemente pela recordação histórica, que não significa simplesmente o ato da reprodução.
É uma nova síntese intelectual – um ato construtivo”.
(CASSIRER, Ernst. Antropologia Filosófica. Tradução de Vicente Felix de Queiroz. São Paulo: Editora Mestre Jou, 1972)

*
Atividade profissional
Estudante
Formação
Mestre
Cidade em que moro
Rio de Janeiro
Estado e país em que moro
Rio de Janeiro, Brasil
Meu e-mail
james.ntg@gmail.com


Cornelius Castoriadis
Em
As Encruzilhadas do Labirinto




“Pensar não é sair da caverna nem substituir a incerteza das sombras pelos contornos nítidos das próprias coisas, a claridade
vacilante de uma chama pela luz do verdadeiro Sol.

É entrar no Labirinto, mais exatamente fazer ser e aparecer um Labirinto ao passo que se poderia ter ficado “estendido entre as flores, voltado para o céu”.

É perder-se em galerias que só existem porque as cavamos, incansavelmente, girar no fundo de um beco cujo acesso se fechou atrás de nossos passos – até que essa rotação, inexplicavelmente, abra, na parede, fendas por onde se pode passar.

Com toda certeza, o mito queria significar algo de importante, quando fazia do Labirinto a obra de Dédalo, um homem”.





“Penso aqui, agora: em função do que já foi pensado, dito, elaborado, feito, do que sei disso explicitamente (muito pouco) e implicitamente (um pouco mais).

Mas se “em função” quer dizer verdadeiramente em função, se o que penso é determinado de maneira unívoca pelo que já foi pensado, não penso nada, estou na simples repetição e não vale a pena prosseguir, se a história, e a história do pensamento, é verdadeiramente determinada, ela é apenas um vasto sistema tautológico”.




“Pensar é precisamente abalar a instituição perceptiva na qual todo lugar tem o seu lugar e todo momento tem a sua hora – assim como é abalar a instituição dada do mundo e da sociedade, as significações imaginárias sociais que essa instituição encerra”.







CASTORIADIS, Cornelius. As Encruzilhadas do Labirinto / 1. Tradução de Carmen Sylvia Guedes e Rosa Maria Boaventura. Revisão técnica de Denis Rosenfield. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.

Sobre CASTORIADIS clique AQUI!

Para visitar o meu blog (REFLEXÕES) clique AQUI!


CULTURA: UMA VISÃO ANTROPOLÓGICA

Tradução do ensaio “Culture: An Anthropological View” de Sidney W. Mintz, publicado originalmente na The Yale Review, em 1982, desenvolvida por James Emanuel de Albuquerque, com revisão e aprovação do autor. Rio de Janeiro – primeiro semestre de 2005.

Clique no linque abaixo:
Cultura Mintz 2009.pdf

Com o generoso apoio dos mestres Flávio Gomes (IFCS) e Maria Regina Celestino de Almeida (UFF).


Max Horkheimer
Em
Teoria tradicional e teoria crítica.




“A hostilidade que reina hoje em dia na opinião pública a qualquer teoria se orienta na verdade contra a atividade modificadora ligada ao pensamento crítico.

Se o pensamento não se limita a registrar e classificar as categorias da forma mais neutra possível, isto é, não se restringe às categorias indispensáveis à práxis da vida nas formas dadas, surge imediatamente uma resistência.

Para a grande maioria dos dominados prevalece o medo inconsciente de que o pensamento teórico faça aparecer como equivocada e supérflua a acomodação deles à realidade, o que foi conseguido com tanto esforço.

Da parte dos aproveitadores se levanta a suspeita geral contra qualquer tipo de autonomia intelectual”.


CIVITA, Victor (Editor). Walter Benjamin, Max Horkheimer, Theodor W. Adorno, Jürgen Habermas, Textos Escolhidos. Traduções de José Lino Grünnewald... [et al.]. 2ª. Ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983. (Os Pensadores)


Sobre Horkheimer clique AQUI!




