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Página de Carla Nagel

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Também compartilho com a mesma angústia Viviane...Tive essa mesma sensação de impotência diante de tantas notícias de morte. Sinto também que as vezes precisamos disso pra sentir a própria vida. É como despertar de um grande sono...é o eterno lirism…
terça-feira
Pedro Ferrari entrou no grupo de Carla Nagel
sábado
29 dezembro 2009
dhyego camara entrou no grupo de Carla Nagel
27 dezembro 2009
Carla Nagel adicionou uma postagem no blog
22 dezembro 2009
Belo texto Jane Cassol !!! Belas tramas devem ser as suas...
21 dezembro 2009
Oi Pessoal, estou precisando de fontes do periodo de 1849, sobre os enterramentos que eram realizados nas igrejas e passaram para os cemiterios, principalmente fontes medicas, se alguem souber de algo. muito obrigado
21 dezembro 2009
W. Busch e Karine entraram no grupo de Carla Nagel
21 dezembro 2009

Informações do Perfil

Sobre mim
Um anjo da história...
Atividade profissional
Historiador
Formação
Graduado
Cidade em que moro
Manaus
Estado e país em que moro
AM-Brasil
Meu e-mail
carlamnagel@gmail.com

A Paroara

Sou a legítima Paroara
Dos arigós,dos manauaras
Das catirinas e dos bois-bumbás

Sou a mistura das coisas raras
Da simplicidade das toadas
Dos Kariris e dos Tupinambás

Carla Nagel.

Fotos de Carla Nagel

Blog de Carla Nagel

Carla Nagel

Feliz Natal e um 2010 cheio de histórias com muito café para todos !

Postado em 22 dezembro 2009 às 23:45 ‚Äî

Carla Nagel

Cabeça como troféu



Cabeças de Lampião, Maria Bonita e seus cangaceiros, expostas como troféu. Seremos eternos Mundurukus ?

Postado em 17 setembro 2009 às 12:30 ‚Äî

Carla Nagel

A Arqueologia da Amazônia (Novas abordagens,novas histórias)



O MUSA (Museu da Amazônia), vem desenvolvendo um belo trabalho sobre o estudo da ocupação da Amazônia Central .Com isso, tem surgido novas abordagens sobre essa ocupação, devido a diversidade de vestigios e a interdisciplinaridade de saberes. Parabéns a equipe do MUSA!!!

Postado em 11 setembro 2009 às 16:00 ‚Äî 1 Comentário

Carla Nagel

Memórias Submersas


Jovita Feitosa ( a Joana Dar'c brasileira )

Postado em 31 agosto 2009 às 16:06 ‚Äî

Carla Nagel

Otto Nagel (1894-1967)



Seus heróis eram os trabalhadores conscientes da nessecidade de mudar.
Foi membro da liga Spartacus e militante do partido comunista alemão.

Postado em 18 agosto 2009 às 13:36 ‚Äî

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Às 6:54 em 22 dezembro 2009, Jane Rosana Cassol disse...
Oi carla, muito obrigada pelo elogio, sempre bom saber q estamos escrevendo direitinho. t covido p uma visita oa meu blogue onde recrio um cenário, um dia na vida de um personagem abração. ps. muito linda tua pgna

