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Domitila Madureira
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Discussões de Domitila Madureira

POR QUE VOTAR NULO?
15 respostas 

Iniciou esta discussão. Última resposta de Juliano Mattos 16 Nov.

 

"Eu não preciso acreditar em Deus: eu O conheço" (Carl Gustav Jung).

Últimas atividades

O voto deveria ser facultativo, para as pessoas poderem optar também pela abstenção, que é uma forma tão legítima quanto qualquer outra de manifestação política, sobretudo para quem não revê-se no aparelho eleitoral e nos moldes da democracia repres…
novembro 16
Se vc deseja votar nulo acredito que seja um direito seu, mas tbm tal pessoa não deve reclamar do que acontece de errado na sociedade. A idéia não é votar no menos ruim, como muitos pensam, mas escolher um candidato que respeite o cargo de responsab…
novembro 15
Cansados de poluir em casa, lá vamos nós poluir o quintal dos outros: Ag. Espacial Européia.
novembro 15
Com uma política tão podre como a do Brasil, votar nulo é não me envolver com a podridão. O voto não deveria ser obrigatório, que tipo de democracia é esta que eu não posso decidir ou não se quero votar?
novembro 14
Eu acredito piamente que anular seu voto É, SIM, extremamente político. Estive, no decorrer da minha vida, bastante próximo de políticos partidários e vi, depois, o quanto de mentira, egos infladíssimos, hipocrisia e falta de visão possuem. É um Dir…
novembro 14
Olá, sei que aparentemente votar nulo ou em branco, pode significar apatia política, contudo acredito que depositar minha confiança em relação ao futuro do Brasil em mãos de candidatos despreparados a realizar uma boa adiministração do país, faz-se…
novembro 13
Apesar de a cada eleição, eu ficar mais indignado e assustado com a situação comportamental dos representantes "escolhidos" "pelo povo". Como educador e mediador de informações dentro de uma sala de aula, tenho que me posicionar contrário a prática…
outubro 24
O voto nulo, pregado pela oposição em 1970, deu uma estrondosa maioria à Arena da ditadura militar nas eleições daquele ano, período Médici, que foi o período do chamado milagre econômico e da caça mortal às organizações guerrilheiras, quando, entre…
outubro 22
Cansados de poluir em casa, lá vamos nós poluir o quintal dos outros: Ag. Espacial Européia.
outubro 22
Os nulos e brancos também são um sinal do descrédito dos eleitores com os candidatos em geral hoje, o que pode nos levar a repensar nossos quadros politicos se não precisariam ser renovados com novas opções, com pessoas que tenham um conteúdo a ofer…
outubro 22
Oi, Luís. Tudo bem? Mesmo a palavra sionista também é perigoso, ainda mais hoje, quando ela é usada em tom pejorativo. O mais correto seria falar que "algumas pessoas, entidades ou grupos" (judeus ou não) se utilizam politicamente dessa memória para…
agosto 25
Luis, você tem alguma razão quando diz isso. Mas eu acho que precisamos ter um pouco de cautela. Primeiro, é preciso ter cuidado com generalizações. Não é possível falar que "os Judeus exploram...". Não existe esse grupo uniforme que você chama de j…
agosto 25

Informações do Perfil

Atividade profissional
Historiador, Professor, Pesquisador, outro
Formação
Mestre
Cidade em que moro
Rio de Janeiro
Estado e país em que moro
Brasil, RJ
Meu e-mail
domitila@centromultilinguas.com.br

O OFÍCIO DO HISTORIADOR


"Perseguir, através de milhares de registros, a atualidade dos fatos: tentar restituir a mobilidade, a leveza do ser vivo a essas faces de pedra. Proibir a si mesma as sombras projetadas: não permitir que o bafo de um hálito se espalhe sobre o espelho; aproveitar somente o que há de mais duradouro, de mais essencial, em nós, nas emoções dos sentidos e nas operações do espírito como ponto de contato com aqueles homens que, como nós, comeram azeitonas, beberam vinho, besuntaram os dedos com mel, lutaram contra o vesto agreste e a chuva cegante, ou procuraram no verão a sombra de um plátano, e gozaram, e pensaram, e envelheceram, e morreram."

Marguerite Yourcenar, in "Memórias de Adriano".

Fotos de Domitila Madureira

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Blog de Domitila Madureira

Domitila Madureira

UFRJ DESPERDIÇA PATRIMÔNIO CONVENIADO COM PRÓ-MEMÓRIA

Um prédio histórico situado na rua Visconde de Rio Branco, esquina da Praça da República, no Centro, onde funcionou a Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), virou símbolo de abandono. Em condições precárias, o imóvel apresenta risco de incêndio e desabamento devido ao péssimo estado de conservação. Todos que passam pelo local admiram a obra arquitetônica imponente, mas, ao mesmo tempo, lamentam o descaso. Não existe nenhuma ação do poder público ou da iniciativa… Continuar

Postado em 27 maio 2009 às 8:33 ‚Äî

Domitila Madureira

A SOCIEDADE DE CORTE: CALDEIRÃO DA SOCIEDADE MODERNA?

