Cafe Historia

A Sua Rede Social de História - Inscreva-se! É rápido e gratuito!

Página de Carla Nagel

Últimas atividades

15 horas atrás
dhyego camara entrou no grupo de Carla Nagel
domingo
Carla Nagel adicionou uma postagem no blog
dezembro 22
Belo texto Jane Cassol !!! Belas tramas devem ser as suas...
dezembro 21
Oi Pessoal, estou precisando de fontes do periodo de 1849, sobre os enterramentos que eram realizados nas igrejas e passaram para os cemiterios, principalmente fontes medicas, se alguem souber de algo. muito obrigado
dezembro 21
W. Busch e Karine entraram no grupo de Carla Nagel
dezembro 21
Carla Nagel entrou no grupo de Marcio Tavares
Voltado a participação e troca de informações sobre a fascimante história de uma arte que naceu com a humanidade. O desejo de curar.
dezembro 21
No natal, um poema leve e belo sobre a Morte: Botão de Rosa Nos recôncavos da vida jaz a morte. Germinando no silêncio. Floresce como um girassol no escuro. De repente vai se abrir. No meio da vida, a morte jaz profundamente viva. Thiago de Mello
dezembro 19

Informações do Perfil

Sobre mim
Um anjo da história...
Atividade profissional
Historiador
Formação
Graduado
Cidade em que moro
Manaus
Estado e país em que moro
AM-Brasil
Meu e-mail
carlamnagel@gmail.com

A Paroara

Sou a legítima Paroara
Dos arigós,dos manauaras
Das catirinas e dos bois-bumbás

Sou a mistura das coisas raras
Da simplicidade das toadas
Dos Kariris e dos Tupinambás

Carla Nagel.

Fotos de Carla Nagel

Blog de Carla Nagel

Carla Nagel

Feliz Natal e um 2010 cheio de histórias com muito café para todos !

Postado em 22 dezembro 2009 às 23:45 ‚Äî

Carla Nagel

Cabeça como troféu



Cabeças de Lampião, Maria Bonita e seus cangaceiros, expostas como troféu. Seremos eternos Mundurukus ?

Postado em 17 setembro 2009 às 12:30 ‚Äî

Carla Nagel

A Arqueologia da Amazônia (Novas abordagens,novas histórias)



O MUSA (Museu da Amazônia), vem desenvolvendo um belo trabalho sobre o estudo da ocupação da Amazônia Central .Com isso, tem surgido novas abordagens sobre essa ocupação, devido a diversidade de vestigios e a interdisciplinaridade de saberes. Parabéns a equipe do MUSA!!!

Postado em 11 setembro 2009 às 16:00 ‚Äî 1 Comentário

Carla Nagel

Memórias Submersas


Jovita Feitosa ( a Joana Dar'c brasileira )

Postado em 31 agosto 2009 às 16:06 ‚Äî

Carla Nagel

Otto Nagel (1894-1967)



Seus heróis eram os trabalhadores conscientes da nessecidade de mudar.
Foi membro da liga Spartacus e militante do partido comunista alemão.

Postado em 18 agosto 2009 às 13:36 ‚Äî

Caixa de Recados (54 comentários)

Você precisa ser um membro de Cafe Historia para adicionar comentários!

Entrar nesta rede social

Às 6:54 em 22 dezembro 2009, Jane Rosana Cassol disse...
Oi carla, muito obrigada pelo elogio, sempre bom saber q estamos escrevendo direitinho. t covido p uma visita oa meu blogue onde recrio um cenário, um dia na vida de um personagem abração. ps. muito linda tua pgna

