Iniciou esta discussão. Última resposta de bruno da silva francisco 1 Jan. 9 Respostas 4 Curtiram isto
A - Lei Áurea - se deu em um momento delicado, em que a ordem pública estava ameaçada e o Império estava perdendo o controle da situação. As fugas de escravos nas fazendas aumentavam, nas cidades crescia o movimento abolicionista e a pressão exercida pela revolução industrial Inglesa. Então veio a abolição, uma vez extinto o cativeiro, não havia mais motivos para lutas e a ordem foi restabelecida. Foi garantido ao escravo somente a liberdade, então ele passou a ser visto pela sociedade como indisciplinado e se transformou em um trabalhador desqualificado, descriminado e sem posses.Continuar
Iniciou esta discussão. Última resposta de Fernando Pinto da Silva 20 Abr, 2012. 7 Respostas 5 Curtiram isto
A lei de 13 de maio de 1888 acabou com a escravidão no Brasil. Mas o que iria acontecer com os ex-escravos? Para as elites brasileiras, que estavam impregnadas de indiferenças e preconceitos, o problema era como fazer dos antigos escravos trabalhadores pacíficos e ordeiros. O jornalista fluminense Carlos Lacerda, por exemplo, que em 1935 publicou um livreto contando a história do quilombo do Manoel Congo, criticava ferozmente os ex-escravos por não entenderem significado da liberdade e não se esforçarem para trabalhar direito. Nas cidades eram discriminados pelas elites e pelos trabalhadores brancos, tinham os piores empregos, moravam nos cortiços e suas manifestações culturais continuavam a serem vistas como bárbaras.Continuar
Iniciou esta discussão. Última resposta de Bruno Leal 8 Mar. 10 Respostas 4 Curtiram isto
Ao contrário do que muitos pensam, o escravo na fazenda de café era bem tratado e alimentado pois sem o seu braço forte a fazenda parava, e a convivência entre brancos e negros era pacifica. O trabalho nas lavouras de café começava e ia ate as dez horas, ai vinha o almoço feijão cozido com toucinho e farinha, repousavam uma hora e em algumas fazendas concediam algum tempo para o cachimbo. No período vespertino a maioria dos escravos iam paras as roças de milho, arroz, feijão etc, e em algumas fazendas os senhores dividiam os lucros dessas roças com seus escravos, era uma forma de salário a famosa roça de meia. O jantar era das quatorze às quinze horas, arroz feijão carne de porco e angu, não voltavam ao trabalho senão depois de estirada sesta e a noite a ceia canjica e arroz encerrava o dia de trabalho. Os escravos casados também moravam na senzala, que era dividida em quartos, os instrumentos de tortura eram por imposição do Império obrigatórios nas fazendas fundadas por concessão de sesmaria, os escravos sabiam disso e apesar de não serem usados estavam lá, visíveis como sentinelas para intimidar e aterrorizar.Continuar
Postado em 16 janeiro 2013 às 22:05 4 Comentários 1 Curtiu isto
Postado em 2 outubro 2012 às 22:27 0 Comentários 0 Curtiram isto
HÉLIO
EU NOVAMENTE
CUSTO A APARECER, MAS QUANDO FAÇO.... SOU UM TAGARELA.
CASO INTERESSAR-LHE, POSTE NO GOOGLE "MAJOR AGOSTINHO JOSÉ FREDERICO DE CASTRO E VOCÊ FICARÁ SABENDO SOBRE AS BASES DE MINHA FAMÍLIA.
PARA TERMINAR... OS RESTOS MORTAIS DO BARÃO DE AYURUOCA QUE ESTAVAM NA FAZENDA, FORAM TRANSLADADOS PARA O CEMITÉRIO DE M. DE ESPANHA. VOCÊ TEM FOTO DO MONUMENTO. REPITO, NÃO ME LEMBRO SE FOI EM 1951 OU 1959. DEPOIS DESTRINCHO MELHOR A HISTÓRIA E, SE CASO VOCÊ QUISER SABER DOS DETALHES, POSSO PASSAR-LHE.