Como compreender a transição entre a sociedade da feudalidade à sociedade que pôs fim ao Ancien Régime com a Revolução Francesa de 1789? Enquanto o mundo assistia ao surgimento da ameaça nazista, nos anos trinta do século XX, Norbert Elias levanta "a" questão: como entender a passagem da sociedade medieval, na qual as pessoas peidavam ou arrotavam sonoramente e se batiam em duelo para resolver suas contendas pessoais, à sociedade moderna, onde a discrição é a regra nessas matérias e a violência… Continuar

Postado em 25 maio 2009 às 14:38 ‚Äî 1 Comentário

Domitila Madureira

Dois Presidentes Nordestinos

Castelo Branco e Lula... Um Cearense e um Pernambucano

Ao ver Lula defendendo seu filho que recebeu R$ 15 milhões de reais da TELEMAR para tocar sua empresa, Élio Gáspari publicou essa história tirada do fundo do baú:

Em 1966 o presidente Castello Branco leu nos jornais que seu irmão, funcionário com cargo na Receita Federal, ganhara um carro Aero-Willys, agradecimento dos colegas funcionários pela ajuda que dera na lei que organizava a carreira.
O presidente telefonou mandando que ele devolve… Continuar

Postado em 17 maio 2009 às 18:05 ‚Äî

Domitila Madureira

ENFIM IVAN LESSA ADERIU

Passei anos me irritando com esses celulares carregando pessoas ao lado como pingentes.

Debochei, me irritei, lancei olhares malignos. Talvez porque gente falando sozinha na rua ou em condução me lembrasse os loucos de minha infância, que eu tanto temia e dos quais contavam histórias terríveis. Em suma, impliquei horrendamente com a nova tecnologia. Continuo implicando. Horrendamente.

Com uma diferença. Agora tenho um celular. Implico, pois, de cátedra, ou de meu sofá de couro, de onde posso d… Continuar

Postado em 17 maio 2009 às 8:35 ‚Äî

Domitila Madureira

ENTREVISTA COM JURANDIR MALERBA

A FGV acaba de lançar "A História na América Latina: Ensaio de crítica historiográfica" do professor Jurandir Malerba, por um preço acessível aos estudantes (R$ 16). Nele, Malerba traça um importante balanço sobre as críticas feitas aos modelos ocidentais de racionalidade científica surgidos a partir do século XVII, visíveis em idéias tais que“ruptura de paradigma”, “fim da teoria”, ou ainda, “fim das grandes narrativas” – que se tornaram mais identificáveis depois de 1960.

Como surgiu a idéia… Continuar

Postado em 9 maio 2009 às 15:39 ‚Äî

Caixa de Recados (53 comentários)

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Às 16:17 em 8 agosto 2009, Domitila Madureira disse...
Por razões desconhecidas, a plataforma Ning me baniu da minha própria página (ainda no ar e que ora leem) e criou outra página para mim mesma em http://cafehistoria.ning.com/profiles/DomitilaMadureira65 (a única que aceita atualizações). Bizarro!
Às 21:08 em 2 junho 2009, Antonio D. J. disse...
Domitila...
Nossa! Esqueci, deixei o recado abaixo para, também, te deixar uma imagem e esqueci, mas agora vai.
É Stalingrado.. fantástica a história, caso se interesse, leia 'Stalingrado, o cerco fatal" do Antoni Beevor.
Me desculpa, ainda nao li o seu livro... eu estou mesmo é lendo os livros básicos do curso..rs. Mas vou ler minha querida amiga.
Beijs

Às 20:53 em 2 junho 2009, Antonio D. J. disse...
Eiiii Domitila, querida!
Tava afastado mesmu eu até cheguei a pensar que a minha conta tivesse expirado.
Desculpa, linda!
Beijo...
Mas pretendo retomar o tempo perdido....
Às 7:22 em 21 maio 2009, James Emanuel de Albuquerque disse...
Cara mestra:

Não está sendo fácil me convencer de que vale a pena mais um título acadêmico.

Na verdade, a praia é que é a minha praia.

Um abraço.
Às 7:56 em 20 abril 2009, José Leandro disse...


Olá boas tardes, DOMITILA MADUREIRA.

Deu-se início ao fórum/grupo dedicado ao romance/novela negra, no fundo o recuperar do link da Literatura Policial que devido a um incidente informático, teve um "colapso" fatal.

