Página de Cintia

Informações do Perfil

Sobre mim
Minha graduação foi em Psicologia (IP/UFRJ). O mestrado foi em História Social (IFCS/UFRJ) e o doutorado na Psicologia (PUC-RJ). Minha área de concentração é Psicologia da Cultura, e para mim nao se pode pensar a psicologia sem a História.
Até me mudar para cá, eu dava aulas em uma universidade no interior do estado do Rio. Concluí o doutorado, 9 dias depois da defesa da tese me mudei pra cá, casei, tive filho, e planejo o retorno à docência pare breve. Mesmo não estando mais filiada a nenhuma universidade, sou ainda pesquisadora. Já está na veia, ninguém tira...
Atividade profissional
Historiador, Professor, outro
Formação
Doutor
Cidade
Münster

Caixa de Recados (2 comentários)

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Às 9:41 em 25 janeiro 2013, Bruno Leal disse...

Salve, Cintia! Bom dia!

Faz um tempinho que não a vejo aqui na rede. Espero que esteja tudo bem com você. Imagino que muita correria, não? Bom, de qualquer forma escrevo apenas para dizer gosto muito de tê-la no Café História. Sinta-se à vontade para sugerir temas, entrevistas ou qualquer outro tipo de conteúdo. Escutar os colegas é fundamental. 

Um grande abraço e uma ótima semana para ti,

Às 13:55 em 14 agosto 2010, Bruno Leal disse...
Olá! Parabéns!

Feliz Aniversário! Desejo-lhe um ótimo dia!

Abraço

Bruno Leal Pastor de Carvalho
Editor da Rede Social Café História
 
 
 

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documento histórico

Versão digitalizada do decreto que aboliu a escravatura no Brasil, dando origem à Lei Áurea. O documento é assinado pela Princesa Imperial Regente Isabel, pelos senadores Primeiro Vice-Presidente Antônio Candido da Cruz Machado, Primeiro Secretário Barão de Mamanguape e pelo Segundo Secretário do Joaquim Floriano de Godoi. O manuscrito original faz parte do acervo do Arquivo do Senado Federal. Faça aqui o download em alta resolução desta importante peça da História do Brasil: http://goo.gl/ewCcee

Conteúdo da semana

Depoimento do coronel reformado do Exército, Paulo Malhães, ex-agente do Centro de Informação do Exército, que atuou em diversas missões de extermínio de opositores da ditadura e também na Casa da Morte. No depoimento, ele admite tortura, mortes, ocultações de cadáveres e mutilações de corpos.

Cine História

Cortinas Fechadas

Chega aos cinemas brasileiros o drama iraniano dirigido por Kambolza Partovi e Jafar Panahi, “Cortinas Fechadas”.

Sinopse: Vivendo em prisão domiciliar após ter sido condenado pela justiça iraniana, sob a acusação de denegrir a imagem do governo do presidente Mahmoud Ahmadinejad com seus filmes, o cineasta Jafar Panahi tem seu cotidiano apresentado neste filme.

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