ABRAÇOS
J. ARNALDO DE CASTRO
HÉLIO
MINHA FAMÍLIA GANHOU ALGUMAS SESMARIAS NA REGIÃO QUE VAI DE M. DE ESPANHA ATÉ SAPUCAIA (LADO MINEIRO), CHIADOR, ETC. O MEU ANCESTRAL ERA O MAJOR AGOSTINHO JOSÉ FREDERICO DE CASTRO. ERA PAULISTA DE ORIGEM HOLANDESA. FOI PARA M. DE ESPANHA EM 1820. LÁ DEIXOU UMA NUMEROSA PROLE. A CONSTRUÇÃO DO PRÉDIO DE FOI FÓRUM, CADEIA PÚBLICA E HOJE O CLUBE RECREATIVO FOI OBRA DELE E DE UMA OUTRA PESSOA QUE NÃO ME LEMBRO O NOME. ELE FOI PRESIDENTE DA CÂMARA (MAIS OU MENOS PREFEITO NA ÉPOCA DO IMPÉRIO). MORREU COM AVANÇADA IDADE EM 1863. DAS FAZENDAS QUE PERTENCERAM A MINHA, NÃO RESTA NENHUMA MAIS. HOJE, DA MINHA FAMÍLIA, NÃO TEM NINGUÉM MAIS. SÓ VAGAS LEMBRANÇAS POIS OS ANTIGOS DA FAMÍLIA MORRERAM E NÃO DEIXARAM NADA ESCRITO.
nO SEU BLOG ALGUÉM PERGUNTOU-LHE SOBRE O BARÃO DE AYURUOCA. FOI UM HOMEM MUITO RICO. NASCEU EM VASSOURAS (RJ) QUE É NO VALE DO RIO PARAÍBA DO SUL COMO M. DE ESPANHA E VIZINHANÇA. PARECE-ME QUE FOI DONO DA FAZENDA DOS ALPES, ONDE MORREU. FOI POR INFLUÊNCIA DELE JUNTO AO IMPERADOR QUE O ARRAIAL DO CÁGADO, DESMEMBROU-SE DE S. JOÃO NEPOMUCENO E PASSOU A CHAMAR-SE "MAR DE ESPANHA". ESTOU EM DÚVIDA SE FOI EM 1851 OU 1859. MAS TENHO MEIOS DE DESCOBRIR A DATA CERTA. O ORIGINAL DA FOTO QUE VOCÊ ADICIONOU NO SEU BLOG DESSE ILUSTRE BARÃO, ESTÁ EM UM MUSEU EM VASSOURAS (RJ). EU A VI PESSOALMENTE. EXISTE UMA CÓPIA NA PREFEITURA DE M. DE ESPANHA, ALIÁS, SEU ENDEREÇO É PÇ. BARÃO DE AYURUOCA.
SÉRGIO, VOU PARAR POR AQUI. ESTAREI SEMPRE A POSTOS. SE DEMORAR UM POUCO, NÃO SE ASSUSTE. É O TRABALHO QUE ME PRENDE.
ABRAÇOS
J. ARNALDO DE CASTRO
HÉLIO
NOVAMENTE SOU EU. ESCREVI-LHE AGORA POUCO SOBRE A FAZENDA DOS ALPES. QUANDO VOCÊ ME CONVIDOU PARA SER SEU AMIGO, LOGO ACEITEI, É CLARO. DIAS DEPOIS ABRI NOVAMENTE O SITE E FUI NA SUA PÁGINA. POR FALTA DE TEMPO NA OCASIÃO NÃO PUDE COMENTAR O QUE VOU COMENTAR-LHE AGORA.
VOCÊ É NETO DO SR. HÉLIO DA FAZENDA PAU GRANDE E DA D. DETINHA. CONHI O SEU TIO ASTOLFO, PESE ELE SER MAIS VELHO DO QUE EU. ESTAVA SEMPRE COM SUA TIA APARECIDA (CIDA) FALECIDA AINDA JOVEM. A CONHECI MUITO QUANDO ELA MORAVA EM M. DE ESPANHA NA CASA DO SR. JOSÉ REZENDE E D. ELZA. ELA ERA COLEGA DA MINHA MÃE COMO PROFESSORA DO GRUPO ESCOLAR ESTEVÃO PINTO. ELA, DEPOIS DE PERDER ALGUNS ANOS NO GINÁSIO, ACABAMOS SENDO COLEGAS DE TURMA EM 1961 (52 ANOS ATRÁS). NUNCA ME ESQUECEREI DELA POIS ELA ME DEFENDEU NUMA INVESTIDA DE UMA IRMÃ DE CARIDADE CONTRA MIM NA APRESENTAÇÃO ORAL DE UM TRABALHO ESCOLAR. DAÍ PARA FRENTE FICAMOS AMIGOS, FATO ESSE QUE PÓDERIA SER ATÉ ANTES POIS EU IA MUITO COM MINHA MÃE NA CASA DA D. ELZA. CONFESSO QUE NAQUELA OCASIÃO EU ERA MUITO TÍMIDO E ELA, COMO ME CONHECIA, SABIA QUE NÃO IRIA REAGIR. SEMPRE QUANDO VOU A M. DE ESPANHA, VISITO OS TÚMULOS DOS MEUS ANTEPASSADOS E O DELA E ORO POR ELA.
