evolução!
Na minha opinião: "é mais necessário fé para crer na evolução do que para crer na existência de um Deus criador do universo", pesquisei com a ajuda de alguns livros, alguns materiais de religiosos, e cheguei a conclusão entre aspas ali acima.
"Assim como o calor do Sol é fato, a evolução também é um fato" Afirmou o professor Richard Dawkins em (Natural History, "Darwin & Evolution-the illusion of Design", de Richard Dawkins, Novembro de 2005, pag. 37.
Podemos cruzar cães de modo seletivo para que seus decendentes tenham pernas mais curtas, ou pelos mais longos e isso chamamos de "microevolução".
Porém, os evolucionistas ensinam que essas pequenas mudanças lentamente se acumularam no decorrer de bilhões de anos e produziram as grandes mudanças necessárias para transformar peixes em anfíbios e macacos em homens, e isso chamamos de "macroevolução".
Charles Darwin, acreditava que pequenas mudanças que podemos observar, significam que coisas bem maiores são possíveis * (Origin of Species, de Charles Darwin, primeira edição 1859 e sexta edição 1872. pags 285-286).
Ele ensinou que formas “simples de vida” evoluíram por meio de “modificações extremamente leves” para milhões de formas de vida na terra. (Charles Darwin – The Origino f species, introdução de Sir Julian Huxley, 1958 para introdução, First Signet Classic Printing, setembro de 2003, pág 458.
Mito 1° uma suposição de as mutações –mudanças aleatórias no código genético de plantas e animais – podem produzir não apenas novas espécies como famílias inteiras de novas plantas e naimais. (Nobel Lectures, Physiology or Medicine 1942-1962, 1999, “The Production of Mutations”, de H. J. Muller, 1946, pag 162.)
O fato é que muitas características de uma planta ou animal são determinadas pelas instruções contidas em seu código genético, o projeto, ou planta, presente no núcleo de cada célula #. Os pesquisadores descobriram que as mutações podem produzir alterações nos descendentes das plantas e dos animais. Mas o que + de 100 anos de estudo na pesquisa genética mostra não é bem assim.
*A palvra “espécie” é usada com fequencia por cientistas, e até pela bíblia no livro de Gênesis, e nesse último de forma bem abrangente, o que os cientistas chaman de uma evolução para uma nova espécie trata-se na verdade de uma variação dentro da mesma “espécie” referida no livro bíblico.
#Pesquisas mostram que o citoplasma da célula, suas menbranas e outras estruturas também desempenham um papel na modelação de um organismo.
No fim dos anos 30, cientistas adotaram entusiasmados um novo conceito. Eles já achavam que a seleção natural - O processo pelo qual o organismo mais bem, adaptado ao ambiente teria mais chances de sobreviver e procriar – poderia produzir novas espécies de plantas por meio de mutações aleatórias. Então, eles agora presumiam que a escolha artificial de mutações, ou, a escolha manipulada pelo homen, deveria ser capaz de fazer o mesmo com mais eficiência. “Espalhou-se a euforia entre biólogos e geneticistas e criadores de plantas e animais” disse: Wolf-Ekkehard Lönnig, cientista do instituto Max Planck de Melhoramento Genético em Plantas na Alemanha.*. A euforia era por que Lönnig passou 30 anos estudando a genética das mutações em plantas (certamente o mais experiente no assunto) disse: Esses pesquisadores pensavam que o tempo de revolucionar o método tradicional de criação de plantas e animais havia chegado, achavam que, por induzir e selecionar as mutações favoráveis, poderiam produzir plantas e animais novos e melhores” (Mutation Breeding, Evolution, and the Law of Recurrent Variation, de Wolf-Ekkehard Lönnig, “Expectations in Mutation Breeding”, 2005, pág 48, e entrevista com Wolf-Ekkehard Lönnig.), alguns eperavam produzir espécies totalmente novas e ou extintas.
