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Celso Lungaretti
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IDEAIS DE 1968 SERÃO RETOMADOS?

Started 1. Maio, 2008

CASO ISABELLA: FASCISTIZAÇÃO EM MARCHA?
4 respostas 

Iniciou esta discussão. Última resposta de João da Rocha Labrego 28. Dez, 2008.

 

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No artigo "O Fiasco natalino da Fabbrica Italiana di Buffonatas" (http://naufrago-da-utopia.blogspot.com/2009/12/o-fiasco-natalino-da-fabbrica-italiana.html), ao analisar o fracasso retumbante do último golpe propagandístico com que a Itália e seus…
dezembro 19
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Informações do Perfil

Sobre mim
De tantos sonhos desfeitos,
de tantas batalhas agônicas,
de tantas revoluções traídas:
guerreiro.

Titã surgido do Caos,
lutando para espalhar
o fogo da revolta
entre os mortais abúlicos
Atividade profissional
Jornalista
Formação
Graduado
Cidade em que moro
São Paulo
Estado e país em que moro
São Paulo, Brasil
Meu e-mail
lungaretti@uol.com.br

Blog de Celso Lungaretti

Celso Lungaretti

O parentesco do garoto Sean com a guerrilheira Guta influiu no caso?

Por que resolvi escrever sobre os derradeiros capítulos da disputa da guarda do garoto Sean Goldman, que nunca chamara minha atenção?

Foi, é claro, por causa da ultrajante chantagem do senador estadunidense que, como resposta à sábia decisão do ministro Marco Aurélio Mello de adiar o desfecho do processo até que Sean fosse ouvido pelo Supremo Tribunal Federal, passou a embargar um projeto já aprovado pela Câmara de lá, no sentido de que se mantivesse durante 2010 uma isenção tarifária para expo… Continuar

Postado em 27 dezembro 2009 às 17:36 ‚Äî

Celso Lungaretti

"veja" quanta sordidez!

Em sua retrospectiva de final de ano, a ex-revista "veja" dedicou página dupla ao Caso Battisti, mas o texto ocupa apenas um oitavo do espaço do panfleto "Bem-vindo, terrorista!".

O restante é tomado por uma foto enorme do escritor em, segundo a "Veja", "alegre convescote com um grupo de parlamentares do PT, PCdoB e PSOL".

A foto foi tirada em 23 de novembro último, sexto dia da greve de fome de Battisti.

Percebe-se claramente que ele está combalido; afinal, antes mesmo de iniciar o jejum, já… Continuar

Postado em 27 dezembro 2009 às 10:43 ‚Äî

Celso Lungaretti

STF fica ainda menor: Gilmar Mendes cede à chantagem dos EUA

"A autofagia causa insegurança jurídica e é contrária, não a quem praticou o ato, mas à instituição. Sai menor o Supremo."

A frase é do ministro Marco Aurélio Mello, que já presidiu efetivamente o Supremo Tribunal Federal e hoje é o presidente moral: encarna o espírito de Justiça que ninguém consegue vislumbrar nas decisões, declarações e intenções do presidente efetivo.

Nesta terça-feira (22), Gilmar Mendes, por três bilhões de motivos (vide http://naufrago-da-utopia.blogspot.com/2009/12/stf-… Continuar

Postado em 23 dezembro 2009 às 11:09 ‚Äî

Celso Lungaretti

Lula cala a boca dos linchadores de Battisti

Pela segunda vez o presidente Luiz Inácio Lula da Silva rechaçou firmemente as pressões italobrasileiras para influenciar sua decisão no Caso Battisti.

Falando à imprensa nesta 2ª feira (21), Lula disse que não vai decidir "sob pressão" dos ministros do Supremo Tribunal Federal, numa óbvia alusão ao presidente do STF e suas declarações lobbistas: Mendes chegou até a sugerir que a Itália ingresse com uma nova ação no STF, caso Lula resolva manter o escritor no Brasil.

A irritação do presidente… Continuar

Postado em 22 dezembro 2009 às 11:49 ‚Äî 1 Comentário

Celso Lungaretti

Do Brasil para o 1º mundo: eu não sou cachorro, não!

