Bruno Leal disse... Salve, Cleiva! Bom dia!
Faz um tempinho que não a vejo aqui na rede. Espero que esteja tudo bem com você. Imagino que muita correria, não? Bom, de qualquer forma escrevo apenas para dizer gostamos muito de tê-la no Café História. Sinta-se à vontade para sugerir temas, entrevistas ou qualquer outro tipo de conteúdo. Escutar nossos colegas é fundamental. É isso.
Um grande abraço e uma ótima semana para ti,
NANDO OLIVEIRA disse... Bom dia!

" O verdadeiro amigo surge quando aprendemos admirar de forma especial uma pessoa, e acreditamos que podemos contar sempre.
Posso dizer que aprendi admira-la, por isso vc se tornou muito especial para mim...
Abraço!
um ótimo dia!
NOVO OLHAR SOBRE A MATEMÁTICA,
Quem quiser material, fazer capacitação, etc, é gratuito, peça: jbn@ufpa.br
Wilson Simão disse... Cleiva talvez voce nunca vai encontrar um exemplar desse livro.
http://adhocadvisors.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=4030&Itemid=32
Possuímos muita doutrina nas universidades mas não temos nenhuma história, de modo que nossas bases literárias ,na verdade é, um monte de estercos colocados no lugar das censuras.
Veja um exemplo, consta na história do nome brasil, que os portugueses deram fim arvore que estaria vinculado ao nome Brasil. Alegam os pesquisadores que a arvore existiu sim mas que estaria misturada a inúmeras outras no meio na mata atlântica, centenas de quilômetros adentro da costa e que não dava para enumera-las corretamente.
De modo que os seguidores dessa doutrina (pelo menos os que viram) nunca se perguntaram como fizeram para transportar esses pesados troncos centenas de quilômetros e no meio as florestas e ainda coloca-las no lombo das frágeis caravelas.
É realmente paradoxal a história dos povos em geral.
NANDO OLIVEIRA disse...
NANDO OLIVEIRA disse... 
NANDO OLIVEIRA disse... 
NANDO OLIVEIRA disse...
NANDO OLIVEIRA disse... 
NANDO OLIVEIRA disse... Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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