Durante 40 anos, Cientistas nos EUA, EUROPA e ASIA, mantiveram programas de pesquisa muito bem financiados, utilizando métodos que deveriam acelerar a evolução, porém mesmo com um enorme gasto financeiro, diz o pesquisador Peter Von Sengbusch, “A tentativa de desenvolver variedades cada vez mais produtivas por meio de irradiação (para causar mutações) mostrou-se um fiasco completo” (Mutation Breeding, Evolution, and the Law of Recurrent Variation págs 48-51.).
Lönnig disse nos anos 80: “A esperança e euforia dos cientistas acabou em decepção global” O melhoramento genético foi descontinuado nos países ocidentais. Quase todos os mutantes... morriam ou eram mais fracos que os naturais.*2
* Lönnig após anos de estudo, diz acreditar em um criador, os comentários aqui utilizados são de sua autoria e não do instituto Max Planck.
*2 Os experimentos com mutações revelaram que cada vez mais o número de mutantes diminuía, constantemente. Ao passo que os mesmos tipos de mutantes continuavam a surgir. Além disso: menos de 1% das mutações em plantas chegou a ser selecionado para pesquisas, deste menos de 1% foi próprio para uso comercial. Mas nenhuma espécie nova foi criada. Com os animais o resultado foi ainda pior e acabou descontinuado por completo.
Mas depois de uns 100 anos de pesquisas sérias sobre mutações em geral, e 70 anos de melhoramento genético em especial, possibilitaram que cientistas tirassem conclusões sobre mutações, suas capacidades de produzir novas espécies. Examinando as provas Lönnig concluiu: As mutações não podem transformar uma espécie em outra totalmente nova, seja animal ou vegetal. Essa conclusão esta de acordo com o conjunto de todas as experiências e resultados sobre mutações realizados no século passado e também com as leis da probabilidade, e nos 9 anos que já passaram nesse século 21 não mudou nada nos poucos estudos que ainda se faz.
Segundo as evidências, concluiu-se que novas espécies não podem surgir de outras já existentes, Lönnig concluiu: “Espécies genéticamente bem definidas têm limites reais que não podem ser ultrapassados por mutações acidentais.” (Mutation Breeding, Evolution, and the Law of Recurrent Variation págs 49,50,52,54,59,64 e entrevista com Wolf-Ekkehard Lönnig)
Bem, Se cientistas altamente qualificados e experientes não são capazes de produzir novas espécies, mesmo após muitíssimas tentativas no decorrer desses 100 anos de pesquisas, utilizando tudo o que se aprendeu ao redor do mundo científico, acredito que seja necessário muita fé para acreditar em ‘Macroevolução’.
Mito 2°
Darwin acreditava que aquilo que ele chamou de seleção natural favorecia as formas de vida mais bem adaptadas ao ambiente, (A revista Super Interessante cita esse tipo de coisa o tempo todo, sou um assinante, pois como sempre falo, é necessário conhecer os dois lados para fazer uma crítica) e as formas de vida menos adaptadas acabavam se extinguindo. Os evolucionistas modernos (cerca de 30 anos pra cá), ensinam que as espécies se expalharam e se isolaram, a seleção natural que vou chamar apartir de agora de “S.N.” escolheu as espécies cujas mutações genéticas as tornaram mais adaptadas ao novo ambiente. Especulam que esses grupos isolados evoluíram para espécies totalmente novas.