"Eu não sou cachorro não
Pra viver tão humilhado
eu não sou cachorro não
Para ser tão desprezado”
(Valdick Soriano)

O caso de Sean Goldman, de 9 anos, cuja guarda é disputada pelo pai estadunidense David e pela família brasileira da falecida mãe, teve um desdobramento bizarro nos últimos dias: o senador democrata Frank Lautenberg anunciou a suspensão por tempo indeterminado da votação da medida estendendo para 2010 um programa de isenção tarifária que beneficia as exportações brasileiras… Continuar

Postado em 20 dezembro 2009 às 16:08 ‚Äî

Caixa de Recados (15 comentários)

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Às 15:40 em 19 dezembro 2009, Osvaldo Johnson Takahara disse...

Às 6:50 em 19 dezembro 2009, João da Rocha Labrego disse...
Continuação:

Hoje eu percebo o que significa se esperto: saber relacionar os discursos alheios com as causas infantis que lhe deram razão e sentido.

Talvez pouca gente tenha tomado consciência disso mas o Brasil nunca esteve tão bom como está agora e se a pessoa não se sente satisfeita é porque ela viveu muitos anos no inferno que quando se depara com o paraíso não sabe mais aproveitá-lo.

Isso nos remete àquela frase de Jesus que aquele que não se fizer como uma criança não verá o Reino de Deus.

Realmente, estamos tão condicionados ao sofrimento e à dor que quando o Reino de Deus se faz presente não o enxergamos e ficamos com raiva de quem o enxerga.

Oras, o que será esse Reino de Deus? A democracia, oras.

Nunca se teve tanta liberdade como a temos hoje até mesmo para chorarmos nossas mágoas e reivindicarmos direitos especiais para nós como grupos como demonstra o movimento gay e a consciência negra.

Já os brancos e heterossexuais como eu precisam agora tomar contacto com sua infância protegida demais ou de menos a fim de se adaptar ao mundo novamente pois não mais teremos o consolo de sermos os únicos valorizados socialmente.

Um grande abraço e espero que o pensamento político de Esquerda te leve a compreender a origem dos males que nos afligem não só como indivíduos como também como cidadãos.
Às 6:50 em 19 dezembro 2009, João da Rocha Labrego disse...
Caro Celso:

Faz tempo que eu não posto neste site pois os tipos de dúvidas que eu alimentava e tentava resolver só poderiam ser resolvidas em um discurso mais condizente com o meu.

De qualquer forma, tendo percebido que a maioria de minhas insatisfações com a sociedade, com a política, com a economia, com a justiça, etc... nada mais eram do que ecos emocionais de minha infância em relação à forma como minha família nuclear se apresentava à minha consciência infantil, cheguei à conclusão de que as impressões negativas que eu alimentava em relação à nossa realidade brasileira eram falaciosas e irracionais.

O Brasil sempre esteve bem. Quem nunca esteve bem de fato era eu mesmo que empurrava meus problemas familiares com a barriga e fingia que não estava sentindo nada.

Mais tarde esses sentimentos negativos se manifestam na vida adulta e como a nossa realidade mudou achamos que tais sentimentos se referem às situações do presente.

O pior de tudo é que essas emoções primevas eram despertadas em mim muito mais através do discurso alheio que pela própria natureza dos fatos, pois o discurso geralmente evoca em nós situações vividas na infância que nos causaram muita raiva e ódio.

Por isso, hoje eu sempre remonto às minhas lembranças infantis para compreender o porquê de eu me incomdar com tal ou qual discurso e não é que eu sempre encontro uma lembrança que de certa forma endossa ao menos emocionalmente o discurso?
Às 21:34 em 27 fevereiro 2009, Lu Goyaz disse...
Olá amigo, lhe deixo um poema, porém, sem muito enfeite desta vez. Abs e... Bom Café.

tapa mendigos Pictures, Images and Photos
Debaixo da Ponte

Enrique Gómez-Correa


Debaixo da ponte do arcebispo, junto a uma verdadeira
corte dos milagres, reúnem-se os mendigos.
Mendigos cristãos, mendigos ateus, mendigos budistas,
mendigos muçulmanos, mendigos judeus.
Enfim, mendigos de todas as cores.
Discutem o resultado do sim e não a suas petições.
Discutem a desvalorização da moeda e
a proliferação de falsos mendigos.