Blog de James Emanuel de Albuquerque

James Emanuel de Albuquerque

REFLEXÕES SOBRE SOCIEDADE E CULTURA (187)

Johann Gottlieb Fichte
Em
Reivindicação da Liberdade de Pensamento.




“Sabeis, ou podeis persuadir-vos, se ainda o não sabeis, de que nem sequer sois propriedade de Deus, mas que Ele gravou livremente, no mais profundo do vosso coração, o seu selo divino: que não pertenceis a ninguém”.




“Poder pensar livremente é a diferença distintiva entre o entendimento humano e o animal”.




“Para vós é fácil subjugar o corpo dos homens, por os seus pés no cepo, as suas mãos em cad… Continuar

Postado em 28 dezembro 2009 às 14:05 ‚Äî

James Emanuel de Albuquerque

REFLEXÕES SOBRE SOCIEDADE E CULTURA (186)

C. G. Jung
Em
O Eu e o Inconsciente.



“O homem possui uma faculdade muito valiosa para os propósitos coletivos, mas extremamente nociva para a individuação: sua tendência à imitação”.



“Não são poucas as pessoas que têm medo de admitir que o inconsciente pode ter, até certo ponto, “grandes” idéias”.




“O mundo dos espíritos não foi uma descoberta, como por exemplo a do fogo pela fricção, mas sim a experiência ou conscientização de uma realidade tão válida quanto a do mundo ma… Continuar

Postado em 27 dezembro 2009 às 19:06 ‚Äî 1 Comentário

James Emanuel de Albuquerque

REFLEXÕES SOBRE SOCIEDADE E CULTURA (185)

Michel Foucault
Em
O Círculo Antropológico.



“O último grito de Nietzsche, proclamando-se ao mesmo tempo Cristo e Dioniso, não está nos confins da razão e do desatino, nas linhas de fuga da obra, seu sonho comum, enfim tocado e que logo desaparece, de uma reconciliação dos “pastores da Arcádia e dos pescadores de Tiberíades”; é bem o próprio aniquilamento da obra, aquilo a partir do que ela se torna impossível, é onde deve calar-se; o martelo acabou de cair das mãos do filósofo”.… Continuar

Postado em 26 dezembro 2009 às 5:00 ‚Äî

James Emanuel de Albuquerque

REFLEXÕES SOBRE SOCIEDADE E CULTURA (184)

Fulton J. Sheen
Em
Angústia e Paz.




“Se as almas não forem salvas, nada se salvará.
Não poderá haver paz no mundo, se não houver paz da alma.
As guerras mundiais não passam de projeções dos conflitos travados dentro das almas dos homens modernos, pois nada acontece no mundo exterior que não haja primeiro acontecido dentro duma alma”.



“A popularidade da psicanálise já quase convenceu a todos da necessidade de alguma espécie de confissão para a paz do espírito”.



“Como pode s… Continuar

Postado em 23 dezembro 2009 às 18:16 ‚Äî

James Emanuel de Albuquerque

REFLEXÕES SOBRE SOCIEDADE E CULTURA (183)

Da Fatalidade Histórica
(Mário Quintana)



A bolinha que saiu na loteria
não saiu porque deveria sair precisamente ela
mas sim porque uma delas teria de sair
não podia deixar de sair!
Moral da História:
Uma coisa – só por ter acontecido –
não quer dizer que seja lá essas coisas...





QUINTANA, Mário. Baú de Espantos. 4a.ed. Rio de Janeiro: Editora Globo, 1988.

Sobre Mário Quintana clique AQUI!



