Glenda Moreira

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Nec plus ultra*
Atividade profissional
Estudante
Formação
Graduando
Cidade
São Luís

Bertolt Brecht

O Analfabeto político.
O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas.

O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais.

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Às 17:03 em 14 março 2011, Célia Maria Lemos Lima Coêlho disse...
Oi Glenda sou estudante do curso de história estou gostando mais queria me aprofundar sobre as história da igreja, gostaria de saber quais materiais posso começar a estudar que não seja  abiblia? Meu e-mail è: celiam.lemos@yahoo.com.br
Às 14:25 em 5 janeiro 2010, Karin Lisboa disse...
Na verdade, a partir do dia 1º de fevereiro haha
Me matriculei na Unifor. Mas como eu sou metida, já coloquei que sou, afinal já comecei a ler textos e livros sobre direito! haha
Adorei o café história... Descobri por tua causa :D
Ando sem tempo, mas assim que eu puder, escrevo mais coisas por aqui ;)
xero
Às 10:14 em 27 dezembro 2009, paulo henrique matos de jesus disse...
Olá, doutora!!!!!!! Vc sabe que eu sou polêmico. então eu queria propor uma reflexão sobre o que discutiremos neste grupo...

1- O Maranhão "Real"?
2- O Maranhão "Legal"?
3- O Maranhão das invenções historiográficas?
4- As digressões esquizofrênicas acerca do Maranhão?
5- Tudo isso...
6- ou nada disso?
Às 22:19 em 25 dezembro 2009, Erick disse...
'Olá Glenda Moreira.

Primeiramente agradeço por fazer parte do grupo denominado "Friedrich Nietzsche". Vim pessoalmente à sua página no Café História, pois não encontrei, por mais simplória que possa ser, uma necessidade de postar isto na comunidade.

Concordo parcialmente com seu discurso. Somente na parte em que defende a ideia de que o grupo não pode ser destinado àqueles que são influenciados, e devido ao tal acrescentei o "ou", porém está bem claro na própria comunidade que não é destinado apenas a eles. Por sua escrita percebi que não é propriamente dita uma influenciada, no entanto é apresentável:

""O que é definível, não possui história." Destina-se esse grupo aos que apreciam e/ou são influenciados pelos pensamentos e filosofia nietzschiana."

Logo, a comunidade é destinado a todos que apreciam o pensamento nietzschiano e aos que são, de fato, influenciados (O que cabe a cada indivíduo presente decidir). E quando diz que o "pensamento e filosofia nietzschiana pressupõem a ausência de influências externas na construção do ser-humano, ou super-homem." está se retingindo a uma determinada parte do pensamento de Nietzsche, pois, o pensador não interage apenas com isso, mas sim, com uma gama de outras ideias.

Peço perdão por não ter deixado muito claro a quem à comunidade é destinada e novamente agradeço por ajudar a deixar a comunidade melhor, é uma honra tê-la no grupo, e, diga-se de passagem, é por pessoas como você que ainda possuo inspiração de permanecer no Café História e manter aquela comunidade, obrigado e um grade abraço.

PS: Desculpe a forma vulgar da escrita deste recado. Isto apenas ocorreu devido a falta de tempo, pois, possuo outros afazeres e escrevi-o com um tempo que encontrei na madrugada, porém, logo mais terei mais tempo e poderemos conversar mais a vontade, espero que entenda.
Às 11:02 em 25 dezembro 2009, Hugo Gama disse...
Oi glenda.tudo bem?!
Lembro de você do Batista e fico muito feliz pelo convite enviado, não conhecia esse site, e ele é excelente. Eu adoro História e posso dizer que é muito bom poder compartilhar conhecimentos, aprender cada vez mais. Muito obrigado mesmo pela oportunidade de conhecer essa rede social de história!

bejão
Às 16:03 em 24 dezembro 2009, Rodrigo Martins disse...
Oi Glenda, td bem?
Obrigado por me aceitar. Achei este excelente site a pouco tempo, e como sou estudante de História estou aumentando minha rede de amigos aqui dentro. Espero contribuir de alguma forma e também ganhar em conhecimento. Sempre que precisar estarei a disposição quando puder ajudar.
até mais,
abraço
Às 18:30 em 30 novembro 2008, JULIO CANSADO disse...
msn e : filho.marley@hotmail.com
Às 18:29 em 30 novembro 2008, JULIO CANSADO disse...
oi tudo bem com vc glenda obrigado por ter me adicionado
se for da sua vontade podemos nos comunicar atraves do messenger(msn) pois assim facillita a comunicação se quiser adicionar meu msn o endereço dele e:


filho.marley@hotmail.com para conversar
Às 21:31 em 29 novembro 2008, JULIO CANSADO disse...
oii tudo bem com vc? glenda estou a le escrever pois achei seu perfil muito interessante eu me chamo paulo e tenho 18 anos moro em ribeirão das neves sou estudante se não fosse pedir muito gostaria de que me adiciona-se como seu amigo para podemos nos comunicar tudo bem assim obrigado.
Às 9:11 em 17 novembro 2008, Giba disse...
oii
tudo bem?
 
 
 

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A Oeste do fim do mundo

Está em cartaz nos cinemas brasileiros a co-produção Brasil-Aregentina, "A Oeste do fim do fo mundo", de Paulo Nascimento.

Sinopse: Leon (César Troncoso) é um homem introspectivo que vive em um velho posto de gasolina, perdido na imensidão da estrada transcontinental entre a Argentina e o Chile. Seu único amigo é Silas (Nelson Diniz), um brasileiro que volta e meia o visita para trazer peças para consertar a moto dele. Um dia, a paz de Leon é abalada com a chegada de Ana (Fernanda Moro), uma mulher que escapou da tentativa de abuso sexual de um caminhoneiro com quem tinha pego carona. Sem ter para onde ir e no meio do deserto, Ana recebe abrigo de Leon inicialmente para apenas um dia. Só que o tempo passa e ela não consegue sair do local.

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Felipe II: confira na íntegra a tese de doutorado do historiador José Carlos Vilardaga: "São Paulo na órbita do Império dos Felipes: conexões castelhanas de uma vila da América Portuguesa durante a União Ibérica (1580-1640)". O trabalho foi defendido em 2011 na Universidade de São Paulo.

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