"http://longanoitedostempos.blogspot.com/"
Às 19:04 em 14 dezembro 2009, José Leandro disse...
Caríssima, abraço para si e tudo de bom.
Às 23:47 em 4 dezembro 2009, Flávio Moraes disse...
Olá Carla, seja bem-vinda ao grupo Glauber Rocha.
Abraços Flávio Moraes
Às 18:22 em 12 setembro 2009, MiIton Cavalheiro Mendes disse...
Olá Carla, estou aqui novamente. Tenho uma curiosidade, que, como habitante da Amazônia, poderias satisfazer. Como fazem as populações ribeirinhas, especialmente aquelas que vivem sobre palafitas, em função das inundações periódicas, para sepultar os seus mortos? Imagino que o deslocamento dos falecidos, para locais altos, livres das enchentes sazonais, deve oferecer dificuldades.
Às 18:17 em 12 setembro 2009, MiIton Cavalheiro Mendes disse...
Olá Carla:
Andei envolvido em muitas atividades e só agora estou dando uma passadinha pelo nosso Café. Quanto aos cemitérios luteranos, praticamente todas as comunidades de origem alemã mantém o seu, em geral muito limpo e bem cuidado. Uma coisa interessante é observada nas lápides: mesmo em comunidades mais distantes umas das outras o estilo adotado para a lápide é bastente parecido - são talhadas em arenito, um belo arenito rosa que com o tempo vai escurecendo.À distância parecem pequenos capitéis - no sentido italiano do termo: uma capelinha - estreitos, encimadas por algo semelhante a um telhado triangular esculpido na mesma pedra. Os dizeres, pelo menos nas lápides mais antigas, são em Alemão, muitas vezes em caracteres góticos. Numa das minhas saídas pretendo começar a registrar esses cemitérios, sem pressa, e poderei publicar algumas fotos, na página
Às 3:55 em 10 setembro 2009, José Leandro disse...
Prezada Carla, bons dias. Colo no seu mural algo que nos é simpático. O post é no meu entender fabuloso. Saudações do JL

Los escritores y la muerte

Con el paso del tiempo me he ido dando cuenta de que, como dice Fernando Aínsa, los escritores inmortales se mueren. Y debido al buen numero de fallecimientos que existe ya en la república literaria, podemos encontrar toda clase de circunstancias alrededor de cada suceso fatal. Casi todos tienen finales anodinos, en la cama, y éstos se producen de forma coherente. Cada uno muere como vive, aunque alguno dé sorpresas. Dicen que Borges rezó el padrenuestro en cinco idiomas antes de morir. Puede ser. Ahora bien, las muertes que llaman más la atención son los suicidios -adornados con un falso prestigio- o las accidentales, que a veces son tragicómicas, como la del cubano Julián del Casal, que se murió de un ataque de risa. También las hay estúpidas: Tenesse Williams se atragantó con un tapón de pasta dental.


Pero el hecho de que se muera un escritor también nos lleva a pensar en cuáles fueron sus últimas palabras. Alguien que ha vivido del lenguaje durante años, necesariamente tiene que decir algo interesante en el último momento. Acaso las "famous last words" por excelencia sean las de Goethe ("Luz, más luz"), pero a mí siempre me resultó una queja algo patética en boca de quien se sintió poco más o menos que el genio de Europa. Más escalofriantes me resultan las de Bécquer: "Todo mortal". Y hondamente consoladoras las que profirió León Bloy cuando le preguntaron qué sentía: "Una curiosidad enorme". Incluso puedo creer que, en medio de la agonía, el escritor se llegue a sobreponer y a tomarse el asunto con humor. Es lo que le sucedió a Italo Svevo, irremediable fumador, quien le pidió a su yerno un pitillo. Cuando éste se lo negó escandalizado, le contestó en un susurro: "Será el último".


No obstante, lo que de verdad pueden decir los escritores sobre la muerte, no está en su propia vida, sino en aquello que escribieron. Esto es asunto largo y denso para que me ocupe de él aquí. Para eso ya está mi amigo el profesor Luis Galván dedicado a estudiarlo a fondo. Pero sí creo que las respuestas de cada libro, si éste de verdad vale la pena, obedecen a una vivencia profunda que conecta con eso que llaman el espíritu de la época o del autor. Nabokov, escéptico y descreído, trivializa la muerte con magia y estilo. Si tiene que contar el accidente mortal de un personaje insignificante, lo resume entre paréntesis y con una coma genial: (picnic, lightning). Hay muchísimos cuentos que revelan una visión sabia sobre el morir. Pienso ahora en "Página de un diario" de Ribeyro, en "Obdulia, un cuento cruel" de Antonio Pereira o, por supuesto, en La muerte de Iván Ilitch. No obstante, a mí me sigue conmoviendo por encima de todo la muerte de Don Quijote: es tan difícil encontrar la dosis justa de tristeza, realismo y altura moral. El personaje siente que se muere y va arreglando serenamente sus asuntos, como quien es: un caballero cristiano. Sancho, el ama y la sobrina, el cura y el barbero, entran y salen desolados de la habitación durante días. Parece que hasta el propio Cervantes siente pena de su criatura y busca un circunloquio porque le cuesta decir la palabra terrible: "dio su alma, quiero decir que se murió". Vuelta entonces a la pena general: el personaje se muere de melancolía. Hoy día hablaríamos de depresión. Y de pronto, en medio de la desgracia, todos sus allegados, todos aquellos que están sinceramente doloridos, desde la sobrina hasta Sancho, empiezan a frotarse las manos. Los dolores de la muerte se atenúan con la alegría de heredar... En fin, que esa mezcla de sentido trascendente y observación de andar por casa, define la sabiduría de Cervantes. A veces pienso que Don Quijote debiera leerse a veces empezando por el final.