Para… Continuar

Postado em 23 dezembro 2009 às 8:39 ‚Äî

Caixa de Recados (40 comentários)

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Às 0:59 em 4 dezembro 2009, Lorena Lima disse...
Meu blog: http://loreniitaahh.blogspot.com/
Seja bem vindo!!!
Abraços carioca, LL
Às 22:39 em 3 dezembro 2009, Flávio Moraes disse...
Olá James, seja bem-vindo ao grupo Glauber Rocha.
Abraços Flávio Moraes
Às 19:43 em 5 novembro 2009, Flávio Moraes disse...
Olá James, infelizmente o senhor tem razão este secretario de segurança faria uma carreira e tanto na ss nazista, e hoje ele fez afirmações do tipo: "o Rio de Janeiro não é violento" e que "algumas áreas teriam índices de crimes europeus”, bom eu acho que o secretario não lê jornal, não vê TV, e nem mora no Rio.
Abraços Flávio Moraes
Às 14:04 em 2 novembro 2009, Marcos Galindo disse...
Obrigado James. Boa sorte!
Às 19:22 em 5 outubro 2009, Alexander Martins Vianna disse...
Olá, James!
Como tem passado? Gostei de saber que você está bem?
Sou doutor, mas, para os amigos, sou apenas Alexander.
Abraços e tudo de bom
Às 21:06 em 9 setembro 2009, Lúcia Glicério disse...
A idéia é essa caro James. Aproveite a leitura!
abraços,
Lúcia
Às 22:04 em 5 setembro 2009, Lúcia Glicério disse...
Obrigada James!
Estou começando a lidar com as linguagens dos blogs. Acredito que consiguirei melhorar com o tempo. Desejo que o perfil seja uma central de informações e referências sobre História da América, na WEB. Ficaria feliz com a sua contribuição. Só fiquei com uma pontinha de inveja da sua foto, na praia, aí no Rio. Sou carioca, mas moro em Londrina há 21 anos. Sinto saudades da praia. A foto de meu perfil foi tirada em Visconde de Mauá (RJ), um dos meus locais preferidos...
Abraços,
Lúcia
Às 20:35 em 17 agosto 2009, Mariza Kricaty disse...
Obrigada!!! Sou novata no café história e ainda não sei como funciona muito bem as coisas por aki mas tô gostando.
Abç.
Às 1:51 em 31 julho 2009, Lorena Lima disse...
Ah.. postei uns assuntos um tanto polêmicos em meu blog, dê sua opinião lá, adoraria receber elogios, mas tenha certeza que críticas tbm serão muito bem vindas!!! Estarei lhe esperando por lá...
Às 21:52 em 29 julho 2009, Lorena Lima disse...
Fico grata pela sua recepção em relação a mim.
Espero poder participar de enquetes, etc..
Poder interagir com todos vcs!!!
Abração, LL

Últimas atividades

“Há seguramente um prazer em ser louco que só os loucos conhecem”. (Barão de Itararé)
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Penso que "Persona" em Jung deve se aproximar da idéia de "simulacros" proposta por Platão, no sentido conferido a um signo que só se refere a si mesmo. Abraço
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Cinehistória

ADEUS, MENINOS

França, inverno de 1944. Julien Quentin (Gaspard Manesse) é um garoto de 12 anos que freqüenta o colégio Sr. Jean-de-la-Croix, que enfrenta grandes dificuldades devido a 2ª Guerra Mundial.

Lá ele se torna o melhor amigo de Jean Bonnett (Raphael Fejto), um introvertido colega de classe que Julien posteriormente descobre ser judeu. A tragédia chega à escola quando a Gestapo invade o local, prendendo Jean, outros dois alunos e ainda o padre responsável pelo colégio.

O filme explora um situação limite sob a ótica da universo a criança, como fizeram outros ótimos filmes, como os recentes "A Culpa é do Fidel" e "Machuca". Com uma direção segura de Louis Malle, o fracês "Adeus, Meninos" (Au Revoir les Enfants, 1987) é um filme antes de tudo humanista, que mostra o drama de uma populção civil que sofreu os males de uma guerra mundial implacável, sobretudo, dentro do contexto das amizades e da família.

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