"http://longanoitedostempos.blogspot.com/"
Às 19:04 em 14 dezembro 2009, José Leandro disse...
Caríssima, abraço para si e tudo de bom.
Às 23:47 em 4 dezembro 2009, Flávio Moraes disse...
Olá Carla, seja bem-vinda ao grupo Glauber Rocha.
Abraços Flávio Moraes
Às 18:22 em 12 setembro 2009, MiIton Cavalheiro Mendes disse...
Olá Carla, estou aqui novamente. Tenho uma curiosidade, que, como habitante da Amazônia, poderias satisfazer. Como fazem as populações ribeirinhas, especialmente aquelas que vivem sobre palafitas, em função das inundações periódicas, para sepultar os seus mortos? Imagino que o deslocamento dos falecidos, para locais altos, livres das enchentes sazonais, deve oferecer dificuldades.
Às 18:17 em 12 setembro 2009, MiIton Cavalheiro Mendes disse...
Olá Carla:
Andei envolvido em muitas atividades e só agora estou dando uma passadinha pelo nosso Café. Quanto aos cemitérios luteranos, praticamente todas as comunidades de origem alemã mantém o seu, em geral muito limpo e bem cuidado. Uma coisa interessante é observada nas lápides: mesmo em comunidades mais distantes umas das outras o estilo adotado para a lápide é bastente parecido - são talhadas em arenito, um belo arenito rosa que com o tempo vai escurecendo.À distância parecem pequenos capitéis - no sentido italiano do termo: uma capelinha - estreitos, encimadas por algo semelhante a um telhado triangular esculpido na mesma pedra. Os dizeres, pelo menos nas lápides mais antigas, são em Alemão, muitas vezes em caracteres góticos. Numa das minhas saídas pretendo começar a registrar esses cemitérios, sem pressa, e poderei publicar algumas fotos, na página
Às 3:55 em 10 setembro 2009, José Leandro disse...
Prezada Carla, bons dias. Colo no seu mural algo que nos é simpático. O post é no meu entender fabuloso. Saudações do JL

Los escritores y la muerte

Con el paso del tiempo me he ido dando cuenta de que, como dice Fernando Aínsa, los escritores inmortales se mueren. Y debido al buen numero de fallecimientos que existe ya en la república literaria, podemos encontrar toda clase de circunstancias alrededor de cada suceso fatal. Casi todos tienen finales anodinos, en la cama, y éstos se producen de forma coherente. Cada uno muere como vive, aunque alguno dé sorpresas. Dicen que Borges rezó el padrenuestro en cinco idiomas antes de morir. Puede ser. Ahora bien, las muertes que llaman más la atención son los suicidios -adornados con un falso prestigio- o las accidentales, que a veces son tragicómicas, como la del cubano Julián del Casal, que se murió de un ataque de risa. También las hay estúpidas: Tenesse Williams se atragantó con un tapón de pasta dental.


Pero el hecho de que se muera un escritor también nos lleva a pensar en cuáles fueron sus últimas palabras. Alguien que ha vivido del lenguaje durante años, necesariamente tiene que decir algo interesante en el último momento. Acaso las "famous last words" por excelencia sean las de Goethe ("Luz, más luz"), pero a mí siempre me resultó una queja algo patética en boca de quien se sintió poco más o menos que el genio de Europa. Más escalofriantes me resultan las de Bécquer: "Todo mortal". Y hondamente consoladoras las que profirió León Bloy cuando le preguntaron qué sentía: "Una curiosidad enorme". Incluso puedo creer que, en medio de la agonía, el escritor se llegue a sobreponer y a tomarse el asunto con humor. Es lo que le sucedió a Italo Svevo, irremediable fumador, quien le pidió a su yerno un pitillo. Cuando éste se lo negó escandalizado, le contestó en un susurro: "Será el último".