Os fatos: As evidências obtidas pelas pesquisas científicas indicam fortemente que mutações não podem produzir espécies (animais ou plantas) inteiramente novas. Que provas os evolucionistas apresentam para apoiar sua afirmação de que a S.N. escolhe mutações mais favoráveis para produzir novas espécies? Uma revista publicada em 1999 pela academia nacional de ciências (NAS), nos Estados Unidos, refere-se as “13 espécies de tentilhões estudadas por Darwin nas Ilhas Galápagos, agora conhecidos como os tentilhões de Darwin” (Science and Creationism – A View From the Natonal Academy of Sciences, “Evidence Suporting Biological Evolution”, 1999 Pag 10)
Nos anos 70, um grupo de pesquisadores liderado por Peter e Rosemary Grant, da universidade de Princeton, começou a estudar esses tentilhões e descobriu que, depois de um ano de seca nas Ilhas, os tentilhões que tinham o bico ligeiramente maior sobreviviam com mais facilidade que os de bico menor. Visto que observar o tamanho e o formato do bico é uma das formas de classificar as 13 espécies, essas descobertas foram encaradas como significativa. A revista NAS continua; “O casal Grant calculou que, se houvesse uma seca a cada dez anos nas ilhas, uma nova espéciede tentilhão poderia surgir em apenas uns 200 anos” (Science and Creationism – A View From the Natonal Academy of Sciences, “Evidence Suporting Biological Evolution”, 1999 Pag 11).
Nos anos que se seguiram à seca, os tentilhões com bicos menores voltaram a dominar a população novamente na Ilha. Pesquisadores descobriram que, conforme mudava o clima na ilha, os tentilhões de bicos mais longos dominavam em um ano e no outro eram os de bico menor... assim por diante. Perceberam também que algumas das supostas espécies de tentilhões se cruzavam e produziam decendentes que sobreviviam melhor que os pais. Concluíram então que se esses cruzamentos continuassem resultaria em uma espécie só.
Revistas que publicaram:
(Scientific American, “Natural Selection and Darwin’s Finches”, de Peter R. Grant, Outubro de 1991, Pag 87)
(Nature, Oscillation Selection on Darwin’s Finches”, de H. Lisle Gibbs e Peter R. Grant, 11 de Junho de 1987, pag 511.)
(Science, “Hybridization of Bird Species”, de Peter R. Grant e B. Rosemary Grant, 10 de Abril de 1992, pag 193-197)
Portanto a S.N. não me parece ter criado espécies novas, décadas atraz, o biólogo evolucionista George Christopher Williams começou a questionar se a S.N. tinha tal capacidade. (Adaption and Natural Selection, de George C. Willians, 1966, pág 54)
Em 1999, o teórico evolucionista Jeffrey H. Schwartz escreveu que a S.N. pode ajudar as espécies a se adaptarem às exigências variáveis da existência, mas não cria nada novo. (Sudden Origins-Fossils, Genes, and the Emergence of Species, de Jefrey H. Schwartz, 1999, pag 317-320)
Os tentilhões de Darwin não estão se transformando em nada novo, continuam sendo tentilhões. E o cruzamento entre eles lança dúvidas sobre os métodos usados por cientistas evolucionistas para definir espécies. Além das informações de até mesmo academias científicas estarem apresentando provas de forma tendenciosa.
Mito 3°
A já mencionada revista NAS passa ao leitor a impressão de que fósseis são encontrados aos montes e provam a macroevolução. Essa revista diz: “Fotam descobertas tantas formas intermediárias entre peixes e anfíbios, anfíbios e répteis, répteis e mamíferos e nas linhagens dos primatas, que muitas vezes se torna difícil identificar categoricamente quando ocorre a transição entre uma espécie e outra” (Science and Creationism – A View From the Natonal Academy of Sciences, segunda edição, “Evidence Suporting Biological Evolution” pág 14)
Essa declaração feita na revista NAS é surpreendente. Niles Eldredge, evolucionista ferrenho, diz que “O registro fóssil não mostra que houve um graduativo acúmulo de mudanças, mas sim que por longos períodos, pouca ou nenhuma mudança evolucionária ocorreu na maioria das espécies” (The Triumph of Evolution and the failure of Creationism, de Niles Eldredge, 2000 pag 49 e 85).