Neste sentido, deixo o convite para integrar/participar no fórum

http://cafehistoria.ning.com/group/oromanceanegro

Saudações do José Leandro
Às 12:35 em 28 março 2009, AVALIADORDEARTE disse...
São tantos os caminhos,talvez fosse mais fácil,me dizer o que está estudando por agora,qual o period da arte que mais lhe interessa neste momento,para que eu possa direcionar seu olhar.Fique a vontade,sobre o assunto,se quiser me perguntar algo,me envie e-mail direto para (avaliadordearte@hotmail.com),estou sempre ao inteiro dispor,para "Às Cariocas".Obrigado.
Às 10:41 em 28 março 2009, AVALIADORDEARTE disse...
Cara Sra Domitila Madureira

Pelos caminhos das pesquisas,dos estudos,e do entendimento dos por ques e de forma singular das possíveis ou passíiveis contribuições,não existem razões específicas,nem a falta delas,para buscarmos universos afins.Sou um mero aprendiz de feiticeiro,junto ao estudo da História,mas ao mesmo tempo,que por força de meu ofício,convivo diuturnamente com preciosidades,testemunhos esquecidos,calados,arquivados rastros de épocas remotas.Sendo assim,creio que em um próximo momento,iremos descobrir o por que de meu cordial convite,e mais ainda de ter recebido o seu bem mais cordial,aceite.Obrigado,espero fazer jus.

Com os melhores votos,

Ricardo V.Barradas
avaliadordearte
Rio de Janeiro - RJ
Às 9:19 em 9 fevereiro 2009, Bruno Leal disse...
Olá Domitila,

Como vai? É bom tê-la de volta. Ótimo saber que a iniciativa do IPHAN vai bem. Eu disparei e-mails com as informações. Mas foi só. Desculpe não ter ajudado mais, mas estou completamente atolado nos últimos meses. Estou me mudando, terminando dissertação, trabalhando muito e outras coisas. Enfim, tudo ao mesmo tempo.

Qualquer coisa, dá um toque.

Abraços

Bruno Leal
Às 13:53 em 7 fevereiro 2009, Jurandir Malerba disse...
Oi Domitila. Na verdade eu "estou gaúcho" desde agosto do ano passado, quando vim para POA para trabalhar na PUC. Depois de variadas temporadas no Paraná; São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Lisboa, São Paulo, Paraíba, Oxford e Eashington, vejo-me como um cidadão do mundo. E você, onde estuda? Abçs, JM
Às 17:32 em 6 fevereiro 2009, Jurandir Malerba disse...
Domitila,
Que nome lindo o seu! Obrigado pelo comentário generoso. Por favor, queira tratar-em por Jurandir.
Bjs.
 
 

Cinehistória

Cidadão Boilesen

O documentário revela as ligações de Henning Albert Boilesen (1916-1971), presidente do famoso grupo Ultra, da Ultragaz, com a ditadura militar, ajudando no financiamento da repressão violenta e também a sua participação na criação da temível Oban – Operação Bandeirante, espécie de pedra fundamental do Doi-Codi. (RC)

Cidadão Boilesen foi premiado no Festival Internacional de Documentários É Tudo Verdade, esteve no Festival do Rio e na Mostra de São Paulo. Sempre aplaudido pelo público e pela crítica, levanta o véu sobre a Operação Bandeirantes.

A Oban, como era chamada, foi um centro de informações, investigações e de torturas montado pelo Exército brasileiro no fim dos anos 1960 para combater organizações de esquerda que confrontavam o regime ditatorial que vigorava desde 1964 no País. O filme deixa claro que era financiada por empresários e banqueiros. O caso de Henning Boilesen, o cidadão Boilesen, é exemplar. Dinamarquês naturalizado brasileiro, ele virou empresário no País. Anticomunista ferrenho, ligou-se a grupos militares e paramilitares. Outros empresários e banqueiros - nomeados no filme - também fizeram isso, mas Boilesen se destacava por uma particularidade fartamente debatida no filme. Sádico, ele tinha um prazer especial em seguir as sessões de tortura, chegando a fornecer carros da empresa Ultragaz, do grupo Ulbra, que presidia, para operações de repressão. Em 1971, foi vítima de uma emboscada e morto por guerrilheiros.

Foram mais de 15 anos de pesquisa, que agora se concluem na estreia. Litewski elaborou uma lista de 200 possíveis entrevistados. Um terço lhe bateu o telefone na cara, tão logo ele anunciava sua intenção. Outro terço admitia dar depoimento, sem que fosse gravado ou filmado, certamente temendo represálias. O terço final, finalmente, deu a cara e a voz às denúncias formuladas no filme. Elas de alguma forma corrigem a história oficial. Mostram que a famigerada ditadura foi, na verdade, uma aliança civil-militar, incentivada e sustentada por setores de peso na sociedade, e não apenas empresários da Fiesp ou banqueiros da Febraban. Nem a imprensa é poupada. Litewski, que se autodefine como ‘rato de pesquisa’, só cita empresários e organizações que tenham sido mencionados por no mínimo três fontes diferentes.

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