O mendigo cristão fala da perda de
prestígio da caridade nos dias de hoje.

O mendigo ateu disserta sobre o não-deus e
suas pouco eficazes prédicas no deserto.

O mendigo budista fala das dificuldades atuais de
que padece a transparência do nirvana.

O mendigo muçulmano insiste na urgência de
alguns fanatismos em nome de Alah.

O mendigo judeu lamenta que freqüentes ataques de
ira de Jeovah caiam sobre sua cabeça.

E o mendigo de outras cores se queixa das
queixas dos mendigos queixosos.

Depois, tudo termina e os peregrinos voltam às
 suas respectivas igrejas, maldizendo

os usurpadores de seus respectivos direitos.

Sobre o(a) autor(a):
Enrique Gómez-Correa, nasceu em Talca, Chile (1915-1995).
Poeta explosivo e ensaísta. Fez parte da geração do grupo Mandrágora, de filiação surrealista.
Às 1:48 em 21 fevereiro 2009, Lu Goyaz disse...
Caro amigo Celso Lungaretti, lhe deixo esse texto para apreciá-lo e julgá-lo conforme seus princípios, espero que goste. Abs.
Bom Feriado de Carnaval. Luciana Goyaz.

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Felicidade Realista
Martha Medeiros

De norte a sul, de leste a oeste, todo mundo quer ser feliz.
Não é tarefa das mais fáceis. A princípio, bastaria ter saúde,
dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável,
mas nossos desejos são ainda mais complexos.

Não basta que a gente esteja sem febre:
queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.
Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema:
queremos a piscina olímpica, a bolsa Louis Vitton e uma temporada
num spa cinco estrelas. E quanto ao amor? Ah, o amor...
não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir
uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno:
queremos AMOR, todinho maiúsculo.
Queremos estar visceralmente apaixonados,
queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados,
queremos jantar à luz de velas de segunda
 a domingo, queremos sexo selvagem e diário,
queremos ser felizes assim e não de outro jeito.

É o que dá ver tanta televisão.
Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.
Por que só podemos ser felizes
formando um par, e não como ímpares?
Ter um parceiro constante não é sinônimo de felicidade, a não ser
que seja a felicidade de estar correspondendo às expectativas da sociedade,
 mas isso é outro assunto. Você pode ser feliz solteiro, feliz com
uns romances ocasionais, feliz com três parceiros, feliz sem nenhum.
Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.

Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo,
usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando.
Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado.
E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda,
 buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor,
 um pouco de fé e um pouco de criatividade.

Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável.
Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato,
 amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar.
É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que
nos mobiliza, instiga e conduz, mas sem exigir-se desumanamente.
 A vida não é um game onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio.
 Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade.
Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de
 acordo com as regras, recue. Invente seu próprio jogo.

Sobre o(a) autor(a):
Martha Medeiros nasceu em Porto Alegre em 1961. Formada em Publicidade.
 Escreveu livros de poesias e de crônicas, seu mais recente lançamento
é o livro de ficção: Divã. Martha é cronista do jornal Zero Hora.

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Às 22:02 em 12 fevereiro 2009, Lu Goyaz disse...
Caro Celso, tudo bom?
Deixo para você um texto sobre o qual não sei se aprecia, porém espero que também goste. Abraço e..., Bom Café. Luciana.