Cientistas do mundo inteiro desenterraram e catalogaram cerca de 200.000.000 (Duzentos Milhões) de fósseis Grandes e Bilhões de micro fósseis. Muitos pesquisadores concordam que esse vasto e detalhado registro mostra que todos os principais grupos de animais surgiram de repente e permaneceram praticamente inalterados, com muitas espécies desaparecendo de modo tão repentino quanto surgiram.
Até mesmo os poucos exemplos de registro fóssil ao qual os pesquisadores apontam como prova da evolução são debatidos.
Muitos cientistas dão a entender que o registro fóssil apóia a teoria da evolução, que todas formas de vida tem uma origem comum. Também dizem que todos os seres vivos devem ter evoluído de um ancestral apenas, visto que possuem uma linguagem de programação parecida, o DNA.
Desculpe citar a bíblia embora eu evite textos bíblicos o farei assim mesmo. Em Gênesis 1:12,20-25. Diz que todas criaturas foram criadas segundo as suas espécies, isso permite uma variação dentro de uma mesma espécie, mas não o nacimento de outra nova a partir desta, indicando limites para essa variação, A bíblia também diz que todas formas de vida surgiram subtamente e já formadas.
Em anos recentes, cientistas conseguiram comparar os códigos genéticos de dezenas de organismos unicelulares, de plantas e de animais, achando que essas comparações confirmariam a Teoria de Darwin sobre a Árvore da vida, porém em 1999 (perceberam que ano agitado?), o biólogo Malcolm Gordon Escreveu: “Parece que a vida teve muitas origens. A árvore da vida universal não parece ter uma única raiz” “A teoria tradicional da descendência comum parece não se aplicar aos reinos atualmente reconhecidosl. Provavelmente não se aplica a muitos Filos, se é que a algum, e possívelmente não se aplica a muitas classes dos filos” (Biology and Philosophy, “The Concept of Monophyly: A Speculative Essay”, de Malcolm S. Gordon, 1999, pág 335), Na revista New Scientist, em 1999, cita as palvras do cientista evolucionista Eric Bapteste: “Não temos nenhuma evidência de que a árvore da vida seja uma realidade” e no mesmo artigo cita O biólogo evolucionista Michael Rose que disse: “Todos sabemos que a teoria da árvore da vida está sendo aos poucos descartada, Mas a idéia de todo nosso ponto de vista sobre a biologia precisa mudar não é bem aceito”
(New Scientist, “Uprooting Darwin’s tree”, de Graham Lawton, 24 de Janeiro de 2009, Pág 34) e (pag 37,39)
Ainda pode-se falar da proporção de tamanho das figuras que mostram “o caminho que uma espécie fez para sair de peixe pra réptil por exemplo” mas isso com uma rápida pesquisa já se resolve, assim mesmo estou postando uma imagem no meu Orkut disponível para visualização a todos, de nome “Problema de proporção”,
O influente evolucionista Richard Lewontin, afirmou que cientistas estão dispostos a aceitar afirmações científicas sem provas por que já assumiram outro compromisso, com o materialismo. “Nesse caso materialismo refere-se a teoria de que todo universo incluindo a vida veio a existência sem nenhuma intervenção sobrenatural, e ele próprio escreveu: “Não podemos permitir que a ciência abra as portas a existência de um Deus” e o Sociólogo Rodney Stark foi citado na scientific American como tendo dito “Há 200 anos se propaga a idéia de que se você quer ser um cientista, tem de manter a mente livre dos grilhões da religião” e pior que eu concordo, tem cada uma, esses dias vi um religioso, não vou citar a religião, dizendo que Noé colocou dinossauros na arca!, e Rodney Stark disse ainda que nas universidades em que se faz pesquisa “Os religiosos ficam de boca fechada”
(The New York Review of Books, “Billions and billions of Demons” de Richard C. Lewontin, 9 de janeiro de 1997, pag 28-32) (Scientific American, “Scientists and Religion in America”, de Edward J. Larson e Larry Witham, setembro de 1999, pag 91).
“Tem que ter muita fé pra crer na evolução”