No obstante, lo que de verdad pueden decir los escritores sobre la muerte, no está en su propia vida, sino en aquello que escribieron. Esto es asunto largo y denso para que me ocupe de él aquí. Para eso ya está mi amigo el profesor Luis Galván dedicado a estudiarlo a fondo. Pero sí creo que las respuestas de cada libro, si éste de verdad vale la pena, obedecen a una vivencia profunda que conecta con eso que llaman el espíritu de la época o del autor. Nabokov, escéptico y descreído, trivializa la muerte con magia y estilo. Si tiene que contar el accidente mortal de un personaje insignificante, lo resume entre paréntesis y con una coma genial: (picnic, lightning). Hay muchísimos cuentos que revelan una visión sabia sobre el morir. Pienso ahora en "Página de un diario" de Ribeyro, en "Obdulia, un cuento cruel" de Antonio Pereira o, por supuesto, en La muerte de Iván Ilitch. No obstante, a mí me sigue conmoviendo por encima de todo la muerte de Don Quijote: es tan difícil encontrar la dosis justa de tristeza, realismo y altura moral. El personaje siente que se muere y va arreglando serenamente sus asuntos, como quien es: un caballero cristiano. Sancho, el ama y la sobrina, el cura y el barbero, entran y salen desolados de la habitación durante días. Parece que hasta el propio Cervantes siente pena de su criatura y busca un circunloquio porque le cuesta decir la palabra terrible: "dio su alma, quiero decir que se murió". Vuelta entonces a la pena general: el personaje se muere de melancolía. Hoy día hablaríamos de depresión. Y de pronto, en medio de la desgracia, todos sus allegados, todos aquellos que están sinceramente doloridos, desde la sobrina hasta Sancho, empiezan a frotarse las manos. Los dolores de la muerte se atenúan con la alegría de heredar... En fin, que esa mezcla de sentido trascendente y observación de andar por casa, define la sabiduría de Cervantes. A veces pienso que Don Quijote debiera leerse a veces empezando por el final.

Fonte: El sur es el norte.
Às 1:00 em 8 setembro 2009, José Leandro disse...
Prezada Carla bons dias desde a madrugada de Portugal. Hoje colo no seu mural uma "prova" das transversalidades do seu grupo ao meu fórum "noir". Como a vida por vezes segue percursos tão comuns. Abç do JL


http://cafehistoria.ning.com/group/oromanceanegro
Às 23:56 em 3 setembro 2009, Antonio de Padua N. Garcia disse...
Um grande abraço!
Às 7:23 em 2 setembro 2009, Océlio Teixeira de Souza disse...
Oi... que legal: vc é do Cariri. Eu, na realidade não sou daqui, mas
já moro no Crato há 15 anos, então ja me considero caririense. Adoro
o Juazeiro, inclusive tou elaborando projeto de doutorado sobre as romarias... até mais... bjs
Às 18:38 em 1 setembro 2009, Océlio Teixeira de Souza disse...
Oi Carla, td bem? Bem vinda ao grupo Cultura Popular. Vc trabalha com essa temática? Podemos compartilhar trabalhos, idéias, textos....
Ah... já estive em Manaus (tenho um irmão que mora aí). Tenho muita vontade de conhecer Parintins... um dia irei... Seja bem vinda. Abçs
 
 

Cinehistória

ADEUS, MENINOS

França, inverno de 1944. Julien Quentin (Gaspard Manesse) é um garoto de 12 anos que freqüenta o colégio Sr. Jean-de-la-Croix, que enfrenta grandes dificuldades devido a 2ª Guerra Mundial.

Lá ele se torna o melhor amigo de Jean Bonnett (Raphael Fejto), um introvertido colega de classe que Julien posteriormente descobre ser judeu. A tragédia chega à escola quando a Gestapo invade o local, prendendo Jean, outros dois alunos e ainda o padre responsável pelo colégio.

O filme explora um situação limite sob a ótica da universo a criança, como fizeram outros ótimos filmes, como os recentes "A Culpa é do Fidel" e "Machuca". Com uma direção segura de Louis Malle, o fracês "Adeus, Meninos" (Au Revoir les Enfants, 1987) é um filme antes de tudo humanista, que mostra o drama de uma populção civil que sofreu os males de uma guerra mundial implacável, sobretudo, dentro do contexto das amizades e da família.

Membros

  • Nelly  E .e Silva
  • Fernando Pinto da Silva
  • BRENO KAVALCANTE
  • Beatriz Salinas
  • Luiz Otávio Pantoja Brito Nunes.
  • Marco Aurélio Paier
  • Dayse Araújo da Silva
  • Luciana Garcia de Oliveira
  • Renata Cerqueira
  • Valmir Trentini
  • Daniel Marques
  • Liliane Santi
  • Paulino Peres
  • José Leandro
  • Bruno Leal

Eventos

Badge

Carregando...
 

© 2009   Criado por Bruno Leal no Ning.   Crie Sua Rede Social

Badges  |  Relatar um incidente  |  Privacidade  |  Termos de serviço

Entrar no bate-papo