PARECE-ME QUE VOCÊ É FILHO DO FILHO MAIS VELHO DO SR. HÉLIO E D. DETINHA. PELO QUE ME LEMBRO, SUA MÃE É FILHA DO SR. SÉRGIO LEITEQUE TINHA UM DEFEITO EM UMA DAS PERNAS E MORAVA PERTO DA D. ELZA, DO GINÁSIO. O SEU SOBRENOME "TEIXEIRA" É QUE ME DEIXA EM DÚVIDA. MAS... ESTAREI SEMPRE AQUI. PODE ME CONTACTAR. SÓ NÃO SEI EM QUE CIDADE VOCÊ MORA. EU MORO AQUI EM J. FORA.
ABRAÇOS DO AMIGO
J. ARNALDO DE CASTRO
Olá Sérgio, à primeira instância lhe agradeço por me desejar felicidades no dia do meu aniversário, que foi em fevereiro, mas não acesso a página à algum tempo. Gostei que voçê se interessa pela antiga história e digo-lhe que o modo de vida, principalmente a arquitetura da época, nesse caso do Brasil, me causa muitos sentimentos, os quais àqueles que não consiguo decifrar, mas o sentimento romântico seria um deles!
Um grande abraço, estarei acompanhando sobre os casarões que voçê nos predispõe aqui, gostaria de ter morado em um deles, se me permite dizer, voçê teve maravilhoso destino ter morado em um desses, grandes aventuras!
Tayane Wolf disse... E a propóstio belas imagens acima!
Tayane Wolf disse... Olá Sr.Hélio Sérgio, como vai?
Primeiramente quero desculpar-me pela demora a lhe responder, não estava acessando minha página a algum tempo por meros motivos.
Agradeço desde já pelo convite a participar de sua página ''fazendas de café e os escravos'', que por sinal é um dos mais variados temas da história em sí de que mais interesso-me em abordar, foi um marco triste da história de nosso país , mas as marcas e aspectos de tal se perpenduraram por toda uma tragetória, tanto como cultura, culinária, e tantos outros aspectos, de um passado lamentoso escravocrata porém marcado, agradeço por compartilhar de tal assunto com minha pessoa !
Abraços e luz! Tayane.
joaquim schieder da silva disse... Boa tarde,Hélio
Eu tambem agradeco a tua simpática resposta.
Conta o que é exatamente essa tradicao para que nao fiquem dùvidas ,se aparecem ou se se dizia que era assim ,mas como sabes isso nao passam de contos e que nao correspondem á verdade.
Abrs.
Marcos Andre D.C.N.Azevedo disse... Grande trabalho!Lançar luz sobre estas joias históricas,enriquece todo um longo processo continuo,paradigmático a grande simbiose Casa Grande & Senzala.
Eugênio Sciammarella Júnior disse...
MÁRCIA RIBEIRO disse... Ok,amigo Hélio Sérgio Ferreira Teixeira.Já estou participando do seu grupo e agradeço pelo convite.
EM 1°/06 OK HÉLIO.. CONSIDERO-ME JÁ SEU AMIGO DESDE AGORA E DOS DEMAIS DO SEU GRUPO, SE QUISEREM.. ABRAÇOS J. ARNALDO
Caro Hélio vc tem muita historia mas eu o convido para um desafio o meu grupo história da familia ou seja Geneaolgia familiar conto com seus comentarios um abraaço Israel :Marques
obrigado Hélio essa familia no final foi para em caratinga mg e la ficaram.
O Hélio você ja ouviu por acaso uma historia de uma familia , que morava numa fazenda em mar de espanha mg que fugiu por causa da guerra do paraguai em 1865.Chamava Joaquim josé ribeiro e Maria joana de jesus , eram pais de 15 filhos ,8moças e 7rapazes.Eles ficaram com medo que os filhos fosse para guerra.Duas dessas 8 maças são minhas tataravós, eu acho que a fazenda se chama vargem grande.
Obrigada Hélio1
Dhamarys Xavier B. Teixeira disse... É uma volta ao passado, lindas fotos!
Hélio, eu sou seu colega no grupo
"História do Império do Brasil"
é o seguinte, eu postei um topico
la
"Quando o escravo era castigado"
você poderia ir la e responde-lo ?
Abraco
Airan Peres Rezende disse... Obrigado e um grande abraço...
Ana Valeria de Castro Souza disse... obrigada,por lembrar do meu niver,fiquei feliz em saber que conquistei mais um amigo...Bjssssssssss
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Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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