Fonte: El sur es el norte.
Às 1:00 em 8 setembro 2009, José Leandro disse...
Prezada Carla bons dias desde a madrugada de Portugal. Hoje colo no seu mural uma "prova" das transversalidades do seu grupo ao meu fórum "noir". Como a vida por vezes segue percursos tão comuns. Abç do JL


http://cafehistoria.ning.com/group/oromanceanegro
Às 23:56 em 3 setembro 2009, Antonio de Padua N. Garcia disse...
Um grande abraço!
Às 7:23 em 2 setembro 2009, Océlio Teixeira de Souza disse...
Oi... que legal: vc é do Cariri. Eu, na realidade não sou daqui, mas
já moro no Crato há 15 anos, então ja me considero caririense. Adoro
o Juazeiro, inclusive tou elaborando projeto de doutorado sobre as romarias... até mais... bjs
Às 18:38 em 1 setembro 2009, Océlio Teixeira de Souza disse...
Oi Carla, td bem? Bem vinda ao grupo Cultura Popular. Vc trabalha com essa temática? Podemos compartilhar trabalhos, idéias, textos....
Ah... já estive em Manaus (tenho um irmão que mora aí). Tenho muita vontade de conhecer Parintins... um dia irei... Seja bem vinda. Abçs
 
 

Cinehistória

ABRAÇO PARTIDO

Ariel (Daniel Hendler) é um jovem de vinte e poucos anos, que largou a faculdade e ainda vive às custas da mãe (Adriana Aizemberg). Sua vida gira basicamente em torno de dois locais: a loja de lingeries de sua mãe e o cybercafe local, onde costuma encontrar sua namorada.

Ariel sempre estranhou o fato de nem sua mãe nem seu irmão falarem sobre seu pai, que nos anos 70 partiu para lutar na Guerra do Yom Kippur, em Israel, e nunca mais retornou. Com a crise econômica instalada na Argentina, que força o fechamento de várias lojas tradicionais no bairro onde está a loja de sua mãe, os amigos de Ariel sonham em conseguir a cidadania européia e partir do país em busca de emprego. Ariel também tem este sonho, mas cada vez mais alimenta o desejo de conhecer seu pai e também a verdade sobre seu afastamento da família.

"El Abrazo Partido", filme argentino de 2004 fez bastante sucesso aqui no Brasil. No fundo, sua trama gira em torno de Ariel, que não consegue aceitar o fato do pai tê-lo abandonado para ir lutar na guerra do Yom-Kippur. Essa rejeição à figura paterna também fica explícita no pouco conhecimento que Ariel tem do judaísmo. Face à crise que se abate sobre a economia de seu país, Ariel decide batalhar pelo passaporte polonês (seus avós eram poloneses) e, dessa forma, ter a possibilidade de entrar na Europa e viver com um seguro-desemprego.

Membros

  • Isa Carvalho
  • Adriele dos Santos Cardoso
  • Wanderson Daniel A. Feitosa
  • JOÃO ARTUR
  • Inêz Oludé da Silva
  • Queila Llaquini
  • Davenir da Silveira Viganon
  • vanilda rocha
  • José Carlos do Nascimento
  • Carol Mendonça
  • Marcio Bernardes de Carvalho
  • Tássilo Campos Carvalho
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  • Wlamir Antonietti
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