Colagem de vários autores
Voltaire / William James / Victor Hugo / Dante Milano

Temos um grande assunto a tratar aqui: a felicidade!...
... ou, ao menos, ser o menos infeliz que se possa neste mundo.
Eu não poderia suportar que me dissessem que quanto mais se pensa, mais se é infeliz. Isso vale em relação às pessoas que pensam mal. Não estou falando das pessoas que pensam mal dos outros, o que pode ser divertido, mas... tragicamente divertido!
Falo daqueles que pensam de maneira errada, dos que rearranjam os seus preconceitos e julgam estar... pensando! Estes, sim, merecem compaixão, porque têm uma doença da alma, e toda doença é um estado triste. Infeliz.
Amo as pessoas que pensam de forma correta, mesmo aquelas que pensam de maneira diferente de mim.
Pensar, meus amigos, é um ato que põe em dúvida a estrutura de tudo!
Às 2:49 em 14 janeiro 2009, Lu Goyaz disse...
Olá Celso Lungaretti! Felicitações por esta causa que vc acompanhou e nos mostrou aqui, fiquei satisfeita por esta decisão e lhe mostrei logo abaixo que já havia tido no Brasil outro caso similar a este que foi a denegatória em dezembro de 2005 do STF da extradição de outro ex-militante autonomista italiano, Pietro Mancini, cuja condenação, no entender do STF, teria tido motivação política. Abraço e..., bom café.
Às 18:08 em 24 dezembro 2008, Lu Goyaz disse...
Feliz Natal amigo Celso que suas esperanças sobrevivam às duras realidades; sem sonhos morremos e sem o amor somos meros expectadores da vida. Feliz Ano Novo que a paz reine em seu coração hoje e sempre. Deixo para ti um poema de
Prossigamos
Bertolt Brecht

Toda via prossigamos!
Seja de que maneira for!
Saiamos a campo para a luta, lutemos, então!
Não vimos já como a crença removeu montanhas?
Não basta então termos descoberto que alguma coisa está sendo ocultada?
Essa cortina que nos oculta isto e aquilo, é preciso arrancá-la!

Sobre o(a) autor(a):
Bertolt Brecht (1898-1956), nascido em Augsburgo. Escritor e dramaturgo alemão, além de grande teórico teatral. Desde menino escrevia poesias de forte conteúdo social. Foi perseguido pelos nazistas pelo seu comunismo militante.
Às 17:15 em 23 dezembro 2008, Sommerville disse...
Creio que não leu bem o que eu expressei! De qualquer forma, saliento que tive familiares e amigos vitimas de tortura e prisão politica que ainda hoje sofrem na pele "os traumas" psicossomáticos desse passado não muito distante. Por outro lado vejo um pouco por tudo o que é mundo alguns dos que foram vitímas em lugares de chefia e governando CONTRA o povo que os elegeu e os tirou da ostrascismo a que os regimes ditadoriais os haviam votado ! É isto que eu contesto.Não me perdoe, o Natal é apenas um dia , mas a vida é uma eternidade!
Cumprimentos.
Às 12:37 em 9 dezembro 2008, Alcebíades de Lima Oliveira disse...
Caro Celson,
Gostaria imensamente de sua colaboração no Blog - Chico Mendes - Protetor da Amazônia - pelos 20 anos da sua morte em 22/12/1998 - Homenagem e situação das florestas no contexto atual.
Abraços.
Alcebíades
 
 

Cinehistória

ADEUS, MENINOS

França, inverno de 1944. Julien Quentin (Gaspard Manesse) é um garoto de 12 anos que freqüenta o colégio Sr. Jean-de-la-Croix, que enfrenta grandes dificuldades devido a 2ª Guerra Mundial.

Lá ele se torna o melhor amigo de Jean Bonnett (Raphael Fejto), um introvertido colega de classe que Julien posteriormente descobre ser judeu. A tragédia chega à escola quando a Gestapo invade o local, prendendo Jean, outros dois alunos e ainda o padre responsável pelo colégio.

O filme explora um situação limite sob a ótica da universo a criança, como fizeram outros ótimos filmes, como os recentes "A Culpa é do Fidel" e "Machuca". Com uma direção segura de Louis Malle, o fracês "Adeus, Meninos" (Au Revoir les Enfants, 1987) é um filme antes de tudo humanista, que mostra o drama de uma populção civil que sofreu os males de uma guerra mundial implacável, sobretudo, dentro do contexto das amizades e da família.

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